quinta-feira, 24 de julho de 2014

“BEM-AVENTURADOS OS QUE SOFREM PERSEGUIÇÃO...”

 “BEM-AVENTURADOS OS QUE SOFREM PERSEGUIÇÃO...” (M, 5,10).


            A responsabilidade dos que aderem totalmente a Jesus Cristo é muito grande.
            A responsabilidade do cristão autêntico pesa-lhe nos ombros porque, por onde quer que ele viva, esteja ou ande, existem sempre centenas de olhos a observar as suas ações e atitudes e a verificar se, o que ele faz, está em conformidade com aquilo que ele fala e prega.
            Somente com a sua presença, o cristão autêntico incomoda os que não agem direito; somente a presença do cristão verdadeiro incomoda os que não andam de acordo com o modo de agir e pensar do Senhor Jesus, pois com age de maneira pecaminosa e dúbia não pode se sentir bem na presença de quem irradia luz e verdade, a exemplo do Mestre.
            O cristão consciente reprova as transgressões que os ímpios fazem contra a lei, a normas de boa conduta e o respeito aos irmãos, e, a voz do cristão, é sempre uma condenação e acusação contra a imoralidade reinante na sociedade e em todos os lugares onde os maus se fazem presentes; e é por isso que o cristão autêntico está sendo sempre observados por aqueles que não observam as leis do Senhor, porque os maus não toleram os bons que, com o seu modo de vida de conformidade com os ensinamentos do Mestre, condenam o modo de vida e de procedimento dos maus. 

quarta-feira, 23 de julho de 2014

OFERECIMENTO À MARIA, MÃE DE JESUS

OFERECIMENTO À MARIA, MÃE DE JESUS


“Ò Maria, Mãe querida, como é bom nos encontrarmos na tua presença e novamente nos colocarmos sob teu olhar, pois tu és a Mãe do Belo Amor e da Santa Esperança. A ti, Maria, elevamos o nosso coração. Que a tua santidade ilumina a nossa vida e acerte os nossos passos no caminho da justiça, da fraternidade e da paz. Como sempre estiveste de portas abertas a Cristo, abre também as portas do nosso coração para que aconteça em nós e por nós a civilização do amor... Nós te pedimos isso nessa hora de Deus... Nós te pedimos, Maria, o dom da fé, da humildade, da fortaleza. Tu podes ajudar-nos a encarnar o Cristo Vivo na medida em que abrirmos o coração para os outros, para os que sofrem. Na medida em que não nos interessar nosso próprio prestígio, mas a glória do Pai e a felicidade dos irmãos quando, conforme o teu exemplo, soubermos pronunciar o nosso “sim” em resposta aos apelos de Deus. Santa Virgem Maria, Mãe de Deus e Mãe da Igreja, nós nos consagramos a ti, entregando em tuas mãos maternas toda a nossa vida. Aceita o nosso passado com tudo o que houve. Aceita o nosso presente com tudo o que somos. Recebe o nosso futuro com tudo o que virá. Nós te oferecemos e confiamos tudo o que possuímos e tudo o que somos.

