segunda-feira, 28 de agosto de 2017

SANTO AGOSTINHO DE HIPONA - 354-430

SANTO AGOSTINHO DE HIPONA - 354-430

Resultado de imagem para SANTO AGOSTINHO DE HIPONA - 354-430

Aurélio Agostinho, filho de Patrício e Mônica, nasceu no dia 13 de novembro de 354, na cidade de Tagaste, hoje região da Argélia, na África.
Era o primogênito de Patrício, um pequeno proprietário de terras, pagão. Sua mãe, ao contrário, era uma devota cristã, que agora celebramos, como santa Mônica, no dia 27 de agosto. Mônica procurou criar o filho no seguimento de Cristo.
Não foi uma tarefa fácil. Aliás, ela até adiou o seu batismo, receando que ele o profanasse. Mas a exemplo do provérbio que diz que "a luz não pode ficar oculta", ela entendeu que Agostinho era essa luz. Aos dezesseis anos de idade, na exuberância da adolescência, foi estudar fora de casa.
Na oportunidade, envolveu-se com a heresia maniqueísta e também passou a conviver com uma moça cartaginense, que lhe deu, em 372, um filho, Adeodato.
Assim era Agostinho, um rapaz inquieto, sempre envolvido em paixões e atitudes contrárias aos ensinamentos da mãe e dos cristãos. Possuidor de uma inteligência rara, depois da fase de desmandos da juventude centrou-se nos estudos e formou-se, brilhantemente, em retórica. Excelente escritor, dedicava-se à poesia e à filosofia. 

domingo, 27 de agosto de 2017

SANTA MÔNICA – MÃE DE SANTO AGOSTINHO

SANTA MÔNICA – MÃE DE SANTO AGOSTINHO

Resultado de imagem para SANTA MÔNICA – MÃE DE SANTO AGOSTINHO

Mônica, nascida em 331 e falecida em 386, é mãe de Santo Agostinho..
Monica nasceu na cidade de Tegaste, na Argélia, que fica no norte da África.
Filha de família abastada, foi criada por uma escrava que criava os filhos dos senhores. Os manuscritos que recolheram a tradição oral sobre Santa Mônica dizem que desde criança ela era muito religiosa e disciplinada. Sempre que podia, Mônica ajudava os mais pobres e demonstrava muita paciência e mansidão.
Casou-se aos dezessete ou dezoito anos com um nobre chamado Patrício.  
O casal ocupava razoável posição social. mas apesar disso Patrício era um decurião, (membro do conselho de Tegaste). Possuía terras, escravos e uma boa posição social. Patrício, porém, era homem rude e violento. Por isso, foi motivo de muito sofrimento e orações de Mônica. Mônica não era feliz no casamento, pois sofria com a infidelidade do marido. Por isso começou a atingir o ideal cristão de boa esposa e mãe, já que nunca criou discórdia embora sofresse.
Mônica teve três filhos: Agostinho, Navigio e Perpétua, que se tornou religiosa.
Agostinho era o mais velho e lhe causou muitas tristezas. A dificuldade com Agostinho chegou a tal ponto que, para ensiná-lo que nossas ações neste mundo tem consequências, Mônica o proibiu de entrar  em casa. Mas ela nunca deixou de rezar pela conversão do filho. Rezava também pela conversão do marido e de Navigio, sempre com muita perseverança e paciência, nunca desistiu de sua fé cristã. 

sábado, 26 de agosto de 2017

“E VOCÊS, QUEM DIZEM QUE EU SOU?” (Mt 16,13-20).

XXI DOMINGO DO TEMPO COMUM

“E VOCÊS, QUEM DIZEM QUE EU SOU?” (Mt 16,13-20).

Resultado de imagem para “E VOCÊS, QUEM DIZEM QUE EU SOU?” (Mt 16,13-20).

Diácono Milton Restivo

Para entendermos o conteúdo da primeira leitura, há necessidade de que conheçamos a situação do povo judaico na época desses acontecimentos e, principalmente, que seja lido integralmente o capítulo 22 de Isaías.
Na passagem lida nesta liturgia, o profeta Isaias chama a atenção das autoridades judaicas que se banqueteavam num momento de grande atribulação do povo que estava sendo atacado por nações estrangeiras.
Nos momentos de trégua dos ataques dessas nações, as autoridades festejavam como se os ataques não mais acontecessem e não voltariam a acontecer. Segundo o rodapé da Bíblia Edição Pastoral, esse oráculo foi pronunciado logo após a retirada do exército assírio que cercava Jerusalém no ano 701 aC.
Para Isaías a ameaça assíria era um castigo de Yahweh para que Jerusalém se arrependesse de seus pecados. Em vez de reconhecer os pecados e converter-se, o povo, incitado pelas autoridades, se vangloria e festeja, sem perceber que a retirada do inimigo é apenas uma concessão de Yahweh para que o povo se recomponha e, ao invés de se preparar para novos ataques do inimigo, faz festas.
Por isso, Isaías adverte: “Vocês só não olharam para aquele que fez tudo; só não enxergaram aquele que, de longe, planejou tudo isso. Nesse dia Yahweh dos exércitos tinha chamado para chorar e bater no peito, para raspar a cabeça  e vestir luto. Em vez disso, o que se viu foi divertimento e alegria, matança de bois e abate de ovelhas, gente comendo carne e  bebendo vinho: ‘Comamos e bebamos, que amanhã morreremos.’ Yahweh dos exércitos  disse ao meu ouvido: ‘Juro que esse pecado não será reparado até a morte de vocês’ – disse Yahweh dos exércitos.” (Is 22,11b-14). Mas nem o rei, nem as autoridades e nem o povo procuraram entender a admoestação de Yahweh pronunciado pelo seu porta-voz, Isaías. 

