sábado, 20 de janeiro de 2018

BEM-AVENTURADA MARIA CRISTINA (BRANDO) DA IMACULADA CONCEIÇÃO - 1856-1906

BEM-AVENTURADA MARIA CRISTINA (BRANDO) DA IMACULADA CONCEIÇÃO - 1856-1906

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Fundou a Congregação das Irmãs Vítimas Expiadoras de Jesus Sacramentado.
Adelaide Brando nasceu no dia primeiro de maio de 1856, numa família com boa situação financeira. O pai, João homem muito respeitado, ocupava um importante cargo num Banco da cidade. Aos doze anos, na noite de Natal, ajoelhada diante do Menino Jesus, ela se consagrou a Deus com um voto de perpétua virgindade. Quando desejou ser uma Sacramentina encontrou oposição do seu pai, que depois a abençoou e permitiu que se juntasse à sua irmã Maria Pia, uma clarissa do mosteiro das Fiorentinas, em Nápolis.
Mas uma grave doença a fez regressar para casa duas vezes. Uma vez curada, em 1875, ingressou na congregação das Sacramentinas, e depois de um ano tomou o hábito e mudou o nome para o de Maria Cristina da Imaculada Conceição. Porém tornou a adoeceu e foi forçada a deixar o caminho que havia iniciado com tanto fervor.

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

SANTO ODILO - 962-1049

SANTO ODILO - 962-1049

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Odilo nasceu em 962, na cidade francesa de Auvergne. Seu pai era Beraldo, da nobre família Mercoeur e sua mãe Gerberga. Narra a tradição, que a sua vida espiritual começou na infância, aos quatro anos de idade. Era portador de uma deficiência nas pernas que o impedia de andar.
Certa vez, sua governanta o deixou sentado na porta da igreja, enquanto foi falar com o padre. Odilo aproveitou para rezar e se arrastou até o altar, onde pediu à Virgem Maria que lhe concedesse a graça de poder caminhar. Neste instante, sentiu uma força invadir as pernas, ficou de pé e andou até onde estava a empregada, que, junto com o vigário, constatou o prodígio. Assim que terminou os estudos ingressou no Mosteiro beneditino de Cluny, em 991.
Tão exemplar e humilde foi seu trabalho que, quando o abade e santo Maiolo sentiu que sua hora era chegada, elegeu-o seu sucessor, em 994. Este cargo, Odilo ocupou até a morte. Ele era um homem de estatura pequena e aparência comum, mas possuía uma força de caráter imensa. Soube unir suas qualidades inatas de liderança e diplomacia, com a austeridade da vida monástica e o desejo de fazer reinar Cristo sobre a terra. Desta maneira conseguiu, num período difícil de conflitos entre a Igreja e o Império, realizar a doutrina de paz e fraternidade pregadas no Evangelho.
Exerceu sua influência sobre os dois, de modo que se estabeleceu a célebre "trégua de Deus", conseguida, grande parte, por seu empenho.

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

SANTA PRISCA

SANTA PRISCA

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Prisca, é um nome que nos soa um pouco estranho, significa: "a primeira".
Mas evoca uma grande Santa, que se impôs à admiração de todos nos primeiros tempos do Cristianismo. Ela foi considerada a mais antiga santa romana e se tornou uma das mulheres mais veneradas na Igreja.
Segundo a tradição, Prisca foi batizada aos treze anos de idade por São Pedro e se tornou a primeira mulher do Ocidente a testemunhar com o martírio, sua fé em Cristo. Ela morreu decapitada durante a perseguição do imperador Cláudio, na metade do século I, em Roma.
As "Atas de Santa Prisca" registram, de fato, que ela foi martirizada durante o governo desse tirano e seu corpo sepultado na Via Ostiense, nas catacumbas de Priscila, as mais antigas de Roma. Depois foi transladado para a igreja do monte Aventino.
Uma igreja construída sobre os alicerces de uma grande casa romana do primeiro século, como atestam as mais recentes descobertas arqueológicas, muito importante para os cristãos. Ainda hoje, mantém uma cripta que guarda uma preciosa relíquia: a concha com que São Pedro apóstolo batizou seus seguidores e discípulos.