terça-feira, 22 de julho de 2014

SANTA MARIA MADALENA – DISCÍPULA DE JESUS

SANTA MARIA MADALENA – DISCÍPULA DE JESUS


O que os Evangelhos falam sobre Maria Madalena:
Os Evangelhos apresentam Maria Madalena como: - Discípula de Jesus (Lc. 8,1-3) - A mulher de quem Jesus expulsou sete demônios (Mc. 16,9; Lc. 8,2); - Uma das mulheres que ajudaram Jesus e seus discípulos enquanto estes pregavam o evangelho (Lc 8,1-3) - Uma das muitas outras mulheres que seguiram Jesus desde a Galiléia quando ele foi para Jerusalém no final do seu ministério e foi testemunha da sua crucifixão (Mc. 15,40-41; Mt. 27,55-56; Lc. 23,49; Jo 19,25) - Ela e outras mulheres seguiram de longe os acontecimentos quando Jesus foi levado para ser crucificado, (Mt 27,55-56; Mc 15,40-41; Jo 13,25) - Quando Jesus foi sepultado, foi uma das mulheres que observou o lugar onde o corpo foi posto (Mc 15,45-47; Mt 27,61) - Ela e outras mulheres foram ao túmulo no primeiro dia da semana para embalsamar o corpo de Jesus (Mc 16,1-2; Mt 28,1) - Levou perfumes para ungir o corpo do Senhor no sepulcro (Mt. 28,1; Mc. 16,1-2; Lc. 24,1; Jo 20,1); - Foi uma das primeiras a receber a notícia da ressurreição quando um anjo falou às mulheres perto do túmulo aberto, portanto, testemunha da sua ressurreição (Mc. 16,1 - 8; Mt 28,1 - 10; Lc. 24,1 - 10; Jo. 20,1; 20,11 - 8) - Maria Madalena foi a primeira pessoa a ver Jesus depois da ressurreição (Mt 28:8-10; Mc 16,9; Jo 20:13-18) - Anunciou a boa notícia da ressurreição aos discípulos (Lc 24,9-10) - Foi enviada aos Onze com uma mensagem de Jesus (Mt 28,10; Jo 20,17 - 18). Maria Madalena é citada dezoito vezes nos Evangelhos, além de ser a mulher mais citada pelo próprio nome. 
Além disso, ela aparece sempre realizando funções muito importantes para as origens do Cristianismo. Chama a atenção o fato de Maria Madalena ser citada, entre as mulheres em primeiro lugar em todos estes textos.  A única exceção é Jo 19,25, onde a mãe de Jesus aparece em primeiro lugar.
A citação de Maria Madalena em primeiro lugar parece indicar sua liderança no grupo das discípulas de Jesus.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

IRMÃ DOLORES BALDI - 1910-1999

IRMÃ DOLORES BALDI - 1910-1999 - PRIMEIRA MISSIONÁRIA DA CONGREGAÇÃO DAS IRMÃS PAULINAS - FUNDADORA DAS IRMÃS PAULINAS NO BRASIL


Ser missionária era seu sonho. E este sonho ela o realizou no Brasil. Em outubro de 1931, deixou a Itália e veio viver a aventura missionária em nosso país. Quero falar-lhes de irmã Dolores Baldi, primeira missionária da Congregação das Irmãs Paulinas. Ela não era, nem é ainda, muito conhecida, contudo foi o instrumento dócil e forte nas mãos de Deus e a mola propulsora que fez acontecer, no Brasil, a instituição e todas as obras das Irmãs Paulinas.
A Congregação das Irmãs Paulinas foi fundada pelo padre Tiago Alberione com a colaboração de irmã Tecla Merlo, em 1915, na Itália, e teve, no Brasil, sua primeira expansão no exterior. E irmã Dolores Baldi foi a escolhida para iniciá-la. Quem foi irmã Dolores Baldi?
Ela mesma nos conta sua história:
"Não conheci minha mãe. Ela morreu dois meses depois de me haver dado a luz. Fui confiada aos cuidados de uma ama, que me amamentou, de meu pai e de minha irmã mais velha, então com quinze anos. Éramos cinco irmãos: três mulheres e dois homens. Cresci num ambiente familiar unido, cristão, sereno e alegre. Aos doze anos, porém, após breve tempo de doença, meu pai faleceu e, logo depois, minha irmã, vítima de uma epidemia. E como minha outra irmã já havia se casado coube a mim os deveres de uma dona-de-casa: comprar, vender e cuidar de meus dois irmãos. Aos quatorze anos, comecei a sentir o desejo de ser missionária, para dedicar-me à catequese. Aos dezessete anos, esse apelo se tornou mais forte. Falei com meu pároco e ele me aconselhou a pensar melhor e entregar o meu futuro nas mãos de Deus. Ele saberia abrir-me o caminho missionário.

domingo, 20 de julho de 2014

MARIA, A ESCOLHIDA DESDE TODA A ETERNIDADE

MARIA, A ESCOLHIDA DESDE TODA A ETERNIDADE


Maria foi escolhida por Deus para ser a Mãe do Filho de Deus desde o início dos tempos, desde a criação do mundo, desde a queda do homem motivada pelo pecado.
Já, no primeiro livro das Sagradas Escrituras, no terceiro capítulo do Gênesis, quando acontece a expulsão do homem que pecara do paraíso, o Senhor Nosso Deus se dirige à serpente, dizendo - ``Porei inimizade entre ti e a mulher, e entre  a tua posteridade e a posteridade dela. Ela te pisará a cabeça e tu armarás traições ao se calcanhar.`` (Gen. 3, 15) .
O homem comete o primeiro pecado e é expulso do paraíso, mas Deus, pelo seu grande amor, de imediato, prepara novas condições para que o homem se regenere e volte às boas com o seu Criador. E, desde o início da história do homem, aparece a figura de uma mulher  poderosa que vai esmagar pela cabeça o mal que aflige todos os homens.

sábado, 19 de julho de 2014

“JESUS CONTOU OUTRA PARÁBOLA À MULTIDÃO...”.

