quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

SÃO JOÃO DA CRUZ - 1542-1591

SÃO JOÃO DA CRUZ - 1542-1591

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Seu nome de batismo era Juan de Yepes. Nasceu em Fontivaros, na província de Ávila, Espanha, em 1542, talvez em 24 de junho. Ainda na infância, ficou órfão de pai, Gonzalo de Yepes, descendente de uma família rica e tradicional de Toledo.
Mas, devido ao casamento, foi deserdado da herança. A jovem, Catarina Alvarez, sua mãe, era de família humilde, considerada de classe "inferior". Assim, com a morte do marido, que a obrigou a trabalhar, mudou-se para Medina, com os filhos. Naquela cidade, João tentou várias profissões. Foi ajudante num hospital, enquanto estudava gramática à noite num colégio jesuíta. Então, sua espiritualidade aflorou, levando-o a entrar na Ordem Carmelita, aos vinte e um anos.
Foi enviado para a Universidade de Salamanca a fim de completar seus estudos de filosofia e teologia. Mesmo dedicando-se totalmente aos estudos, encontrava tempo para visitar doentes em hospitais ou em suas casas, prestando serviço como enfermeiro.
Ordenou-se sacerdote aos vinte e cinco anos, mudando o nome. Na época, pensou em procurar uma Ordem mais austera e rígida, por achar a Ordem Carmelita muito branda.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

PAPA CONDENA O ESCÂNDALO DA VIDA DUPLA: VÃO À MISSA, MAS NÃO VIVEM COMO CRISTÃOS

PAPA CONDENA O ESCÂNDALO DA VIDA DUPLA: VÃO À MISSA, MAS NÃO VIVEM COMO CRISTÃOS

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“O escândalo destrói”, advertiu o Papa Francisco durante a Missa na Casa Santa Marta no dia 04 de dezembro de 2014, também disse que se os católicos que tem uma “vida dupla”, não se converterem, quando se apresentarem diante do Senhor no céu Ele dirá “não te conheço”.
“Mas o que é o escândalo? O escândalo é dizer uma coisa e fazer outra; é ter vida dupla. Vida dupla em tudo: sou muito católico, vou sempre à Missa, pertenço a esta e aquela associação; mas a minha vida não é cristã. Não pago o que é justo aos meus funcionários, exploro as pessoas, faço jogo sujo nos negócios, reciclo dinheiro, vida dupla. Muitos católicos são assim. Eles escandalizam”, advertiu o Pontífice.
Durante a homilia, o Papa recordou que a Bíblia diz: “Cortar a mão”, “arrancar o olho”, mas “não escandalizar os pequeninos”, ou seja, os justos, “os que confiam no Senhor, que simplesmente creem no Senhor”. 

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

SANTA LUZIA OU LÚCIA – Século IV

SANTA LUZIA OU LÚCIA – Século IV

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Somente em 1894 o martírio da jovem Luzia, também chamada Lúcia, foi devidamente confirmado, quando se descobriu uma inscrição escrita em grego antigo sobre o seu sepulcro, em Siracusa, Nápoles.
A inscrição trazia o nome da mártir e confirmava a tradição oral cristã sobre sua morte no início do século IV. Mas a devoção à santa, cujo próprio nome está ligado à visão ("Luzia" deriva de "luz"), já era exaltada desde o século V.
Além disso, o papa Gregório Magno, passado mais um século, a incluiu com todo respeito para ser citada no cânone da missa. Os milagres atribuídos à sua intercessão a transformaram numa das santas auxiliadoras da população, que a invocam, principalmente, nas orações para obter cura nas doenças dos olhos ou da cegueira.
Diz a antiga tradição oral que essa proteção, pedida a santa Luzia, se deve ao fato de que ela teria arrancado os próprios olhos, entregando-os ao carrasco, preferindo isso a renegar a fé em Cristo. A arte perpetuou seu ato extremo de fidelidade cristã através da pintura e da literatura.
Foi enaltecida pelo magnífico escritor Dante Alighieri, na obra "A Divina Comédia", que atribuiu a santa Luzia a função da graça iluminadora. Assim, essa tradição se espalhou através dos séculos, ganhando o mundo inteiro, permanecendo até hoje. 