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

SÃO JOSÉ CALASANZ - 1558-1648

SÃO JOSÉ CALASANZ - 1558-1648

Resultado de imagem para SÃO JOSÉ CALASANZ - 1558-1648

       Fundou a Congregação dos Clérigos Pobres Regulares da Mãe de Deus das Pias Escolas.
José Calasanz nasceu num castelo de Peralta de La Sal, em Aragão, na Espanha, em 31 de julho de 1558. Procedente de uma família nobre e muito religiosa, ele foi educado no rigor do respeito aos mandamentos de Deus.
Desde cedo, mostrou sua vocação religiosa, mesmo contrariando seu pai, que o queria na carreira militar. José tanto insistiu que foi enviado para estudar teologia na Universidade de Valência, para concluir seu propósito de servir a Deus.
Ao terminar os estudos, aplicou-se nos exercícios de piedade e práticas de penitência a fim para manter-se longe das tentações e no seguimento de Cristo. Recebeu a ordenação sacerdotal em 1583, embora sem a presença do pai, que ainda não cedera à sua vocação. Inicialmente, foi para um mosteiro, desejando uma vida de solidão.
Mas seu bispo, percebendo nele um alto grau de inteligência, disse-lhe que sua missão era a pregação. Assim, dedicou-se à atividade pastoral, sendo muito querido por todos os fiéis e bispos, que lhe davam vários encargos importantes a serem executados junto à Santa Sé.
Em 1592, José Calasanz encontrou o caminho para a sua vocação: a educação e formação de jovens pobres e abandonados. Inicialmente, como membro da Confraria da Doutrina Cristã, atuando junto aos jovens pobres da paróquia de Santa Dorotéia, onde era vigário cooperador.
Em 1597, fundou a primeira escola gratuita para crianças pobres, seguindo entusiasmado pelo grande número de voluntários que se agregavam à obra. 

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

SÃO BARTOLOMEU – APÓSTOLO

SÃO BARTOLOMEU – APÓSTOLO

Resultado de imagem para SÃO BARTOLOMEU – APÓSTOLO

Bartolomeu, também chamado Natanael, foi um dos doze primeiros apóstolos de Jesus. 
É assim descrito nos evangelhos de João, Mateus, Marcos e Lucas, e também nos Atos dos Apóstolos. 
Bartolomeu nasceu em Caná, na Galiléia, uma pequena aldeia a quatorze quilômetros de Nazaré. 
Era filho do agricultor Tholmai. No Evangelho, ele também é chamado de Natanael. Em hebraico, a palavra "bar" que dizer "filho" e "tholmai" significa "agricultor". 
Por isso os historiadores são unânimes em afirmar que Bartolomeu-Natanael trata-se de uma só pessoa. 
Seu melhor amigo era Filipe e ambos eram viajantes. Foi o apóstolo Filipe que o apresentou ao Messias. 
Até esse seu primeiro encontro com Jesus, Bartolomeu era cético e, às vezes, irônico com relação às coisas de Deus. Porém, depois de convertido, tornou-se um dos apóstolos mais ativos e presentes na vida pública de Jesus. 
Mas a melhor descrição que temos de Bartolomeu foi feita pelo próprio Mestre: "Aqui está um verdadeiro israelita, no qual não há fingimento".
Ele teve o privilégio de estar ao lado de Jesus durante quase toda a missão do Mestre na terra. Compartilhou seu cotidiano, presenciou seus milagres, ouviu seus ensinamentos, viu Cristo ressuscitado nas margens do lago de Tiberíades e, finalmente, assistiu sua ascensão ao céu.

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

“BEM-AVENTURADOS OS QUE SOFREM PERSEGUIÇÃO...” (M, 5,10).

“BEM-AVENTURADOS OS QUE SOFREM PERSEGUIÇÃO...” (M, 5,10).

    
Resultado de imagem para “BEM-AVENTURADOS OS QUE SOFREM PERSEGUIÇÃO...” (M, 5,10).

     A responsabilidade dos que aderem totalmente a Jesus Cristo é muito grande.
A responsabilidade do cristão autêntico pesa-lhe nos ombros porque, por onde quer que ele viva, esteja ou ande, existem sempre centenas de olhos a observar as suas ações e atitudes e a verificar se, o que ele faz, está em conformidade com aquilo que ele fala e prega.
Somente com a sua presença, o cristão autêntico incomoda os que não agem direito; somente a presença do cristão verdadeiro incomoda os que não andam de acordo com o modo de agir e pensar do Senhor Jesus, pois com age de maneira pecaminosa e dúbia não pode se sentir bem na presença de quem irradia luz e verdade, a exemplo do Mestre.
O cristão consciente reprova as transgressões que os ímpios fazem contra a lei, a normas de boa conduta e o respeito aos irmãos, e, a voz do cristão, é sempre uma condenação e acusação contra a imoralidade reinante na sociedade e em todos os lugares onde os maus se fazem presentes; e é por isso que o cristão autêntico está sendo sempre observados por aqueles que não observam as leis do Senhor, porque os maus não toleram os bons que, com o seu modo de vida de conformidade com os ensinamentos do Mestre, condenam o modo de vida e de procedimento dos maus.
A responsabilidade dos cristãos autênticos e fieis aos ensinamentos, aos mandamentos e às leis do Senhor, promulgadas através das Sagradas Escrituras e ratificadas pelo Divino Mestre, é muito grande, porque o mundo e os maus estão sempre observando os seus atos, e os maus fazem festas quando o cristão comete falhas, caem, porque assim os maus se sentem mais aliviados e dirão que os cristãos, seguidores do Mestre, não são coerentes com o que falam e pregam. 