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

JOSÉ, O HOMEM JUSTO – MARIA, A NOIVA FIEL

JOSÉ, O HOMEM JUSTO – MARIA, A NOIVA FIEL

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José ficou numa situação difícil depois que Maria ficou grávida de Jesus.
Sem uma explicação aparente e razoável, de repente, vê a sua noiva grávida.
Mateus narra assim esse drama terrível vivido por José: sua “A origem de Jesus Cristo foi deste modo: Estando Maria, sua mãe, desposada com José, achou-se ter concebido (por obra) do Espírito Santo, antes de coabitarem. José, seu esposo, sendo justo, e não a querendo difamar, resolveu repudiá-la secretamente. Andando ele com isto no pensamento, eis que um Anjo do Senhor lhe apareceu em sonhos, e lhe disse: ‘José, filho de Davi, não temas  receber em tua casa Maria, tua esposa, porque o que nela foi concebido é (obra) do Espírito Santo.  Ela dará à luz um filho, ao qual porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados. Tudo isso aconteceu para que se cumprisse o que foi dito pelo Senhor por meio do profeta que diz: ‘Eis que a Virgem conceberá e dará à luz um filho, e lhe porão o nome de Emanuel, que quer dizer: ‘Deus conosco’.  Ao despertar José de seu sono, fez como lhe tinha mandado o Anjo do Senhor, e recebeu em sua casa (Maria),  esposa. Não a conheceu até que deu à luz um filho, e pôs-lhe o nome de Jesus.” (Mt 1,18-25).

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

CONVERSANDO COM MARIA, A MÃE DE JESUS

CONVERSANDO COM MARIA, A MÃE DE JESUS

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Todos nós, vossos filhos, vos amamos, Maria, e através de vós amamos a Deus e desejamos amá-lo mais ainda e cada vez mais.          
O nosso amor por vós nos dá forças para lutarmos para a maior glória de Deus.
Todos nós, que desejamos alguma coisa, alguma melhora na nossa vida ou na vida de alguém, todos nós que desejamos a vinda de melhores dias, um emprego, uma graça para vencermos um defeito particular, ou um pedido para a conversão de um filho, do marido, da esposa, do pai, irmãos ou amigos, quando precisamos de uma grande graça não exitamos e logo corremos aos vossos pés, doce Mãe, e dificilmente alguém de nós sai de perto de vós sem que a Senhora tenha atendido o nosso pedido.
Quantas vezes recorremos à vós, doce Mãe, quando notamos tristemente que a nossa fé vacila, quando esfriamos na nossa dedicação para com a Igreja de Deus, ou porque nos afligimos por termos que carregar uma grande cruz que parece muito pesada para a nossa fraqueza na fé, ou ainda, quando temos no seio de nossa família perturbações e infelicidades domésticas que nos parecem dificultar até a nossa própria salvação eterna, e, para todos nós que recorremos aos vossos pés, a oração parece trazer tão pouco alívio.          