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

SÃO DÂMASO I – Papa – Século IV

SÃO DÂMASO I – Papa – Século IV

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Dâmaso era espanhol, mas não se descarta que ele possa ter nascido em Roma, no ano 305.
Culto e instruído, ocupou o trono da Igreja de 366 a 384. Foi considerado um dos mais firmes e valentes sucessores de Pedro. Sem temer as ameaças e protecionismos imperiais, demitiu de uma só vez todos os bispos que mantinham vínculo com a heresia ariana, trazendo estabilidade à Igreja através da unidade, da obediência e respeito ao papa de Roma. Sua eleição foi tumultuada por causa da oposição. Houve até luta armada entre as facções, vitimando cento e trinta e sete pessoas.
Mas, ao assumir, o então papa Dâmaso I trouxe de volta a tradição da doutrina à Igreja, havendo um florescimento de ritos, orações e pregações durante seu mandato. Devem-se a ele, por exemplo, os estudos para a revisão dos textos da Bíblia e a nova versão em latim feita pelo depois são Jerônimo, seu secretário. Em seu governo, a Igreja conseguiu uma nova postura e respeito na sua participação na vida pública civil. Os bispos podiam escrever, catequizar, advertir e condenar. Esse papa sabia como ninguém fazer-se entender com os impérios e reinados e conseguia paz para que a Igreja se autogerisse.
Foi uma figura digna do seu tempo, pois conviveu com grandes destaques do cristianismo, como os santos: Ambrósio, Agostinho e Jerônimo, só para citar alguns.

domingo, 10 de dezembro de 2017

“DEPOIS DE MIM VIRÁ ALGUÉM MAIS FORTE QUE EU”. (Mc 1,7).

II DOMINGO DO ADVENTO
Ano – B; Cor – Roxo; Leituras: Is 40,1-5.9-11; Sl 84 (85); 2Pd 3,8-14; Mc 1,1-8.

“DEPOIS DE MIM VIRÁ ALGUÉM MAIS FORTE QUE EU”. (Mc 1,7).

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Diácono Milton Restivo

Estamos vivendo o Tempo do Advento, na expectativa da vinda da Luz do mundo:
ü  “O povo que andava em trevas viu uma grande luz, e aos que habitavam na região da sombra da morte, resplandeceu-lhes a luz.” (Is 9,2).
O profeta Isaias é uma constante no Tempo do Advento.
O livro do profeta Isaias tem uma particularidade única: é dividido em três partes chamadas Proto-Isaías, do capítulo 1 ao 39, Segundo Isaias também chamado Dêutero-Isaías ou “Livro da Consolação” que compreende dos capítulos 40 ao 55 e o Trito-Isaías, dos capítulos 56 a 66.
A história dos poemas narrativos constantes do Dêutero-Isaías ou Livro da Consolação tem a ver com o regresso dos judeus depois do cati­veiro da Babilônia.
A primeira deportação dos judeus para a Babilônia deu-se em 597 aC; em 586 aC é a conquista de Jerusalém e a segunda deportação.
No “Livro da Consolação” Isaías fala em palavras luminosas, não só da restauração de Judá, mas da vinda do “Servo de Yahweh”, que seria o Rei Messias, o próprio Servo de Yahweh que iria remir o seu povo.
Num período sombrio da história do seu povo, através do seu profeta Isaías, Yahweh torna-se presente. A mensagem do Livro da Consolação (Is 40 – 55) é clara: num momento em que o povo conhece o exílio e o sentimento de abandono, Yahweh escuta e responde à sua súplica enviando um profeta para anunciar que o fim da desgraça está próximo. A imagem de Deus que os judeus tinham adquirido foi purificada através da enorme provação do exílio.