sábado, 29 de abril de 2017

SÃO PEDRO DE VERONA -1205-1252

SÃO PEDRO DE VERONA -1205-1252

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Pedro nasceu em Verona-Itália no ano de 1205. 
Seus pais eram hereges maniqueus, adeptos da doutrina religiosa herética do persa Mani, 
Manes ou Maniqueu, caracterizada pela concepção dualista do mundo, em que espírito e matéria representam, respectivamente, o bem e o mal. 
Entretanto, o único colégio que havia no local era católico e lá o menino não só aprendeu as ciências da vida como os caminhos da alma. 
Pedro se converteu e se separou da família, indo para Bolonha para terminar os estudos. 
Ali acabava de ser fundada a Ordem dos Dominicanos, onde ele logo foi aceito, recebendo a missão de evangelizar. Foi o que fez, viajando por toda a Itália, espalhando suas palavras fortes e um discurso de fé que convertiam as massas. 
Todas as suas pregações eram acompanhadas de graças, que impressionavam toda comunidade por onde passava. 
E isso logo despertou a ira dos hereges. Primeiro inventaram uma calúnia contra ele. Achando que aquilo era uma prova de Deus, 
Pedro não tentou provar inocência. Aguardou que Jesus achasse a hora certa de revelar a verdade. Foi afastado da pregação por um bom tempo, até que a mentira se desfez sozinha, e ele foi chamado de volta e aclamado pela comunidade. 
Voltando às viagens evangelizadoras, seus inimigos o afrontaram de novo tentando provar que suas graças não passavam de um embuste. 
Um homem fingiu estar doente, e outro foi buscar Pedro. Este, percebendo logo o que se passava, rezou e pediu a Deus que, se o homem estivesse mesmo doente, ficasse curado. Mas, se a doença fosse falsa, então que ficasse doente de verdade.

sexta-feira, 28 de abril de 2017

SÃO LUIZ MARIA GRIGNION DE MONTFORT

SÃO LUIZ MARIA GRIGNION DE MONTFORT

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Fundou a Companhia de Maria. 
Luís Maria Grignion nasceu em Montfort, França, em 1673. Descendente de uma família cristã bem situada, recebeu uma excelente instrução e educação. 
Ainda jovem, decidiu seguir o caminho da fé e vestiu o hábito de sacerdote em 1700. Seu maior desejo era ser um missionário no Canadá, mas acabou sendo enviado a Poitiers, ali mesmo na França. Logo ficou famoso devido à sua preparação doutrinal e o discurso fácil e atraente. 
Todos queriam ouvir suas palavras, mas sua caridade era outra: cuidar de pacientes com doenças repugnantes. 
A idéia de ser missionário não o abandonava. Mesmo contrariando seu superior, foi pedir permissão diretamente ao papa. Para tanto, fez uma viagem a pé, ida e volta, de Poitiers a Roma. 
Entretanto, o papa Clemente XI disse-lhe que havia urgência, naquele momento, em pregar aos franceses, que viviam sob o conflito entre Roma e a doutrina jansenista, uma nova heresia. 
Luís Maria obedeceu e passou a pregar nas cidades e no meio rural e, quando necessário, confrontava os doutores jansenistas com discurso igualmente douto, munido de sua autoridade teológica. 
Ainda assim, sua linguagem era extremamente acessível aos mais humildes, adaptado ao seu cotidiano, à sensibilidade popular, combinada com o exemplo de uma conduta coerente e cristã. Usava de um discurso fraterno, convidando o povo a adorar e confiar num Jesus amigo, em vez de temê-lo como um rígido juiz.

quinta-feira, 27 de abril de 2017

"RITO DA PAZ NÃO É MOMENTO PARA DAR ‘PARABÉNS’”, ESCLARECE BISPO DE BARRETOS (SP) EM DECRETO SOBRE A CELEBRAÇÃO DA EUCARISTIA

"RITO DA PAZ NÃO É MOMENTO PARA DAR ‘PARABÉNS’”, ESCLARECE BISPO DE BARRETOS (SP) EM DECRETO SOBRE A CELEBRAÇÃO DA EUCARISTIA