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

SÃO PAULO DE TEBAS, O ERMITÃO - 228-340

SÃO PAULO DE TEBAS, O ERMITÃO - 228-340

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São Jerônimo escreveu em 400, um livro rico em detalhes sobre a vida de Paulo, a quem chamou de "príncipe da vida eremita".
Ele a conheceu narrada pelo amigo são Atanásio, discípulo de santo Antonio do Deserto. Paulo nasceu no ano 228, em Tebaia, uma região próxima do rio Nilo, no Egito, cuja capital era Tebas. Foi educado pelos pais que eram da nobreza e cristãos.
Porém aos catorze anos ficou órfão. Era bondoso, piedoso e amava a sua fé. Em 250 começou a perseguição do imperador Décio. Foi uma perseguição curta, mas dura e contundente, porque ordenava aos cristãos que renegassem a fé e participassem dos ritos pagãos, como sinal de lealdade ao Estado. Quem aceitasse podia viver tranqüilo.
Muitos aceitavam, para salvar a vida. Paulo não rendeu homenagens aos deuses, preferiu se esconder, mostrando prudência. Porém, foi denunciado e fugiu para o deserto. Lá, encontrou umas cavernas onde, séculos atrás, os escravos da rainha Cleópatra fabricavam moedas. Escolheu uma, perto de uma fonte de água e de umas palmeiras, para ser sua moradia. Com as folhas da palmeira fazia a roupa. Os frutos eram seu alimento. E a água da fonte sua bebida.
Em 251 o imperador Décio morreu num combate e a perseguição cessou. Mas, Paulo nunca mais voltou. O deserto, a solidão e a proximidade com Deus o haviam conquistado.

domingo, 14 de janeiro de 2018

“EIS O CORDEIRO DE DEUS, AQUELE QUE TIRA O PECADO DO MUNDO”. (Jo 1,29).

SEGUNDO DOMINGO DO TEMPO COMUM
Ano – B; Cor – Verde; Leituras: 1Sm 3,3-10.19; Sl 39 (40); 1Cor 6,13-15.17-20; Jo 1,35-42.

“EIS O CORDEIRO DE DEUS, AQUELE QUE TIRA O PECADO DO MUNDO”. (Jo 1,29).

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Diácono Milton Restivo

A primeira leitura desta liturgia nos traz uma das figuras mais significativas do Antigo Testamento: o profeta, sacerdote e juiz Samuel.
Samuel, segundo as Sagradas Escrituras, foi o último dos juizes de Israel e o primeiro profeta que consta da história do seu povo.
Foi Samuel quem ungiu os dois primeiros reis de Israel, Saul e Davi.
João Batista lembra, de diversas maneiras, a figura de Samuel.
O Evangelista Lucas destaca essas semelhanças: em ambos os casos destaca-se o ambiente sacerdotal, e as duas anunciações acontecem no santuário; nos dois casos, as mães são estéreis e os filhos são consagrados nazireus (Lc 1,7.15-17.25).
Mas o mais forte paralelismo talvez esteja no fato de ambos anunciarem uma nova fase da história da salvação.
João Batista é o último dos profetas e anuncia a plenitude dos tempos.
Samuel é o primeiro dos profetas e consagra o início da monarquia de Israel, onde ocupa papel de destaque a dinastia de Davi, da qual havia de nascer o Messias.
A mãe de Samuel, Ana, era estéril, não podia ter filhos. Isso era motivo para que, a outra esposa de seu marido, que tinha muitos filhos, a humilhasse. 

sábado, 13 de janeiro de 2018

DEUS É PAI, E PAI NOSSO...

DEUS É PAI, E PAI NOSSO...

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Jesus era um homem de oração. Estava sempre em contato permanente com o Pai. Não perdia a oportunidade de louvar e agradecer ao Senhor nosso Deus, quase sempre em voz alta e no meio do povo, para que toda a multidão que sempre o assediava, pudesse ouvir e aprender com ele como era fácil se comunicar com o Pai, e sempre que podia, Jesus se afastava da multidão e se recolhia em algum lugar solitário para orar, como nos narram os Evangelistas: "De madrugada, estando ainda escuro, Ele se levantou e retirou-se para um lugar deserto e ali orava" (Mc 1,35). "Tendo despedido as multidões, subiu ao monte a fim de orar a sós.  Ao chegar a tarde estava  ali sozinho." (Mt 14,23).
E, quando falava, ensinando ao povo como devia rezar, Jesus o orientava para que não fosse como os hipócritas e fariseus que gostavam de fazer orações de maneiras teatrais e em locais públicos para que o povo, que os vissem orar daquela maneira, os elogiassem: "E quando orardes, não sejais como os hipócritas, porque eles gostam de fazer oração pondo-se em pé nas sinagogas e nas esquinas, a fim de serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo, já receberam a sua recompensa." (Mt 6,5). 