terça-feira, 22 de agosto de 2017

VIRGEM MARIA RAINHA

VIRGEM MARIA RAINHA

Resultado de imagem para VIRGEM MARIA RAINHA

"O Espírito Santo virá sobre ti, e o poder do Altíssimo vai te cobrir com a sua sombra; por isso o Santo que nascer será chamado Filho de Deus". Disse, então, Maria: "Eu sou a serva do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra!" (Lc. 1,37-38). 
Ainda Lucas, nos Atos dos apóstolos, coloca Maria no meio dos apóstolos, recolhida com eles em oração. 
Ela constitui o vínculo que mantém unidos ao Ressuscitado aqueles homens ainda não robustecidos pelos dons do Espírito Santo. 
Pois a sua extraordinária humildade e fé total na palavra do anjo, que fez descer sobre a Terra um Deus ainda mais humilde do que ela. 
E, através de suas virginais virtudes e pureza de coração, Maria ficou ainda mais próxima de seu Filho. Maria é Rainha, porque é a Mãe de Jesus Cristo, o Rei. 
Ela é Rainha porque supera todas as criaturas em santidade. "Ela encerra em si toda a bondade das criaturas", diz Dante na Divina Comédia. Tudo que se refere ao Messias traz a marca da divindade. Assim, todos os cristãos vêem em Maria a superabundante generosidade do amor divino, que a acumulou de todos os bens. 
A Igreja convida o povo a invocá-la não só com o nome de Mãe, mas também com aquele de Rainha, porque ela foi coroada com o duplo diadema, de virgindade e de maternidade divina.

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

SÃO PIO X – PAPA - 1835-1914

SÃO PIO X – PAPA - 1835-1914

Resultado de imagem para SÃO PIO X – PAPA - 1835-1914

Seu nome de batismo era José Melquior Sarto, oriundo de família humilde e numerosa, mas de vida no seguimento de Cristo. 
Nasceu numa pequena aldeia de Riese, na diocese de Treviso, no norte da Itália, no dia 2 de junho de 1835. 
Desde cedo, José demonstrava ser muito inteligente e, por causa disso, seus pais fizeram grande esforço para que ele estudasse. 
Todos os dias, durante quatro anos, o menino caminhava com os pés descalços por quilômetros a fio, tendo no bolso apenas um pedaço de pão para o almoço. E desde criança manifestou sua vontade de ser padre. 
Quando seu pai faleceu, sua mãe, Margarida, uma camponesa corajosa e pia, não permitiu que ele abandonasse o caminho escolhido para auxiliar no sustento da casa. 
Ficou no seminário e, aos vinte e três anos, recebeu a ordenação sacerdotal com mérito nos estudos. 
Teve uma rápida ascensão dentro da Igreja. Primeiro, foi vice-vigário em uma pequena aldeia, depois vigário de uma importante paróquia, cônego da catedral de Treviso, bispo da diocese de Mântua, cardeal de Veneza e, após a morte do grande papa Leão XIII, foi eleito seu sucessor, com o nome de Pio X, em 1903. 
No Vaticano, José Sarto continuou sua vida no rigor da simplicidade, modéstia e pobreza. Surpreendeu o mundo católico quando adotou como lema de seu pontificado "restaurar as coisas em Cristo". Tal meta traduziu-se em vigilante atenção à vida interna da Igreja.

domingo, 20 de agosto de 2017

ASSUNÇÃO DE MARIA AOS CÉUS

ASSUNÇÃO DE MARIA

Resultado de imagem para ASSUNÇÃO DE MARIA

Assunção de Maria torna-se para nós um sinal de esperança certa e de consolação!
“Naqueles dias, Maria partiu para a região montanhosa, dirigindo-se apressadamente a uma cidade...” (Lc 1,39). As palavras deste trecho evangélico fazem-nos vislumbrar, com os olhos do coração, a jovem de Nazaré a caminho da cidade da Judeia, onde morava a sua prima, para lhe oferecer os seus serviços. Aquilo que nos surpreende acima de tudo, em Maria, é a sua atenção repleta de ternura pela sua parente idosa. Trata-se de um amor concreto, que não se limita a palavras de compreensão, mas que se compromete pessoalmente numa verdadeira assistência.
À sua prima, a Virgem não dá simplesmente algo que lhe pertence; Ela dá-se a si mesma, sem nada exigir como retribuição. Ela compreendeu de maneira perfeita que, mais do que um privilégio, o dom recebido de Deus constitui um dever, que a empenha no serviço aos outros, na gratuidade que é própria do amor.
“A minha alma proclama a grandeza do Senhor...” (Lc 1,46). No seu encontro com Isabel, os sentimentos de Maria brotam com vigor no cântico do Magnificat.

sábado, 19 de agosto de 2017

ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA

FESTA DA ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA

“A MINHA ALMA ENGRANDECE AO SENHOR, E O MEU ESPÍRITO SE ALEGRA EM DEUS, MEU SALVADOR.” (Lc 1,46).

Resultado de imagem para ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA

Diácono Milton Restivo

“Eu era pequeno, nem me lembro, só lembro que a noite, aos pés da cama, juntava as mãozinhas e rezava apressado, mas rezava como alguém que ama...”
Essa música, do Padre Zézinho, “Maria da minha infância”, retrata bem como foi o nosso relacionamento com Maria na nossa infância e adolescência, e como está sendo o nosso relacionamento com Maria ainda hoje.
Com fé, amor e devoção, quando éramos crianças juntávamos nossas mãos em oração e rezávamos, inocentemente, a prece da Ave Maria, repetindo palavras que nem sabíamos direito os seus significados, mas com que confiança que rezávamos.
Que segurança sentíamos quando nos dirigíamos a Maria, repetindo as palavras de nossa mãe ou avó, aquela oração que fazia e faz de Maria a mais cheia de graça, a mais pura entre as mulheres. Mas isso, quando éramos pequenos. Quando éramos crianças.
Que confiança as crianças tem na mãezinha do céu.  
Desde crianças aprendemos amar Maria. Desde pequenos aprendemos que Maria é a mãe de Deus e a nossa querida Mãe do céu.   E, como crianças, aceitamos com honestidade e boa vontade amar Maria, aceitamos passivamente Maria como nossa boa Mãe do céu, porque é a nossa mãe da terra que assim nos ensinou. 