XVI DOMINGO DO TEMPO COMUM
Ano – A; Cor – Verde; Leituras: Sb 12,13.16-19; Sl 85 (86); Rm 8,26-27; Mt 13,24-43.

“JESUS CONTOU OUTRA PARÁBOLA À MULTIDÃO...”. (Mt 13,30c).

Diácono Milton Restivo


O Evangelho deste domingo é a continuação da leitura do Evangelho do domingo passado: o capítulo 13 de Mateus, onde Jesus narra as chamadas “parábolas do Reino”.
Parábolas são ensinamentos paralelos a uma lição principal. Parábolas são histórias do cotidiano com uma aplicação espiritual. Pará­bola é uma nar­ra­ção, geral­mente curta, para ensi­nar uma ver­dade moral ou espiritual, atra­vés de com­pa­ra­ção com a vida real.
As parábolas de Jesus tratavam de agricultura, culinária, comércio, pesca, profissão, costumes, tradições, etc. Quando Jesus queria ensinar uma lição básica, usava um ensinamento paralelo tomando figuras, quadros, idéias, maneiras de pensar do povo para que, a partir daquilo que o povo conhecia, Jesus pudesse ensinar a verdade que queria fixar na mente das pessoas.
Mateus apre­senta, no capí­tulo 13 do seu Evangelho, sete parábolas contadas por Jesus, chamadas de “as parábolas do Reino” para ensi­nar sobre o desen­vol­vi­mento gra­dual do reino de Deus. É por isso que no último ano do seu ministério, encontramos muitas parábolas.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

MARIA NO PLANO DE SALVAÇÃO

MARIA NO PLANO DE SALVAÇÃO


“Quem se exalta será humilhado, e quem se humilha será exaltado.” ((Mt 23, 12). Esta é a palavra do Senhor, e a palavra de Deus jamais pode falhar. Havia Deus determinado fazer-se homem para remir o homem decaído, e assim manifestar ao mundo a sua bondade infinita.                   Devendo Deus, para isso, escolher uma mãe nesta terra, andava buscando entre todas as mulheres qual fosse a mais santa e humilde.      Entre todas as mulheres, Deus observou uma, a Virgenzinha de Nazaré: Maria, que, quanto mais era perfeita nas virtudes, tanto mais simples e humilde era no conceito de Deus. Nas Sagradas Escrituras, no Livro dos Cânticos, Deus já havia dito: “Há um sem número de virgens a meu serviço - diz o Senhor -, mas uma só é a minha pomba, a minha eleita” (Cant 6, 7-8). Por isso, disse Deus: “Seja essa humilde virgenzinha de Nazaré  a escolhida para ser a minha mãe.”
Maria, a mais humilde das criaturas de Deus e a que Deus mais exaltou. Na encarnação do Verbo Maria não podia humilhar-se mais do que se humilhou, e Deus não podia  exaltá-la mais do que a exaltou.  E Deus manda o seu Anjo a uma Virgem chamada Maria. “E o anjo entra e saúda Maria, dizendo: “Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é contigo...” (Lc 1, 28).
Deus te saúda, Maria, ò Virgem cheia de graça, pois foste sempre rica da graça, acima de todos os santos. O Senhor é contigo porque és tão humilde.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

DEUS MISERICORDIOSO

DEUS MISERICORDIOSO.