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

“A ORAÇÃO DA FÉ SALVARÁ O DOENTE...” (Tg 5,15).

“A ORAÇÃO DA FÉ SALVARÁ O DOENTE...” (Tg 5,15).

         
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   Escreveu Tiago na sua carta: “Sofre alguém dentre vós um contratempo? Recorra à oração. Está alguém alegre? Cante. Alguém dentre vós está doente? Mande chamar os presbíteros da Igreja para que orem sobre ele, ungindo-o com óleo em nome do Senhor. A oração da fé salvará o doente e o Senhor o porá de pé; e se tiver cometido pecados, estes serão perdoados... A oração fervorosa do justo tem grande poder.” (Tg 5,13-15.16).
            Jesus, nos Santos Evangelhos, jamais deixou um doente que o procurasse partir da maneira como estava; Jesus os transformava, consolava e os curava, tanto doente do corpo como doente da alma. Jesus sempre atendeu ao chamamento dos que o procuravam para curar algum doente e jamais deixou alguém que o procurasse implorando pelo restabelecimento de um doente voltar sem uma esperança, como aconteceu com o leproso (Mt 8,1-4), com o centurião romano, (Mt 8,5-13), com a sogra de Pedro, (Mt 8,14-18), como aconteceu a muitos endemoniados, (Mt 8,16-17), e a centenas de outros paralíticos, cegos, surdos, mudos, lunáticos, para que se cumprisse o que havia sido dito e escrito pelo profeta Isaias, se referindo ao Messias: “O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me para proclamar a remissão aos presos e aos cegos a recuperação da vista, para restituir a liberdade aos oprimidos e para proclamar um ano de graça do Senhor.” (Mt 4,18-19). 

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

SANTO TOMÁS DE CORI - 1655-1729

SANTO TOMÁS DE CORI - 1655-1729

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Fundou a obra dos Retiros da Ordem dos Franciscanos.
Francisco Antonio Placidi, assim foi batizado ao nascer em 04 de junho de 1655, na cidade de Cori, Itália. Tornou-se órfão dos pais aos catorze anos de idade, e, assim jovem, responsável pela família.
Aos vinte e dois, com as duas irmãs bem encaminhadas e casadas dentro dos preceitos cristãos, ele entrou para a Ordem dos Frades Menores Franciscano, no convento de Orvieto em 1677, tomando o nome de frei Tomás.
Após cinco anos foi consagrado sacerdote, logo assumindo a condição de predicador na sua diocese em Subiaco, onde exerceu seu apostolado. Considerado grande professor de santidade, exímio diretor espiritual e incansável confessor, iniciava essa tarefa pela manhã terminando só à noite. Frei Tomás de Cori, foi imagem viva do Bom Pastor.
Como guia amoroso, soube conduzir para as pastagens da fé os irmãos confiados aos seus cuidados, animado sempre pelo ideal franciscano. No convento demonstrava o seu espírito de caridade, fazendo-se disponível a qualquer exigência, mesmo a mais humilde, sendo especialmente solicitado para atender os que estavam enfermos nos leitos.
Ele, que durante quarenta anos, conviveu com uma ferida na perna, sem que fizesse uma única queixa ou fosse um motivo de impedimento para o exercício de suas funções e apostolado.
Como autêntico discípulo do Pobrezinho de Assis, Tomás de Cori foi obediente a Cristo. Meditou e encarnou na sua existência a exigência evangélica da pobreza e do dom de si a Deus e ao próximo. Contemplado pelo Espírito Santo com muitos dons, como o do conselho, cura, graças e prodígios, foi durante sua vida religiosa, "visitado" muitas vezes na Santa Missa, pelo Menino Jesus, a Virgem Maria e por São Francisco de Assis.
Entretanto seu nome está ligado à grande obra dos "Retiros" da Ordem Franciscana. Seguindo o exemplo do beato Boaventura de Barcelona, fundou os "retiros" de sua Ordem em Civetela e Palombara Sabina, ambos na Itália.
As rígidas regras para as orações e vida religiosa se estenderam para todos os "Retiros" da sua Ordem em 1756, e se mantém até hoje na íntegra com a sua assinatura. Eles também serviram de base para os "retiros" de outras Ordens religiosas.
Toda a vida de Tomas de Cori se mostrou assim como sinal do Evangelho, testemunho do amor do Pai celeste, revelado em Cristo e operante no Espírito Santo, para a salvação do mundo.
Ele que morreu no dia 11 de janeiro de 1729, foi beatificado em 1786 e canonizado pelo papa João Paulo II em 1999.
Também são celebrados neste dia: Santo Alexandre de Fermo (bispo e mártir), Santa Honorata de Pavia (virgem, irmã do bispo Santo Epifânio), São Sálvio de Amiens (bispo), São Teodósio de Belém (abade), Santo Higino, São Teodósio, o cenobita da Capadócia.