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

SANTA HELENA

SANTA HELENA

Resultado de imagem para SANTA HELENA

Flávia Júlia Helena, esse era o seu nome completo. Nasceu em meados do século III, na Bitínia, Ásia Menor. 
Era descendente de uma família plebéia e tornou-se uma bela jovem, inteligente e bondosa. Trabalhava numa importante hospedaria na sua cidade natal quando conheceu o tribuno Constâncio Cloro. 
Apaixonados, casaram-se. Mas quando o imperador Maximiano nomeou-o co-regente, portanto seu sucessor, exigiu que ele abandonasse Helena e se casasse com sua enteada Teodora. 
Isso era possível porque a lei romana não reconhecia o casamento entre nobres e plebeus. 
O ambicioso Constâncio obedeceu. Entretanto levou consigo para Roma o filho Constantino, que nascera em 274 da união com Helena, que ficou separada do filho por quatorze anos. 
Com a morte do pai em 306, Constantino mandou buscar a mãe para junto de si na Corte. Ela já se havia convertido e tornado uma cristã fervorosa e piedosa.
O jovem Constantino, auxiliado pela sabedoria de Helena, conseguiu assumir o trono como o legítimo sucessor do pai. Primeiro, tornou-se governador; depois, o supremo e incontestável imperador de Roma, recebendo o nome de Constantino, o Grande. 
Para tanto, teve de vencer seu pior adversário, Maxêncio, na histórica batalha travada, em 312, às portas de Roma. Conta a história que, durante a batalha contra Maxêncio, seu exército estava em desvantagem. Influenciado por Helena, que tentava convertê-lo, Constantino teve uma visão. Apareceu-lhe uma cruz luminosa no céu com os seguintes dizeres: "Com este sinal vencerás". 
Imediatamente, mandou pintar a cruz em todas as bandeiras e, milagrosamente, venceu a batalha. Nesse mesmo dia, o imperador mandou cessar, imediatamente, toda e qualquer perseguição contra os cristãos e editou o famoso decreto de Milão, em 313, pelo qual concedeu liberdade de culto aos cristãos e deu a Helena o honroso título de "Augusta".

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

SÃO JACINTO DE CRACÓVIA - 1183-1125

SÃO JACINTO DE CRACÓVIA - 1183-1125

Resultado de imagem para SÃO JACINTO DE CRACÓVIA - 1183-1125

Batizado com o nome de Jacko, ele nasceu em 1183, na antiga Kramien, hoje Cracóvia, na Polônia. Alguns biógrafos dizem que pertencia à piedosa família Odrovaz, da pequena nobreza local. 
Desde cedo, aprendeu a bondade e a caridade, despertando, assim, sua vocação religiosa. 
Antes de ingressar na Ordem dos Predicadores de São Domingos, ele era cônego na sua cidade natal. 
Foi em Roma que conheceu Domingos de Gusmão, fundador de uma nova Ordem, a dos padres predicadores. 
Pediu seu ingresso e foi aceito na nova congregação. 
Depois de um breve noviciado, concluído em Bolonha, provavelmente em 1221, vestiu o hábito dominicano e tomou o nome de frei Jacinto. 
Na ocasião, foi o próprio são Domingos que o enviou de volta à sua pátria com um companheiro, frei Henrique da Morávia. Assim iniciou sua missão de grande pregador. 
O trabalho que ele teria de desenvolver na Polônia fora claramente fixado pelo fundador. Jacinto fundou, em Cracóvia, um mosteiro da Ordem de São Domingos. 
Depois de pregar por toda a diocese, mandou alguns dominicanos missionários para a Prússia, Suécia e Dinamarca, pois esses países pagãos careciam de evangelização. 
O grande afluxo de religiosos à nova Ordem permitiu, em 1225, por ocasião do capítulo provincial, que se decidisse a fundação de cinco novos mosteiros na Polônia e na Boêmia.

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

SÃO CIPRIANO - SÉC. III

SÃO CIPRIANO - SÉC. III

Resultado de imagem para SÃO CIPRIANO - SÉC. III

Cipriano era filho de uma nobre e rica família africana de Cartago, capital romana na no norte da África. Foi considerado um dos personagens mais empolgantes e importantes do século III. 
Primeiro pelo destaque alcançado como advogado, quando ainda era pagão. 
Depois por ser considerado um mestre da retórica e defensor irrestrito da unidade da Igreja. 
Mas o fator principal foi sua conversão ao cristianismo, já na maturidade, entre os trinta e cinco e quarenta anos de idade, causando um grande alvoroço e espanto na sociedade da época. 
Cipriano não deixou apenas sua vida de pagão, mas também distribuiu quase toda a sua fortuna entre os pobres, renunciando à ciência profana da qual se alimentara até então. 
Com muito pouco tempo, foi ordenado sacerdote e, por eleição direta do clero e do povo, imediatamente substituiu o bispo de Cartago logo após sua morte. 
Cipriano o fez contrariando seu próprio desejo, mas em obediência à Igreja. Nos anos de 249 a 258, durante o episcopado de Cipriano, a Igreja africana passou por sérios problemas. Os imperadores Valeriano e Décio empreenderam uma perseguição sem tréguas aos cristãos. 
Além disso, uma grande e terrível peste atacou o norte da África, causando muitas mortes e sofrimento. Como se não bastasse, a Igreja ainda se agitava com problemas doutrinários, internamente. 
Durante a perseguição do imperador Décio, em 249, grande número de fiéis e sacerdotes, até mesmo bispos, fraquejaram perante as torturas e renunciaram à fé cristã. Por esses atos ficaram conhecidos como "cristãos lapsos". 
A Igreja, então, mergulhou, definitivamente, na polêmica do "lapso", criando o seu primeiro grande cisma, isto é, uma divisão entre o clero.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