O Senhor, antes de mais nada e acima de tudo, é um Deus de misericórdia, o Deus do perdão.
Deus é um Deus justo, justíssimo e a sua justiça comanda todo o universo e coloca todas as coisas nos seus devidos lugares. Mas, acima da justiça de Deus, está a sua misericórdia. Que seria de nós se o Senhor aplicasse em todos nós a sua justiça? Onde estaríamos, se o Senhor usasse conosco somente de sua justiça, esquecendo-se de sua misericórdia?
Se não fosse a misericórdia do Senhor, estaríamos todos perdidos, irremediavelmente perdidos. As Sagradas Escrituras nos mostram, a todos os momentos, a misericórdia do Senhor, a começar pela criação do homem e sua expulsão do paraíso; o Senhor não havia promulgado a pena de morte se o homem o desobedecesse, comendo do fruto do bem e do mal? "Mas da  árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás, porque o dia em que dela comeres terás que morrer." (Gn 2,17). E, induzido pelo demônio na figura da serpente e convidado pela mulher, o homem comeu do fruto dessa árvore (Gn 3,1-13), e o que aconteceu ao homem? Por justiça, deveria morrer, por misericórdia, apenas ficou privado da vida de regalias do paraíso que para ele o Senhor havia criado: "E Yahweh Deus o expulsou do jardim do Éden para cultivar o solo de onde fora tirado." (Gn 3,23). Onde o Senhor poderia usar de sua justiça para com os homens, castigando-os a todos, com justiça, por seus pecados, por suas faltas e falhas, pelo desinteresse dos homens com relação às coisas de Deus, o Senhor, pura e simplesmente, usa de sua misericórdia.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

NOSSA SENHORA DO CARMO

NOSSA SENHORA DO CARMO


 Nossa Senhora do Carmo tem origem no século XII, quando um grupo de eremitas começou a se formar no monte Carmelo, na Palestina, terra Santa, iniciando um estilo de vida simples e pobre, ao lado da fonte do profeta Elias, que se estendeu ao mundo todo.
A palavra Carmo, corresponde ao monte do Carmo ou monte Carmelo, em Israel, onde o profeta Elias se refugiou. A palavra carmo ou carmelo significa jardim.

História de Nossa Senhora do Carmo e os carmelitas
A ordem dos carmelitas venera com carinho o profeta Elias, que é seu patriarca, e a Virgem Maria, venerada com o título de Bem Aventurada Virgem do Carmo. Devido ao lugar, esse grupo foi chamado de carmelitas. Lá, esse grupo de eremitas construiu uma pequena capela dedicada a Senhora do Carmo, ou Nossa Senhora do Carmelo.
Posteriormente os carmelitas foram obrigados a ir para a Europa fugindo da perseguição dos muçulmanos. Aí se espalhou ainda mais a Ordem do Carmelo.

Devoção a Nossa Senhora do Carmo
Com a expulsão dos carmelitas de Israel, a devoção a Nossa Senhora do Carmo começou a se espalhar por toda a Europa. Também foi levada para a América Latina, logo no começo de sua colonização, passando a ser conhecida em todos os lugares. E não somente no Carmelo. Foram construídas várias igrejas, capelas e até catedrais dedicadas a Senhora do Carmo.

terça-feira, 15 de julho de 2014

MARIA, RAINHA DE MISERICÓRDIA

MARIA, RAINHA DE MISERICÓRDIA


“Maria é Rainha. Tendo sido a Santíssima Virgem elevada à dignidade de Mãe de Deus, com justa razão  a Santa Igreja a honra e quer que de todos seja honrada com o título glorioso de Rainha. Se o filho de Maria é Rei, justamente a Mãe deve considerar-se e chamar-se Rainha. Desde o momento em que Maria  aceitou ser a Mãe do Verbo Encarnado, do Verbo Eterno, mereceu tornar-se Rainha do mundo e de todas as criaturas. Se a carne de Maria não foi diferente da carne de Jesus, como então pode a monarquia do Filho ser separada da Monarquia da Mãe? Por isso deve julgar-se que a glória do Reino não só é comum  entre a Mãe e o Filho, mas também que é a mesma entre ambos. Se Jesus é o Rei do Universo, Maria também é a Rainha do Universo, de modo que, conforme diz São Bernardino de Sena, quantas são as criaturas que servem a Deus, tantas também devem servir a Maria.  Por conseguinte, estão sujeitos ao domínio de Maria os Anjos, os homens e todas as coisas do céu e da terra, porque tudo está também sujeito ao império de Deus. E é por isso que o Abade Guerrico dirige estas palavras a Maria: “Continuai, pois, a dominar com toda a confiança; disponde a vosso arbítrio dos bens do vosso Filho, pois, sendo Mãe e Esposa do Rei dos Reis, pertence-vos, como Rainha, o reino e o domínio de todas as criaturas.” Maria é a Rainha de Misericórdia.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

SÃO CAMILO DE LÉLLIS - 1550-1614

SÃO CAMILO DE LÉLLIS - 1550-1614

Fundou a congregação dos Ministros Camilianos.

