SANTO
APOLINÁRIO
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O nome, o
culto, e a glória de Santo Apolinário são legados que recebemos da história, e
também da arte de Ravena, a capital do Império Bizantino no Ocidente, no
período de meados do século I e século II. Lá, existem duas grandiosas igrejas
dedicadas a santo Apolinário, ambas célebres na história da arte e do
cristianismo. Na igreja nova de Santo Apolinário, no centro da cidade, encontramos
o célebre mosaico representativo, mais extenso do que um quarteirão, com todos
os mártires e as virgens. No destaque, encontra-se santo Apolinário. Na outra
igreja, fora da cidade, está o outro esplendido mosaico, no qual, pela primeira
vez, a figura de um santo, e não a de Cristo, ocupa o centro de uma composição,
circundado por duas fileiras de ovelhas.
Apolinário, o
primeiro bispo de Ravena, segundo a tradição, teria sua origem no Oriente. A
mando do próprio apóstolo Pedro, de quem foi discípulo, foi enviado para
converter os pagãos nas terras ao norte do Império Romano.
A sua obra de
evangelização transcorreu num ambiente repleto de imensas dificuldades, fruto
do ódio, do egoísmo, da incredibilidade que o cercavam, além do culto aos
ídolos pagãos que teve de combater. A tal apostolado dedicou toda a sua vida.