ASSUNÇÃO DE MARIA AOS CÉUS

ASSUNÇÃO DE MARIA AOS CÉUS

Resultado de imagem para ASSUNÇÃO DE MARIA AOS CÉUS

Como é gostoso e reconfortante termos a nossa mãe da terra, e como é maravilhoso termos a nossa mãe do céu que é Maria. Tenho pena e dó daqueles que não aceitam Maria como Mãe. 
Se o próprio Jesus a escolheu como mãe porque cumulou nela todas as virtudes e graças como sendo a única mulher deste mundo que poderia cuidar de um Deus feito homem recém-nascido; e foi a Maria que o Senhor Nosso Deus entregou o maior tesouro que possa existir em todo o universo: o seu próprio Filho.
Jesus Cristo obedeceu a Maria em sua infância, adolescência, mocidade e a amou por toda a sua vida e a respeitou como um filho deve respeitar sua mãe até o dia em que, no alto de uma cruz, ao ver que sua missão havia terminado aqui na terra, num gesto extremo de amor, nos dá Maria como Mãe já que ele, Jesus Cristo, partiria para a casa do Pai. 
Eu tenho pena daqueles que não aceitam Maria como Mãe, porque são órfãos de mãe, e somente quem é órfão aqui na terra pode dizer o que é ser órfão de mãe. Jesus diz no seu Evangelho: “Se vocês não se tornarem crianças, vocês não entrarão no reino dos céus”. (Mt 18,3), e se não nos tornarmos crianças não poderemos nos agasalhar no colo materno de Maria. Quem está com Maria não está longe de Deus.
Para conhecermos de verdade Maria, para encontrarmos dentro de sua humildade todo o esplendor da graça da qual Deus Pai sempre a cumulou, precisamos ler muito o que os santos e santas que a amaram de verdade e a reverenciaram em toda as suas vidas disseram e escreveram sobre Maria e como eles, santos e santas, descobriram em Maria virtudes incalculáveis, tesouros com valores infinitos e como eles se colocaram sob a proteção maternal de Maria, sendo que Maria, como Mãe de Deus e nossa também a nós dedica proteção materna.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

SÃO MAXIMILIANO MARIA KOLBE - 1894-1941

SÃO MAXIMILIANO MARIA KOLBE - 1894-1941

Resultado de imagem para SÃO MAXIMILIANO MARIA KOLBE - 1894-1941

Fundou o apostolado mariano "Milícia da Imaculada". Maximiliano Maria Kolbe nasceu no dia 8 de janeiro de 1894, na Polônia, e foi batizado com o nome de Raimundo. 
Sua família era pobre, de humildes operários, mas muito rica de religiosidade. Ingressou no Seminário franciscano da Ordem dos Frades Menores Conventuais aos treze anos de idade, logo demonstrando sua verdadeira vocação religiosa. 
No colégio, foi um estudante brilhante e atuante. Na época, manifestou seu zelo e amor a Maria fundando o apostolado mariano "Milícia da Imaculada". Concluiu os estudos em Roma, onde foi ordenado sacerdote, em 1918, e tomou o nome de Maximiliano Maria. Retornando para sua pátria, lecionou no Seminário franciscano de Cracóvia. 
O carisma do apostolado de padre Kolbe foi marcado pelo amor infinito a Maria e pela palavra: imprensa e falada. 
A partir de 1922, com poucos recursos financeiros, instalou uma tipografia católica, onde editou uma revista mariana, um diário semanal, uma revista mariana infantil e uma revista em latim para sacerdotes. Os números das tiragens dessas edições eram surpreendentes. 
Mas ele precisava de algo mais, por isso instalou uma emissora de rádio católica. Chegou a estender suas atividades apostólicas até o Japão. 
O seu objetivo era conquistar o mundo inteiro para Cristo por meio de Maria Imaculada.

domingo, 13 de agosto de 2017

BEM-AVENTURADA IRMÃ DULCE DOS POBRES - 1914-1992

BEM-AVENTURADA IRMÃ DULCE DOS POBRES - 1914-1992

Resultado de imagem para BEM-AVENTURADA IRMÃ DULCE DOS POBRES - 1914-1992

Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes nasceu no dia 26 de maio de 1914, na Bahia, Brasil. 
Era a segunda filha do casal, Augusto Lopes Pontes, e Dulce Souza Brito, que já tinha quatro outros filhos. 
Sua mãe morreu aos vinte e seis anos, quando ela tinha apenas seis anos de idade, porém, teve uma infância feliz, com os irmãos e os parentes, que procuravam compensar a grande perda. 
Certo dia, a menina foi com uma tia materna visitar os pobres de um convento. Foi diante de tanta privação e sofrimento que a pequena decidiu: "Quero ser freira e dedicar minha vida aos pobres". E isso ela nunca esqueceu. 
Maria Rita se desenvolveu pouco fisicamente, tornou-se uma mulher pequenina e de aparência muito frágil. Mas aos dezenove anos, após diplomar-se professora, ingressou na Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, em Sergipe e, aos vinte anos, fez sua profissão religiosa, assumindo o nome de Irmã Dulce, em homenagem à mãe. 
Determinada a atender os mais carentes, voltou à Bahia em 1934, iniciando um trabalho de assistência à comunidade pobre de Alagados e Itapagipe. 
Nesse mesmo ano funda a União Operária São Francisco, primeiro movimento cristão operário de Salvador. A imprensa começa a chamá-la de Irmã Dulce dos Pobres, o anjo dos Alagados.

sábado, 12 de agosto de 2017

JESUS CAMINHA SOBRE AS ÁGUAS

XIX DOMINGO DO TEMPO COMUM
Ano – A; Cor – verde; Leituras: 1Rs 19,9.11-13; Sl 84 (85); Rm 9,1-5; Mt 14,22-23.