Camila Compelli e João de Lellis eram já idosos quando o filho foi anunciado. Ele, um militar de carreira, ficou feliz, embora passasse pouco tempo em casa. Ela também, mas um pouco constrangida, por causa dos quase sessenta anos de idade. Do parto difícil, nasceu Camilo, uma criança grande e saudável, apenas de tamanho acima da média. Ele nasceu no dia 25 de maio de 1550, na pequena Bucchianico, em Chieti, no sul da Itália. Cresceu e viveu ao lado da mãe, uma boa cristã, que o educou dentro da religião e dos bons costumes. Ela morreu quando ele tinha treze anos de idade.
Camilo não gostava de estudar e era rebelde. Foi então residir com o pai, que vivia de quartel em quartel, porque, viciado em jogo, ganhava e perdia tudo o que possuía. Apesar do péssimo exemplo, era um bom cristão e amava o filho. Percebendo que Camilo, aos quatorze anos, não sabia nem ler direito, colocou-o para trabalhar como soldado. O jovem, devido à sua grande estatura e físico atlético, era requisitado para os trabalhos braçais e nunca passou de soldado, por falta de instrução.
Tinha dezenove anos de idade quando o pai morreu e deixou-lhe como herança apenas o punhal e a espada. Na ocasião, Camilo já ganhara sua própria fama, de jogador fanático, briguento e violento, era um rapaz bizarro.

domingo, 13 de julho de 2014

MARIA, MÃE DE JESUS, DOMÉSTICA

MARIA DOMÉSTICA


Desde que falo de Maria, sempre procurei mostrá-la como a mulher simples e humilde que foi em toda a sua existência. Sempre procurei mostrar Maria sem mantos de veludo e coroas cravejadas de diamantes, que foram os próprios homens que colocaram em suas imagens e que tanto afasta Maria do povo, afasta Maria das pessoas simples e dos pobres, que são os amados de Jesus Cristo.
E para falar por um outro prisma de Maria, nada melhor do que pegar as palavras de João Mohama, quando ele escreve sobre o terceiro encontro de Maria com o seu filho Jesus em seu livro “Os mais belos encontros de Cristo.”
E, nesse capítulo, João Mohama começa nos perguntando: “Por acaso, foi apenas a cozinha a área de trabalho, de serviço, de amor, de encontro com Jesus, nesses trinta anos? Nossa Senhora da Casa talvez fosse o mais fiel e tudo quanto Maria  nos transmite na escola de Nazaré. O encontro de Maria com Jesus em sua casa de Nazaré durou trinta anos. E há um estilo de vida nesse encontro. Um estilo de serviço. Um estilo de trabalho. Um estilo de doação. Um estilo de amor. Um estilo de santificação. Nossa Senhora do Trabalho. Nossa Senhora do Serviço caseiro. Nossa Senhora da dedicação. Todos seriam  títulos exatos para quem soube ser bendita entre as mulheres, num trabalho sem plateia, num serviço sem auditório; serviço útil, indispensável que, por não trazer aplauso das multidões pode não atrair aqueles para os quais a vontade de Deus aponta os bastidores, em vez do palco.

sábado, 12 de julho de 2014

PARÁBOLA DO SEMEADOR

XV DOMINGO DO TEMPO COMUM
Ano – A; Cor – verde; Leituras: Is 55,10-11; Sl 64 (65); Rm 8,18-23; Mt 13,1-23.

