PÁSCOA DA
RESSURREIÇÃO
Ano – C; Cor
– branco; Leituras: At 10,34.37-43; Sl 117 (118); Cl 3,1-4; Jo 20,1-9.
“DE FATO,
ELES AINDA NÃO TINHAM COMPREENDIDO A ESCRITURA, SEGUNDO A QUAL ELE DEVIA
RESSUSCITAR DOS MORTOS.” (Jo 20,9).
Diácono Milton
Restivo
Páscoa, do
hebreu Peseach, significa a passagem da escravidão para a liberdade.
É a maior
festa do cristianismo e, naturalmente, de todos os cristãos, pois nela se
comemora a Passagem de Cristo - "deste mundo para o Pai", da
"morte para a vida", das "trevas para a luz".
“O tempo pascal compreende cinquenta dias
(em grego = "pentecostes"), vividos e celebrados como um só dia: os
cinquenta dias entre o domingo da Ressurreição até o domingo de Pentecostes
devem ser celebrados com alegria e júbilo, como se se tratasse de um só e único
dia festivo, como um grande domingo". (Normas Universais do Ano
Litúrgico, n 22).
Os evangelhos
são a proclamação de fé em
Cristo Ressuscitado. A Igreja tem por missão
fundamental viver e anunciar a Ressurreição de Jesus Cristo e fazer com que
todos participem da sua Páscoa que começou a ganhar sentido a partir da
libertação do povo de Deus que estava sendo escravizado no Egito: “Esse dia será para vocês um memorial, pois
nele celebrarão uma festa de Yahweh. Vocês a celebrarão como um rito
permanente, de geração em geração”. (Ex 12,14).