“CORAGEM, SOU EU, NÃO TENHAM MEDO.” (Mt 14,27).

Resultado de imagem para JESUS CAMINHA SOBRE AS ÁGUAS

Diácono Milton Restivo

Na nossa vida, às vezes, parece que estamos num mar de rosas; tudo é realização, tudo é maravilhoso, tudo dá certo, tudo vai bem como sempre desejaríamos que fosse, mas no nosso cancioneiro de música popular existe uma música com o verso seguinte: “Tristeza não tem fim, felicidade sim...” e, bem por isso, de repente, como num estalar de dedos, parece tudo ao contrário: sentimos-nos mergulhados numa depressão, numa tristeza, numa angustia que parece não ter fim; dá-nos a impressão que estamos caminhando sobre as águas e sentimos que, num relance, nos falta a força, coragem, confiança, apoio e estamos sozinhos, dando-nos a sensação que vamos submergir, sem chances de nos afirmarmos ou ter alguém que nos socorra.
Quantas vezes falta-nos confiança em tudo e em todos; dá-nos a impressão que ninguém, mas ninguém mesmo, nos compreende e que todos viraram as costas, deixando-nos entregues à nossa própria sorte. Nessas condições nos desesperamos, deixamos de acreditar em tudo e em todos e, nessa descrença, chegamos ao cúmulo de perguntar: “Onde está Deus?”.
Isso aconteceu com o profeta Elias, como vemos na primeira leitura e com os discípulos de Jesus, como vemos no Evangelho e, finalmente, com Pedro, que não acreditou no poder de Jesus e começou a afundar enquanto caminhava sobre as águas do mar.
O profeta Elias havia se desentendido com os sacerdotes do deus Baal, idolatria que afastava o povo de Israel de Yahweh, e estava sendo perseguido pela rainha Jezabel, que também era adoradora desse ídolo (cf 1Rs 18,19-46).

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

DEUS MISERICORDIOSO.

DEUS MISERICORDIOSO.

Resultado de imagem para DEUS MISERICORDIOSO.

O Senhor, antes de mais nada e acima de tudo, é um Deus de misericórdia, o Deus do perdão.
Deus é um Deus justo, justíssimo e a sua justiça comanda todo o universo e coloca todas as coisas nos seus devidos lugares. Mas, acima da justiça de Deus, está a sua misericórdia. 
Que seria de nós se o Senhor aplicasse em todos nós a sua justiça? 
Onde estaríamos, se o Senhor usasse conosco somente de sua justiça, esquecendo-se de sua misericórdia? Se não fosse a misericórdia do Senhor, estaríamos todos perdidos, irremediavelmente perdidos. 
As Sagradas Escrituras nos mostram, a todos os momentos, a misericórdia do Senhor, a começar pela criação do homem e sua expulsão do paraíso; o Senhor não havia promulgado a pena de morte se o homem o desobedecesse, comendo do fruto do bem e do mal? "Mas da  árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás, porque o dia em que dela comeres terás que morrer." (Gn 2,17). 
E, induzido pelo demônio na figura da serpente e convidado pela mulher, o homem comeu do fruto dessa árvore (Gn 3,1-13), e o que aconteceu ao homem?

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

SÃO LOURENÇO, DIÁCONO

SÃO LOURENÇO, DIÁCONO

Resultado de imagem para SÃO LOURENÇO, DIÁCONO

O cargo de diácono era de grande responsabilidade, pois consistia no cuidado dos bens da Igreja e a distribuição de esmolas aos pobres. No ano 257, o imperador romano Vaaleriano decretou a perseguição aos cristãos e, ao ano seguinte, foi detido e decapitado o Papa Sisto II.
Segundo as tradições, quando o Papa São Sisto se dirigia ao local da execução, São Lourenço ia junto a ele e chorava. "aonde vai sem seu diácono, meu pai?", perguntava-lhe. O Pontífice respondeu: "Não pense que te abandono, meu filho, pois dentro de três dias me seguirá".
Após a execução do Papa, o imperador ameaçou a Igreja para entregar as suas riquezas no prazo de 3 dias. Passados três dias, São Lourenço levou as pessoas que foram auxiliadas pela Igreja e os fiéis cristãos diante do imperador. Depois, exclamou a seguinte frase que lhe valeu a morte: "Estes são o património (riquezas) da Igreja". O imperador, furioso e indignado, mandou prendê-lo, e ser queimado vivo sobre um braseiro ardente, por cima de uma grelha. A tradição católica diz que o santo conservou seu bom humor mesmo enquanto era executado, dizendo aos que o queimavam: "podem me virar agora, pois este lado já está bem assado".
Tornou-se um mártir cristão e é considerado um servo fiel da Igreja. 

