domingo, 22 de outubro de 2017

CONSELHOS DE SANTA TERESINHA DO MENINO JESUS PARA VOCÊ APRENDER A LIDAR COM PESSOAS ANTIPÁTICAS

CONSELHOS DE SANTA TERESINHA DO MENINO JESUS PARA VOCÊ APRENDER A LIDAR COM PESSOAS ANTIPÁTICAS

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Ela também não foi uma pessoa fácil, mas aprendeu a dominar a arte da empatia
Santa Teresa de Lisieux, a nossa Santa Teresinha do Meniuno Jesus, era conhecida como uma mulher tranquila e modesta. E com ela aprendemos que não dá para apelidar de “pequena flor” alguém que propaga insultos no Twitter ou que publica críticas contras os outros.
Santa Teresinha desenvolveu a habilidade de lidar com gente desagradável com tanta doçura que essas pessoas antipáticas pensavam, erroneamente, que ela tinha um carinho especial por elas.
Todos temos pessoas chatas a nossa volta, não é mesmo? Às vezes não nos damos bem com elas, já que elas dão a impressão de que só existem para nos aborrecer.
Essas pessoas que nos fazem bufar estão sempre na mesma festa em que estamos. Assim, tentamos evitar qualquer contato visual quando cruzamos com elas e logo pegamos o telefone para fingir que estamos checando mensagens importantíssimas. Vai dizer que você nunca fez isso?
Porém, não conseguimos escapar completamente delas, porque, como mostra a experiência de Santa Teresinha, elas estão por todas as partes, inclusive nos conventos.
anta Teresinha dominou rapidamente a arte de tratar com pessoas difíceis e aprendeu a mostrar empatia por elas. Talvez porque a própria Teresinha tenha sido uma pessoa difícil em sua juventude.
Ao contrário do que muitos pensam, Santa Teresinha de Lisieux nasceu com um temperamento violento.

sábado, 21 de outubro de 2017

“DAÍ A CESAR O QUE É DE CESAR E A DEUS O QUE É DE DEUS.” (Mt 22,21).

“DAÍ A CESAR O QUE É DE CESAR E A DEUS O QUE É DE DEUS.” (Mt 22,21).

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Diácono Milton Restivo

O profeta Isaias, na primeira leitura, fala de um rei estrangeiro e pagão, isto é, que não era judeu nem de nacionalidade e nem de religião. Para agravar a situação, era o rei dominador do povo judeu e o mais poderoso de sua época: Ciro II, mais conhecido como Ciro, o Grande.
Ciro, o Grande, ganhou essa alcunha muito por conta de suas conquistas, que foram muitas, já que ele criou um dos maiores impérios que o mundo já viu. Ciro foi rei da Pérsia entre os anos 559 e 530 aC.
No ano de 539 aC Ciro conquistou a Babilônia onde estava cativo o povo judeu. Ciro foi um rei benevolente e, no ano de 537 aC, foi o autor da declaração que autorizava os judeus a regressarem para sua terra de origem, libertando-os do cativeiro e escravidão, conforme narra o livro de Esdras, 1,1-11, onde consta uma versão dos ditos dessa declaração, colocando fim ao exílio babilônico dos judeus, nos seguintes termos: “Ciro, rei da Pérsia,decreta: Yahweh, o Deus do céu, entregou-me todos os reinos do mundo. Ele me encarregou de construir para ele um Templo em Jerusalém, na terra de Judá. Quem de vocês provêm do povo dele? Que o seu Deus esteja com ele. Volte para Jerusalém, na terra de Judá, para reconstruir o Templo de Yahweh, o Deus de Israel. Ele é o Deus que reside em Jerusalém.” (Esd 1,2-3). 