“A SEMENTE QUE CAIU EM BOA TERRA É AQUELE QUE OUVE A PALAVRA E A COMPREENDE. ESTE PRODUZ FRUTO.” (Mt 13,23)

Diácono Milton Restivo


O Evangelho de Mateus mostra, a partir da parábola do semeador, a segunda parte do ministério de Jesus.
Na primeira parte Jesus se apresentou ao povo como o Messias e, no sermão da montanha, que abrange os capítulos de 5 a 7 de Mateus, faz uma comparação da Lei de Moisés com aquilo que o Messias esperava de seus seguidores, onde Jesus repete por várias vezes, após citar uma determinação da Lei de Moisés: “Vocês ouviram o que foi dito aos antigos... eu, porém, lhes digo...” (Mt 5,21.27.33.38.43). Depois Jesus escolhe os doze apóstolos (Mt 10, 1-5), enviando-os para anunciar a todos os judeus que “O Reino do Céu está próximo”. (Mt 10,5-15).
No capítulo 13 do Evangelho de Mateus Jesus dá início ao chamado discurso das parábolas do mistério e, somente neste capítulo Jesus conta sete parábolas, tendo explicado algumas.
As parábolas contadas por Jesus neste capítulo são: do semeador (Mt 13,4-23); do trigo e do joio (Mt 13,24-30); do grão de mostarda (Mt 13,31-32); do fermento (Mt 13,33-35); do tesouro escondido (Mt 13,44); das pérolas (Mt 13,45-46) e da rede (Mt 13,47-50).
Neste domingo o Evangelho apresentado é o da parábola do semeador; nos domingos subsequentes serão apresentadas as demais parábolas constantes deste capítulo.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

QUATRO ANOS SEM TERESA CRISTINA

QUATRO ANOS SEM TERESA CRISTINA
 
 


"Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor” (Jo 15,1).
O Pai é o agricultor, o dono da messe, o dono do jardim. Cada um de nós somos os operários da messe, o jardineiro do jardim do Pai. Ele nos dá a terra, ele nos dá a semente, ele nos dá as condições dignas para que a terra seja boa, para que a semente se transforme em arbusto e para que o arbusto floresça, dê flores dignas de um rei.
O Pai nos dá uma família, nos dá filhos, mas família e filhos não são propriedades nossas, são do Pai. Os filhos são as flores que cultivamos no jardim do Pai. Compete a cada um de nós, pais, cuidar do jardim do Pai, dar-lhe flores viçosas, coloridas, perfumadas e perfeitas. Devemos cuidar dessas flores desde em botão. Dar-lhes condições de crescerem saudáveis, floridas e perfumadas. Mas elas são do Pai, não são nossas. E o dia em que o Pai  achar por bem, ele visita o nosso jardim, colhe a sua flor preferida, a mais bonita entre todas e a leva para embelezar o seu trono.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

ORAÇÃO À SEMPRE VIRGEM MARIA

ORAÇÃO À SEMPRE VIRGEM MARIA


“Louvemos, sem cessar, a gloriosa Mãe de Deus, mais Santa que todos os santos. Reconheçamos com os lábios e o coração que ela é a Mãe de Deus, aquela que realmente gerou o Deus encarnado  e que, constantemente, reza por nós. Ò Virgem, Mãe de Deus, como podemos deixar de admirar o teu parto humano e divino? De fato, ò toda pura, sem participação de homem algum, desde à luz em nossa carne um filho, o mesmo que o Pai Eterno gera desde toda a eternidade. Mãe de Deus, cheia de Graça, tu que levaste em teu seio o fogo da divindade e que geraste, sem corrupção alguma, a fonte da vida, o Senhor Jesus, preserva os que te glorificam. O universo inteiro fica pasmado ante as maravilhas que Deus realizava em ti, Maria. Ó Virgem, que não conheceste núpcias carnais e que engendraste um filho que vive para além do tempo, salva aqueles que te entoam hinos de louvor. Ó Virgem, tu que levas nos braços o Misericordioso, suplica-lhe piedade para com todos os homens e intercede pela nossa salvação. Nós te louvamos, nós te aclamamos, nós te glorificamos, ò Santa Virgem Maria, Verdadeira Mãe de Deus. Ò Virgem, tu que deste à luz o Deus feito homem, como foi possível carregares nos braços aquele que domina todas as coisas? Como podes tu receber em teu ventre  sacrossanto aquele que vive por toda a eternidade? Como podes tu amamentar aquele que nutre com a sua bondade todo ser vivente? Por isso, mais uma vez, te louvamos. Nós te aclamamos, nós te glorificamos, ò Santa Virgem Maria, Verdadeira Mãe de Deus. Todos nós, com pureza de coração, devemos clamar  no Espírito Santo: -