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

SÃO JOÃO MARIA VIANNEY – O CURA DE ARS

SÃO JOÃO MARIA VIANNEY – O CURA DE ARS

Resultado de imagem para SÃO JOÃO MARIA VIANNEY – O CURA D'ARS

Jean-Marie Baptiste Vianney nasceu em 8 de maio de 1786, na localidade de Dardilly, dez quilômetros ao noroeste da cidade de Lyon, França. Seus pais, Mateus e Maria, tiveram sete filhos, ele foi o quarto. Gostava de frequentar a igreja e desde a infância dizia que desejava ser um sacerdote.
Vianney só foi para a escola na adolescência, quando abriram uma na sua aldeia, escola que frequentou por dois anos apenas, porque tinha de trabalhar no campo. Foi quando aprendeu a língua francesa, pois em sua casa se falava um dialeto regional.
Para seguir a vida religiosa, teve de enfrentar muita oposição de seu pai. Mas com a ajuda do pároco, aos vinte anos de idade ele foi para o seminário de Écully, onde surgiram os obstáculos por causa de sua falta de instrução.
Foram poucos os que vislumbraram a sua capacidade de raciocínio. Para os professores e superiores, era considerado um rude camponês, que não tinha inteligência suficiente para acompanhar os outros seminaristas, especialmente de filosofia e teologia. Entretanto era um verdadeiro exemplo de obediência, caridade, piedade e perseverança na fé em Cristo.
Em 1815, João Maria Batista Vianney foi ordenado sacerdote. Mas com um impedimento: não poderia ser confessor. Não era considerado capaz de guiar consciências. Porém para Deus ele era um homem extraordinário e foi por meio desse apostolado que o dom do Espírito Santo manifestou-se sobre ele. Transformou-se num dos mais famosos e competentes confessores que a Igreja já teve.
Durante o seu aprendizado em Écully, o abade Malley havia percebido que ele era um homem especial e dotado de carismas de santidade. Assim, três anos depois, conseguiu a liberação para que pudesse exercer o apostolado plenamente. Foi então designado vigário geral na cidade de Ars-sur-Formans.

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

MARIA, CONSOLO DAS MÃES ATRIBULADAS

MARIA, CONSOLO DAS MÃES ATRIBULADAS

Resultado de imagem para MARIA, CONSOLO DAS MÃES ATRIBULADAS

É muito comum ouvirmos mães reclamarem que seus filhos adolescentes em lhe trazendo desgostos, apreensão, contra tempos e muitas tristezas. 
Dizem que seus filhos estão envolvidos com pessoas perigosas, participam de brigas, e muitas mães desconfiam que seus filhos adolescentes estejam fazendo uso de drogas. 
E essas mães, nesses desabafos, nessa angústia, perguntam o que poderia ser feito numa situação como essa. 
Esse é um problema muito comum nas nossas famílias, hoje em dia. Jovens desajustados, carentes de compreensão, de afeto, do diálogo familiar e, por isso, partem para novas aventuras, procurando fora o que não encontram dentro de suas casas, com os pais, com  os irmãos. 
Um jovem que em casa não encontra a compreensão dos pais para ajudá-lo a superar e solucionar os seus problemas, que para ele não são poucos, não tem o afeto e o apoio da família quando enfrentam contra tempos, não tem diálogo em casa para, numa conversa franca e leal expor os seus problemas, as suas dúvidas, os seus receios, as suas amarguras, as suas desilusões, esse jovem logicamente tem necessidade de alguém que lhe dê atenção, que lhe ouça, de alguém que o compreende, de alguém que o apoie, e quando não encontra isso dentro de sua própria casa, com sua família, com seus pais, ele procura fora de casa, longe da família, pessoa ou pessoas que perdem um tempinho para ouvi-lo. 
Mas, infelizmente, essas pessoas geralmente não são bem intencionadas, não são as mais recomendadas para servirem de conselheira para esse jovem necessitado. 
São pessoas que, a princípio, ouve o jovem com carinho e atenção, mas depois pervertem a sua personalidade, os seus costumes, e o introduz numa vida diferente e perigosa. Mas, mesmo assim o jovem se sente bem, porque está encontrando naquela pessoa, ou naquele grupo de pessoas o que a família não lhe dá, o que ele não encontra no seio de sua família, o que os pais lhe negam: o diálogo, a atenção, a compreensão.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

MARIA, MÃE COMO AS NOSSAS MÃES

MARIA, MÃE COMO AS NOSSAS MÃES

Resultado de imagem para MARIA, MÃE COMO AS NOSSAS MÃES

Desde que falo de Maria, sempre procurei mostrá-la como a mulher simples e humilde que foi em toda a sua existência. 
Sempre procurei mostrar Maria sem mantos de veludo e coroas cravejadas de diamantes, que foram os próprios homens que colocaram em suas imagens e que tanto afasta Maria do povo, afasta Maria das pessoas simples e dos pobres, que são os amados de Jesus Cristo. 
E para falar por um outro prisma de Maria, nada melhor do que pegar as palavras de João Mohama, quando ele escreve sobre o terceiro encontro de Maria com o seu filho Jesus em seu livro “Os mais belos encontros de Cristo.” 
E, nesse capítulo, João Mohama começa nos perguntando: “Por acaso, foi apenas a cozinha a área de trabalho, de serviço, de amor, de encontro com Jesus, nesses trinta anos? Nossa Senhora da Casa talvez fosse o mais fiel e tudo quanto Maria  nos transmite na escola de Nazaré. O encontro de Maria com Jesus em sua casa de Nazaré durou trinta anos. E há um estilo de vida nesse encontro. Um estilo de serviço. Um estilo de trabalho. Um estilo de doação. Um estilo de amor. Um estilo de santificação. Nossa Senhora do Trabalho. Nossa Senhora do Serviço caseiro.   

terça-feira, 1 de agosto de 2017

SÓ OS POBRES AMAM MARIA...

SÓ OS POBRES AMAM MARIA...

         
Resultado de imagem para SÓ OS POBRES AMAM MARIA...