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

SANTA MADALENA DE NAGASAKI - 1611-1634

SANTA MADALENA DE NAGASAKI - 1611-1634

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Madalena, filha de nobres e fervorosos cristãos, nasceu em 1611, num povoado muito próximo da cidade de Nagasaki, no Japão.
Dizem os antigos manuscritos que era uma jovem bela, graciosa e delicada. Sua família era de fervorosos cristãos e pertencia à nobreza. Ela era muito pequena quando os seus pais e irmãos foram condenados à morte pela fé em Cristo, sendo, antes, brutalmente torturados.
Cresceu educada no seguimento de Cristo, até que, em 1624, conheceu dois agostinianos recoletos, Francisco de Jesus e Vicente de Santo Antônio. Atraída pela profunda espiritualidade dos dois missionários, que se tornaram seus orientadores, Madalena acabou sendo consagrada a Deus como terciária agostiniana recoleta.
Desde então, sua roupa de nobre foi substituída pelo hábito e as únicas ocupações foram a oração, a leitura da Bíblia e o apostolado. Eram tempos muito difíceis. A perseguição enfurecida contra os cristãos crescia a cada dia em sistemática e crueldade.
Os padres Francisco e Vicente também foram martirizados. Madalena, porém, não se intimidou. Continuou firme, transmitindo coragem aos cristãos, ensinando o catecismo às crianças e pedindo esmolas e donativos aos comerciantes portugueses, para os pobres e doentes.
Em 1629, procurou refúgio nas montanhas de Nagasaki, partilhando dos sofrimentos e das agonias dessa comunidade. Encorajava para que se mantivessem fortes na fé, e recolocava no caminho do Evangelho aqueles que tinham renegado Cristo sob tortura.          

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

SÃO LUÍS E SANTA ZÉLIA, OS PAIS DE SANTA TERESINHA DO MENINO JESUS

SÃO LUÍS E SANTA ZÉLIA, OS PAIS DE SANTA TERESINHA DO MENINO JESUS

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Luís Martin (1823-1894) e Zélia Guérin (1831-1877) foram declarados santos em 18 de outubro de 2015. Não foram canonizados por serem os pais de Santa Teresinha, mas porque se empenharam totalmente em fazer a vontade de Deus em qualquer situação de suas vidas. Luís e Zélia, com suas vidas, nos ensinam que a santidade é caminho para a esposa, o marido, os filhos, os colegas de trabalho e para a sexualidade.
O santo não é um super-homem, mas um homem verdadeiro.
Se tanto amamos Teresinha de Lisieux, se tanto nos encanta sua santidade, devemos dizer que ela é fruto de seus pais, um casal que vivia o amor de Deus tanto na alegria como nas tristezas. As muitas cartas deixadas por Zélia dão testemunho deste colocar-se inteiramente nas mãos de Deus.
«Eu amo loucamente as crianças e nasci para ter filhos», dizia Zélia. Mas, contraditoriamente, esse lar não era para existir. Aos 20 anos Luís esteve na Suíça para aprender o ofício de relojoeiro. Dirigiu-se ao Eremitério de São Bernardo, dos Cônegos Regulares de Santo Agostinho, querendo ser monge. O Prior foi direto: «Não conhece latim, nada de postulantado no Mosteiro». Luís retorna a Alençon e se dedica à oficina de conserto de relógios.
Já Zélia Guérin desejava ser admitida entre as Irmãs de São Vicente de Paulo, em Alençon. A Superiora não vê nela sinal se vocação. Decide-se então a aprender artes domésticas de bordados e confecções, abrindo pequeno negócio em Alençon e indo de casa em casa à procura de fregueses. 

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

SÃO LUCAS EVANGELISTA

SÃO LUCAS EVANGELISTA

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Lucas é um dos quatro evangelistas. O seu Evangelho é reconhecido como o do amor e da misericórdia. Foi escrito sob o signo da fé, nos tempos em que isso podia custar a própria vida. Mas falou em nascimento e ressurreição, perdão e conversão, na salvação de toda a humanidade.
Além do terceiro evangelho, escreveu os Atos dos Apóstolos, onde registrou o desenvolvimento da Igreja na comunidade primitiva, relatando os acontecimentos de Jerusalém, Antioquia e Damasco, deixando-nos o testemunho do Cristo da bondade, da doçura e da paz.
Lucas nasceu na Antioquia, Síria. Era médico e pintor, muito culto, e foi convertido e batizado por são Paulo.  
No ano 43, já viajava ao lado do apóstolo, sendo considerado seu filho espiritual. Escreveu o seu Evangelho em grego puro, quando são Paulo quis pregar a Boa-Nova aos povos que falavam aquele idioma. Os dois sabiam que mostrar-lhes o caminho na própria língua facilitaria a missão apostólica. Assim, através de seus escritos, Lucas tornou-se o relator do nascimento de Jesus, o principal biógrafo da Virgem Maria e o primeiro a expressá-la através da pintura.
Quando das prisões de são Paulo, Lucas acompanhou o mestre, tanto no cárcere como nas audiências. Presença que o confortou nas masmorras e deu-lhe ânimo no enfrentamento do tribunal do imperador.