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

AME PERDOANDO... PERDOE AMANDO...

AME PERDOANDO... PERDOE AMANDO...

          
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  Jesus disse: “Buscai primeiro o reino de Deus e o resto virá por acréscimo.”      
Ame a Deus, o resto virá por acréscimo, tudo o mais acontecerá normalmente. O Senhor Deus nos dá todo o seu amor e simplesmente pede que o amemos; Ele não nos obriga, Ele pede.
O Senhor respeita a nossa liberdade, mas Ele nos pede que O amemos em primeiro lugar e acima de tudo; além dos nossos entes queridos, o Senhor não quer dividir o nosso amor com o mundo, com as riquezas, com as futilidades, com as coisas que nos trazem um conforto momentâneo e enganador que não nos dá a paz interior.
O Senhor nos pede que o amemos através da pessoa que amamos, esposa, marido, dos nossos filhos, dos nossos pais, dos nossos irmãos, nossos amigos e até dos que não gostam de nós ou nós não nos simpatizamos com eles.
O Senhor Nosso Deus quer que O amemos através do nosso próximo.  “E se alguém diz: “Amo a Deus” mas odeia o seu irmão, é mentiroso, pois quem não ama a seu irmão, a quem vê, não é possível que ame a Deus, a quem não vê. Quem ama a Deus, ame seu irmão.” (1Jo 4,19-21).
Jesus nos diz no seu Evangelho: Este é o meu mandamento: amai-vos um aos outros como eu vos amei. Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida por seus amigos.” (Jo 15,12-13), e “Amarás o teu próximo...” 

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

DOENTES, OS AMADOS DO PAI

DOENTES, OS AMADOS DO PAI

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Quando lemos os Santos Evangelhos, verificamos que Jesus Cristo jamais passou por um doente sem lhe dirigir uma palavra, sem olhar para ele com carinho sem procurar aliviar as suas dores, sem lhe dar esperanças de dias melhores.
Quando Jesus Cristo encontrava um doente, ou um doente o procurava, jamais o doente partia da mesma maneira como chegara; Jesus Cristo o transformava, o consolava, o curava.
Podia ser tanto doente do corpo como da alma.; e normalmente somos mais doentes da alma do que do corpo. Cristo sempre procurou estar com os doentes para restabelecer a saúde, para dar a vida, porque foi ele mesmo quem falou: “Eu vim para que vocês tenham vida, e a tenham em abundância...” “...quem crer em mim, viverá eternamente...”.
É muito difícil existir uma família onde não se tenha uma pessoa doente.
Doente é uma pessoa amada por Deus, é uma pessoa que sofre por aqueles que não sabem sofrer; é uma pessoa que sofre  para a salvação de sua família, para a salvação de pessoas que ele conhece e até de pessoas que ele não conhece, que ele nunca ouviu falar.
Os doentes são as pessoas que mantém a humanidade unida a Deus, porque, é através do sofrimento que nos purificamos e é através do sofrimento dos nossos doentes que todos nos elevamos até Deus. 