  Já temos sido convidados a ir em muitos lugares e muitas cidades, em muitas comunidades cristãs para falarmos de Maria, para falarmos de Nossa Senhora, a Mãe de Jesus e nossa Mãe.
            E, onde quer que tenhamos ido, sempre tivemos a grata satisfação de ver como o povo simples e humilde ama Maria, e como eles tem sede de conhecer mais e mais Maria, a nossa Rainha, a mãe de misericórdia, a doçura da nossa vida.
            O povo simples e humilde é o que mais aceita Maria como Mãe, é o que mais tem necessidade de Maria, e se sente feliz em poder amá-la e honrá-la, dedicando a ela todo afeto, amor e veneração.     Sim, eu digo isso do povo simples e humilde, porque, geralmente, aqueles que julgam que entendem alguma coisa de religião ou que tem alguns bens na terra, parecem que não tem muito prazer em reconhecer em Maria, aquela que foi escolhida para participar  efetivamente dos planos de salvação de Deus com relação a todos os homens.
            E é muito comum eu ser abordado por um ou outro que me pergunta = Mas, Maria merece realmente todas as honras que o povo lhe dedica?
Ou ainda = Você não está exagerando quando fala de Maria? Ou ainda = Será que não deveríamos falar mais de Jesus e menos de Maria?
            Pobres irmãos nossos que estão trilhando por caminhos  perigosos, desconhecendo a grande proteção que um devoto de Maria tem por se entregar totalmente em suas mãos maternais.
            Maria merece todas as honras que o povo lhe dedica e muito mais ainda.

segunda-feira, 31 de julho de 2017

SANTO INÁCIO DE LOYOLA - 1491-1566

SANTO INÁCIO DE LOYOLA - 1491-1566

Resultado de imagem para SANTO INÁCIO DE LOYOLA - 1491-1566

Fundou a ordem da Companhia de Jesus "Padres Jesuítas".
Iñigo Lopez de Loyola, este era o seu nome de batismo, nasceu numa família cristã, nobre e muito rica, na cidade de Azpeitia, da província basca de Guipuzcoa, na Espanha, no ano de 1491.
O mais novo de treze filhos, foi educado, com todo cuidado, para tornar-se um perfeito fidalgo. Cresceu apreciando os luxos da corte, praticando esportes, principalmente os eqüestres, seus preferidos. Em 1506, a família Lopez de Loyola estava a serviço de João Velásquez de Cuellar, tesoureiro do reino de Castela, do qual era aparentada.
No ano seguinte, Iñigo tornou-se pagem e cortesão no castelo desse senhor. Lá, aprimorou sua cultura, fez-se um exímio cavaleiro e tomou gosto pelas aventuras militares. Era um homem que valorizava mais o orgulho do que a luxúria. Dez anos depois, em 1517, optou pela carreira militar.
Por isso foi prestar serviços a um outro parente, não menos importante, o duque de Najera e vice-rei de Navarra, o qual defendeu em várias batalhas, militares e diplomáticas.
Mas, em 20 de maio de 1521, uma bala de canhão mudou sua vida. Ferido por ela na tíbia da perna esquerda, durante a defesa da cidade de Pamplona, ficou um longo tempo em convalescença.

domingo, 30 de julho de 2017

A SABEDORIA DE SALOMÃO

XVII DOMINGO DO TEMPO COMUM

“ENSINA-ME A OUVIR, PARA QUE EU SAIBA GOVERNAR O TEU POVO E DISCERNIR ENTRE O BEM E O MAL.” (1Rs 3,9).

Resultado de imagem para A SABEDORIA DE SALOMÃO

Diácono Milton Restivo

Neste domingo encerra-se o capítulo 13 do Evangelho de Mateus, que foi lido todo durante três domingos seguidos e que narra as parábolas do Reino. Nos dois domingos anteriores meditamos esse capítulo e é claro que, por mais que se fale sobre ele, jamais esgotaremos o assunto.
A primeira leitura deste domingo traz um personagem que merece destaque: o rei Salomão.
Vamos conhecê-lo melhor, abordando o início do seu reinado que foi longo como o de seu pai Davi que também reinou durante quarenta anos: “O tempo que Salomão reinou em Jerusalém sobre todo Israel, foi de quarenta anos.” (1Rs 11,42).
Nas Sagradas Escrituras, Antigo Testamento, é narrada a história do pai de Salomão, o rei Davi, conhecido como rei salmista e profeta. O rei Davi foi escolhido por Yahweh para reinar sobre o povo de Israel (Sm 16,1-13) e foi o rei Davi quem escreveu a maior parte dos salmos contidos nas Sagradas Escrituras. Davi foi um rei muito querido e amado por todo o povo de Israel e morreu já em idade avançada depois de haver reinado por quarenta anos sobre Israel: “Davi repousou com seus antepassados e foi enterrado na cidade de Davi. Davi foi rei em Israel durante quarenta anos; reinou sete anos em Hebron, e trinta e três anos em Jerusalém.” (1Rs 2,10-11).
Pouco antes de sua morte Davi escolheu para substituí-lo no trono de Israel seu filho Salomão, que teve como mãe Betsabéia, aquela que fora mulher do general Urias e que Davi, não seguindo os mandamentos do Senhor, a tomou por mulher à custa de um grave pecado: “Numa tarde, levantando-se da cama, Davi foi passear no terraço do palácio real. Do terraço ele viu uma mulher tomando banho. Ela era muito bonita. Davi mandou colher informações sobre essa mulher. Disseram-lhe: ‘Ela é Betsabéia, filha de Eliam e esposa de Urias, o heteu’. Então Davi mandou os emissários para que a trouxessem. Betsabéia foi e Davi teve relações com ela, que tinha acabado de se purificar de suas regras. Depois ela voltou para casa. Em consequência disso, Betsabéia concebeu e mandou dizer a Davi: ‘Estou grávida’.”. (2Sm 11,2-5).