quinta-feira, 11 de setembro de 2014

“DEUS É AMOR...” (1Jo 4,8).

DEUS É AMOR...” (1Jo 4,8).


“Ó abismo da riqueza, da sabedoria e da ciência de Deus! Como são insondáveis seus juízos e impenetráveis seus caminhos! Quem, com efeito, conheceu  o pensamento do Senhor? Ou quem se tornou seu conselheiro? Ou quem primeiro lhe fez o dom para receber em troca? Porque tudo é dele, por ele e para ele. A ele a glória pelos séculos!  amém!!!” (Rm 11,33-36). 
É confortante lançarmos mão das Sagradas Escrituras e dela bebermos da sabedoria divina. Reconforta-nos muito ver os escritores sagrados nos transmitirem as verdades eternas com pureza e honestidade. Como eles nos ensinam a orar e a nos entregar sem reservas nos braços misericordiosos de Deus Pai: “O Senhor é meu pastor, nada me falta.” (Sl 23 (22),1); “Eu te amo, Iahweh, minha força, meu Salvador, tu me salvaste da violência. Iahweh é minha rocha e minha fortaleza, quem me liberta é o meu Deus. Nele me abrigo, meu rochedo, meu escudo e minha força salvadora, minha torre e meu refúgio. Seja louvado! Eu invoquei a Iahweh e fui salvo de meus inimigos” (Sl 18 (17),1-4).
É o Senhor Nosso Deus e Pai  que está nos Céus, que “...faz nascer o seu sol igualmente sobre bons e maus e cair a chuva sobre justos e injustos.” (Mt 5,45);  “que alimenta os pássaros do céu “... “que não semeiam e nem ajuntam em celeiros.” (Mt 6,26) e que nenhum pássaro cai no chão sem o seu consentimento “E, no entanto, nenhum deles cai em terra sem o consentimento do vosso Pai.” (Mateus, 10, 29); e que nos diz: “Aprendei dos lírios do campo, como crescem, e não trabalham e nem fiam. E, no entanto, eu vos asseguro que nem Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como um deles.” (Mt 6,8-29).
           É o Senhor e Nosso Pai que “... amou tanto o mundo. que entregou  o seu Filho único, para que todos os que nele crê não pereçam, mas tenham a vida eterna. Pois Deus não enviou o seu Filho ao mundo para julgar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por ele. Quem nele crê não é julgado; quem não crê já está julgado, porque não creu no Nome do Filho Único de Deus.” (Jo 3,16-18), e isso nos dá a certeza e convicção que: “Yahweh é minha luz e minha salvação: de quem terei medo? Iahweh é a fortaleza de minha vida: frente a quem temerei? Ainda que um exército acampe contra mim, meu coração não temerá; ainda que uma guerra estoure contra mim, mesmo assim estarei confiante” (Sl 27 (26),1.3).
Quantas invocações de amor, confiança e entrega total são tiradas das Sagradas Escrituras, dos livros sagrados. As Sagradas Escrituras não nos deixam dúvidas do grande amor que Deus Pai tem por todos nós; as Sagradas Escrituras estão cheias de citações e orações de confiança total que devemos ter com o Senhor.
No Antigo Testamento o Profeta Isaias proclamava com grande felicidade o amor imenso de Deus Pai , quando dizia, repetindo as palavras que Yahweh colocou em sua boca: “Por acaso uma mulher se esquecerá da criancinha de peito? Não se compadecerá ela do filho de seu ventre? Ainda que as mulheres se esquecessem eu não me esqueceria de ti. Eis que te gravei nas palmas da minha mão...” (Is 49,15-16). Pode haver uma declaração de amor mais linda e profunda que essa?
Uma mãe jamais se esqueceria da criancinha de peito a quem ela dera à luz; e o Senhor nos garante que, ainda que uma mãe, nessas condições esquecesse seu filho, ele jamais se esqueceria de nós. O amor que Deus Pai tem por nós e por cada um de nós é infinitamente maior do amor que qualquer e todas as mães do mundo têm por seus filhos.
Se almejamos alcançar a perfeição e sermos herdeiros do Reino que Deus preparou para todos e cada um de nós e, para melhor nos entregarmos nos braços do Pai, devemos nos transformar em crianças pois que, somente uma criança inocente tem total confiança de se jogar  sem receios, sem medo de cair e se machucar, nos braços de seu pai, e é o Senhor Jesus quem assim nos diz: “Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no Reino dos Céus. Aquele, portanto, que se tornar pequenino como esta criança, esse é o maior no Reino dos Céus.” (Mt 18,3-4); “... aquele que não receber o Reino de Deus como uma criança, não entrará nele.” (Mc 10,15;  Lc 18,17).

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