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

SÃO SEVERINO DE NÓRICA - 410-482

SÃO SEVERINO DE NÓRICA - 410-482

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Severino viveu em pleno século V, quando o Ocidente era acometido por uma seqüência de invasões dos godos, visigodos, ostrogodos, vândalos, burgúndios, enfim, de toda uma horda de bárbaros pagãos que pretendiam dominar o mundo.
É nesse contexto de conflitos políticos e sociais que sua obra deve ser vista, porque esse foi justamente o motivo que a tornou ainda mais valorizada.
Durante essas sucessivas guerras, as vítimas da violência achavam abrigo somente junto aos representantes da Igreja onde encontramos Severino como um evangelizador cristão dos mais destacados e atuantes. É muito fácil seguir os passos de Severino nesta trilha de destruição.
Em 454, estava nos confins da Nórica e da Pomonia onde, estabelecido às margens do rio Danúbio, na Áustria, além de acolher a população ameaçada usava o local como ponto estratégico para pregar entre os bárbaros pagãos.
Já no ano seguinte estava em Melk e no mesmo ano em Ostembur, onde se fixou numa choupana para se entregar também à penitência. Esse seu ministério apostólico itinerante frutificou em várias cidades, com a fundação de inúmeros mosteiros.
Como possuía o dom da profecia, avisou com antecedência várias comunidades sobre sua futura destruição, acertando as datas com exatidão. Temos, por exemplo, o caso dos habitantes de Asturis, aos quais profetizou a morte pelas mãos de Átila, o rei dos hunos que habitavam a Hungria.
O povo além de não lhe dar ouvidos considerou o fato com ironia e gozação, mas tombou logo depois de Severino ter deixado o local. 

domingo, 7 de janeiro de 2018

“NÓS VIMOS A SUA ESTRELA NO ORIENTE, E VIEMOS PARA PRESTAR-LHE HOMENAGEM”. (Mt 2,2).

EPIFANIA DO SENHOR
Ano – B; Cor – Branco; Leituras: Is 60,1-6; Sl 71 (72); Ef 3,2-3.5-6; Mt 2,1-12.

“NÓS VIMOS A SUA ESTRELA NO ORIENTE, E VIEMOS PARA PRESTAR-LHE HOMENAGEM”. (Mt 2,2).

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Diácono Milton Restivo

Estamos terminando o Tempo do Natal e iniciando o Tempo Comum.
A liturgia abre o Tempo Comum com a festa da epifania do Senhor, ou seja, a sua manifestação aos demais povos do mundo nas pessoas dos Magos que o visitam e lhe trazem presentes.
A primeira manifestação, epifania de Jesus aconteceu logo após o seu nascimento, ainda quando repousava num cocho de animais e fora visitado pelos pastores que foram avisados pelos anjos do nascimento do “Salvador, que é o Messias, o Senhor” (Lc 2,8-20).
A segunda manifestação de Jesus foi quando os magos, homens sábios, vindos do Oriente e que haviam visto a sua “estrela”, saíram de suas terras e vieram até onde estava o menino Jesus para adorá-lo:
·         ”Onde está o rei dos judeus, que acaba de nascer? Porque nós vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo.” (Mt 2, 2).
Mais de mil e duzentos anos antes do nascimento de Jesus o Profeta Balaão já profetizara sobre essa estrela vista pelos magos:
·         “Eu o verei, mas não agora; eu o contemplarei, mas não de perto; nascerá uma estrela de Jacó, levantar-se-á uma vara de Israel...” (Nm 24,7).
A terceira epifania acontece no Batismo de Jesus no rio Jordão, ocasião em que o Pai celeste fez a apresentação de seu Filho, dizendo:

sábado, 6 de janeiro de 2018

SÃO JULIÃO E SANTA BASILISSA

SÃO JULIÃO E SANTA BASILISSA

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É um casal para figurar na história da Igreja com louvores.
Julião era filho de um casal cristão muito devoto e rico que lhe deu uma educação esmerada e requintada, desde a tenra idade.
Depois, desejosos de ver o filho bem casado, para constituir uma sólida e cristã família, decidiram consolidar o seu matrimônio, aos dezoito anos, com a jovem Basilissa.
Extremamente obediente, o rapaz que nunca havia mencionado seu voto de castidade à família, realizou o sonho dos pais e se casou com a bela e suave jovem, que como ele procedia de uma prospera e bem situada família seguidora dos mesmos preceitos cristãos que a de seu noivo.
Uma vez casados, Julião com gentileza conversou com a esposa Basilissa e juntos fizeram um pacto de consagração a Deus, para se dedicarem a Seu serviço, apesar do sacramento matrimonial .
Assim a união carnal não se concretizou e ambos permaneceram virgens. Somente, após a morte dos pais é que os dois puderam viver a vida espiritual na plenitude almejada. 

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

SANTO SIMEÃO - O ELITISTA - 390-463

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Simeão nasceu em 390, na cidade de Cilícia, atual Síria. Sua família era humilde e muito religiosa. Até a adolescência trabalhou como ajudante de seu pai no trato do gado.

SANTO SIMEÃO - O ELITISTA - 390-463

Era um jovem muito inteligente e perspicaz, possuía um temperamento dramático e as vezes exagerado, mesmo preferindo a vida solitária.
Tinha o hábito de ler o Evangelho, enquanto cuidava do rebanho, depois ia pedir explicações a um velho sacerdote que já percebera a vocação monástica de Simeão.
Certo dia, durante o sermão de uma missa, o sacerdote falou sobre a vida dos santos e fiéis. Explicou que a oração contínua, a vigília, o jejum, a humilhação e o sofrimento eram o caminho para a verdadeira felicidade, junto ao Pai Eterno.
Simeão neste momento, sentiu que queria se devotar completamente a Deus. Seguindo o seu íntimo, dirigiu-se para o mosteiro mais próximo e, depois de passar alguns dias jejuando na porta, foi admitido pelos monges.
Não ficou muito tempo porque até os monges acostumados às penitencias mais severas, ficaram assustados com os castigos que Simeão se impunha. No final de dois anos foi dispensado da comunidade. Então, foi para o severo mosteiro de Heliodoro, onde aumentou ainda mais suas penitências. Alí permaneceu durante dez anos. 

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

SANTA ÂNGELA DE FOLIGNO - 1248-1309

SANTA ÂNGELA DE FOLIGNO - 1248-1309

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A história de Santa Ângela, considerada uma das primeiras místicas italianas, poderia ser o roteiro de um romance ou novela, com final feliz, é claro.
Transformou-se de mulher fútil e despreocupada em mística e devota, depois literata, teóloga e, finalmente, santa. A data mais aceita para o nascimento de Ângela, em Foligno, perto de Assis e de Roma, é o ano 1248.
Ela pertencia à uma família relativamente rica e bem situada socialmente. Ainda muito jovem casou-se com um nobre e passou a levar uma vida ainda mais confortável, voltada para as vaidades, festas e recreações mundanas. Assim viveu até os trinta e sete anos, quando uma tragédia avassaladora mudou sua vida.
Num curto espaço de tempo perdeu os pais, o marido e todos os numerosos filhos, um a um. Mas, ao invés de esmorecer, uma mulher forte e confiante nasceu daquela sequência de mortes e sofrimento, cheia de fé em Deus e no seu conforto espiritual.
Como consequência, em 1291 fez os votos religiosos, doando todos os seus bens para os pobres e entrando para a Ordem Terceira de São Francisco, trocando a futilidade por penitências e orações. O dom místico começou a se manifestar quando Santa Ângela recebeu em sonho a orientação de São Francisco para que fizesse uma peregrinação a Assis. 