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O Bispo da Diocese de Barretos (SP), Dom Milton Kenan Júnior, publicou um Decreto Episcopal sobre a distribuição da Sagrada Comunhão sob duas espécies, o abraço da paz e a atuação dos Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão nas Celebrações Eucarísticas.
No texto, o prelado sublinha orientações que têm por base documentos da Igreja e buscam que alguns abusos sejam evitados durante a celebração da Eucaristia.
“Desde o início do meu ministério episcopal em nossa Diocese de Barretos, observando como são distribuídas as sagradas espécies do Corpo e do Sangue do Senhor, o Rito do Abraço da Paz e a participação dos Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão no Rito da Comunhão, creio ser importante chamar a atenção dos irmãos padres, dos ministros e fiéis para o que a Igreja determina em relação a estas matérias”, explicou o Prelado, no Decreto.
Citando a Instrução Redemptionis Sacramentum, Dom Kenan esclarece que o que deve ser observado em relação à Sagrada Comunhão sob duas espécies: “Não seja permitido ao comungante molhar por si mesmo a hóstia no cálice, nem que receba na mão a hóstia molhada; ou seja, para a distribuição da comunhão eucarística é somente permitida a comunhão na boca (cf. n.104)”.
Quanto ao rito da paz, o Bispo sublinha que alguns abusos devem ser evitados. Ele faz referência à Carta Circular da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, sobre o Significado Ritual do Dom da Paz na Missa, de 8 de junho de 2014.
O primeiro ponto abordado nesta questão é o canto da paz, “inexistente no Rito Romano” e que, portanto, “deve ser retirado das celebrações”. 

quarta-feira, 26 de abril de 2017

CINCO COISAS QUE TALVEZ NÃO SAIBA SOBRE O BATISMO CATÓLICO

CINCO COISAS QUE TALVEZ NÃO SAIBA SOBRE O BATISMO CATÓLICO

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 “Pelo Batismo, somos libertos do pecado e regenerados como filhos de Deus: tornamo-nos membros de Cristo e somos incorporados na Igreja e tornados participantes na sua missão”, diz o Catecismo da Igreja Católica (CCI 1213). A seguir, confira 5 coisas que talvez não saiba sobre este Sacramento, porta para os outros Sacramentos.

1. O Batismo teve o seu início com os Apóstolos
Desde o dia de \pentecostes que a Igreja vem celebrando e administrando o santo Batismo. Com efeito, São Pedro declara à multidão, abalada pela sua pregação: ‘convertei-vos (...) e peça cada um de vós o Batismo em nome de Jesus Cristo, para vos serem perdoados os pecados. Recebereis então o dom do Espírito Santo’ (Atos dos apóstolos 2,38)” (CCI 1226).
Santo Higino, Pontífice aproximadamente entre os anos 138 e 142, instituiu o padrinho e a madrinha no batismo dos recém-nascidos, para que guiassem os pequenos na vida cristã.

2. Tem vários nomes
Batizar, do grego “baptizein”, significa “mergulhar” ou “imergir dentro da água”. Esta imersão simboliza “a sepultura do catecúmeno na morte de Cristo, de onde sai pela ressurreição com Ele” (CCI 1214).
Este Sacramento também é chamado “banho da regeneração e de renovação no Espírito Santo”, assim como “iluminação” porque o batizado se converte em “filhos da luz”.
São Gregório Nazianzeno dizia que o batismo é um “dom, porque é concedido aos que nada têm; graça, porque é dado também aos culpados; batismo, porque o pecado é sepultado na água; unção, porque é sagrado e régio (assim se tornam os que são ungidos); iluminação, porque é luz resplendente; veste, porque cobre a nossa vergonha; banho, porque nos lava; selo, porque nos preserva e é sinal do poder de Deus”.

terça-feira, 25 de abril de 2017

CONHEÇA OS SANTOS MAIS RECENTES DA IGREJA CATÓLICA

CONHEÇA OS SANTOS MAIS RECENTES DA IGREJA CATÓLICA

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Você sabia que a Igreja Católica já tem mais de trinta santos e beatos que morreram dentro dos últimos cinquenta anos?
Em novembro, quando o padre carmelita Maria Eugênio do Menino Jesus for beatificado, ele será a 36ª pessoa falecida nos últimos cinquenta anos a ser beatificada.
Esse espaço de tempo coincide ainda com o período após o Concílio Vaticano II (1962-1965), a grande assembleia de bispos do mundo todo convocada pelo papa São João XXIII e cujas conclusões eram chamadas por São João Paulo II e Bento XVI de “bússola segura” para a Igreja de hoje. O encerramento do Concílio Vaticano II completou cinquenta anos em dezembro de 2015.
Entre os 36 santos e beatos desse período, temos dezesseis padres (sendo quatro religiosos), dez religiosas, cinco bispos (incluindo dois papas), quatro leigos e um religioso que não era padre. Nove deles são mártires. Dos 36, seis já foram canonizados.
Há duas brasileiras natas na lista, Dulce Lopes Pontes e Lindalva Justo de Oliveira, além de um padre espanhol que trabalhou e morreu no Brasil, Mariano de la Mata. Quanto ao país de origem, então, os 36 santos e beatos desse período se dividem assim: treze italianos, sete espanhóis, seis poloneses, duas brasileiras, um sul-africano, um francês, uma nicaraguense, um salvadorenho, uma mexicana, uma albanesa, um eslovaco, um indiano.
Quando se considera o país em que se viveu, trabalhou e morreu, entram nessa pluralidade de lugares do mundo o Equador, o Peru, a Costa Rica, a China, o Mianmar, o Cazaquistão e os Estados Unidos.