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

O SANTÍSSIMO NOME DE JESUS


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 “Por isso Deus o exaltou soberanamente e lhe outorgou o Nome que está acima de todos os nomes, para que ao Nome de Jesus se dobre todo joelho no céu, na terra e nos infernos. E toda língua confesse, para a glória de Deus Pai, que Jesus Cristo é Senhor.” (Fil 2, 9-11).
A Igreja celebra em 3 janeiro, de acordo como “ Diretório da Liturgia” da CNBB, a festa do Santíssimo Nome de Jesus; porque oito dias depois de seu nascimento, o Natal, São José o circuncidou e lhe colocou o nome de Jesus, conforme o Anjo tinha dito à Virgem Maria: “O anjo disse-lhe: Não temas, Maria, pois encontraste graça diante de Deus. Eis que conceberás e darás à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus. (Lc 1, 30-31).
E assim foi cumprido conforme a Lei de Moisés: “Completados que foram os oito dias para ser circuncidado o menino, foi-lhe posto o Nome de Jesus, como lhe tinha chamado o anjo, antes de ser concebido no seio materno”. (Lc 2, 21).
O nome de Jesus foi dado pelo céu; tanto assim que o Arcanjo Gabriel o confirma em sonho a José: “Enquanto assim pensava, eis que um anjo do Senhor lhe apareceu em sonhos e lhe disse: José, filho de Davi, não temas receber Maria por esposa, pois o que nela foi concebido vem do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho, a quem porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo de seus pecados. (Mt 1, 20-21). 

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

SANTO BASÍLIO (MAGNO) - 329-379

SANTO BASÍLIO (MAGNO) - 329-379

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Basílio nasceu em Cesaréia da Turquia, antiga Capadócia, no ano 329. Pertencia a uma família de santos. Seu avô morreu mártir na perseguição romana. Sua avó era Santa Macrina e sua mãe, Santa Amélia. A irmã, cujo nome homenageia a avó, era religiosa e se tornou santa.
Também, seus irmãos: São Pedro, bispo de Sebaste e São Gregório de Nissa, e seu melhor amigo São Gregório Nazianzeno, são honrados pela Igreja. Basílio estudou em Atenas e Constantinopla.
Mas, foi sua irmã Macrina que o levou para a vida religiosa.
Ela havia fundado um mosteiro onde as religiosas progrediam muito em santidade. Basílio decidiu ir para o Egito aprender com os monges do deserto este modo de viver em solidão.
Voltou, se consagrou monge e escreveu suas famosas "Constituições", a primeira Regra de vida espiritual destinada aos religiosos.
Neste livro se basearam os mais famosos fundadores de comunidades ao redigir os Regulamentos de suas Congregações. Basílio foi eleito bispo de Cesaréia, e nesta época o representante do Império tentou fazer com que ele renegasse a Fé, mas ele não o fez. 

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

SANTA MARIA, MÃE DE DEUS

SANTA MARIA, MÃE DE DEUS

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No dia primeiro de janeiro, no primeiro dia de cada ano, a primeira festa litúrgica comemorada pela nossa Santa Igreja é dedicada à Maria, sob o título de “Mãe de Deus”.
A Igreja começa o ano  festejando Maria e a invocando sob o título de “Mãe de Deus”. Não poderia a Igreja ter feito uma escolha melhor.
Quando festejamos Maria como a “Mãe de Deus”, estamos adorando ao Senhor Nosso Deus, estamos agradecendo ao Senhor pela mulher que ele mais amou e que escolheu para ser a sua própria mãe. Muitos querem negar esse título a Maria.      
Os que negam Maria como sendo verdadeiramente a Mãe de Deus, ainda não foram tocados pela graça de Deus, porque somente quem é tocado  pela graça de Deus pode dizer que Jesus é o Senhor e que Maria é a mãe do Senhor Jesus, e, portanto, a Mãe de Deus.
Quem nega que Maria é a Mãe de Deus está negando a divindade do próprio Senhor Jesus, porque Maria é a Mãe de Jesus nas suas duas naturezas, humana e divina, e Maria, sendo mãe de Jesus homem é também Mãe de Jesus Deus, e, portanto, Maria é Mãe de Deus, porque o Senhor Jesus é verdadeiro homem e verdadeiro Deus. Maria foi escolhida por Deus desde toda a eternidade para ser a ponte que ligaria o Criador às criaturas e, através desta ponte nos viria a salvação.