quarta-feira, 9 de julho de 2014

SANTA MADRE PAULINA DO CORAÇÃO AGONIZANTE DE JESUS - 1865-1942

SANTA MADRE PAULINA DO CORAÇÃO AGONIZANTE DE JESUS - 1865-1942


Fundou a Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição.
Amábile Lúcia Visintainer nasceu no dia 16 de dezembro de 1865, em Vigolo Vattaro, província de Trento, no norte da Itália. Foi a segunda filha do casal Napoleão e Anna, que eram ótimos cristãos, mas muito pobres. Nessa época, começava a emigração dos italianos, movida pela doença e carestia que assolava a região. Foi o caso da família de Amábile, que em setembro de 1875 escolheu o Brasil e o local onde muitos outros trentinos já haviam se estabelecido no estado de Santa Catarina, em Nova Trento, na pequena localidade de Vigolo.
Assim que chegou, Amábile conheceu Virgínia Rosa Nicolodi e tornaram-se grandes amigas. As duas se confessam apaixonadas pelo Senhor Jesus e não era raro encontrá-las, juntas, rezando fervorosamente. Fizeram a primeira comunhão no mesmo dia, quando Amábile já tinha completado doze anos de idade. Logo em seguida, o padre Servanzi a iniciou no apostolado paroquial, encarregando-a da catequese das crianças, da assistência aos doentes e da limpeza da capela de seu vilarejo, Vigolo, dedicada a são Jorge. Mas mal sabia o padre que estaria confirmando a vocação da jovem Amábile para o serviço do Senhor. Amábile incluía, sempre, Virgínia nas atividades para ampliar o campo de ação.

terça-feira, 8 de julho de 2014

MARIA, MÃE DO BELO AMOR

MARIA, MÃE DO BELO AMOR


“Eu sou a Mãe do Belo Amor”. (Eclo, 24, 24). Essa frase cabe bem nos lábios de Maria. “Deus é Amor”, nos diz o apóstolo João na sua primeira carta, 4,8. Maria é a mãe de Deus, e se Deus é amor, Maria é a Mãe do Belo Amor, que é Jesus Cristo.
O amor de Maria embeleza as nossas almas aos olhos de Deus e leva essa amorosa Mãe a nos ter por filhos. “Onde está a mãe que ame seus filhos e vele sobre eles  como vós, dulcíssima Rainha, que nos amais e cuidais de nosso adiantamento espiritual?” pergunta São Boaventura nos seus escritos.
Bem-aventurados aqueles que vivem debaixo da proteção de uma Mãe tão amante e tão poderosa. O profeta e rei David, muito tempo antes do nascimento de Maria, procurava obter de Deus a salvação, confessando-se filho de Maria, com estas palavras ditas no Salmo 85, 16: “Salva o filho de tua serva.” Mas, que serva? É Santo Agostinho quem responde: “Daquela que disse: “eis aqui a escrava do Senhor”. “E quem jamais ousará tirar esses filhos do seio de Maria depois que a ele se tiverem acolhidos em busca de salvação contra os inimigos? Que fúria do inferno e das paixões poderá vencê-los, se puserem esta confiança no patrocínio desta grande Mãe?” (Cardeal São Roberto Belarmino).

segunda-feira, 7 de julho de 2014

MARIA, MÃE DE JESUS, CONSOLO DAS MÃES ATRIBULADAS

MARIA, CONSOLO DAS MÃES ATRIBULADAS


É muito comum ouvirmos mães reclamarem que seus filhos adolescentes em lhe trazendo desgostos, apreensão, contra tempos e muitas tristezas.
Dizem que seus filhos estão envolvidos com pessoas perigosas, participam de brigas, e muitas mães desconfiam que seus filhos adolescentes estejam fazendo uso de drogas.
E essas mães, nesses desabafos, nessa angústia, perguntam o que poderia ser feito numa situação como essa. Esse é um problema muito comum nas nossas famílias, hoje em dia.         
Jovens desajustados, carentes de compreensão, de afeto, do diálogo familiar e, por isso, partem para novas aventuras, procurando fora o que não encontram dentro de suas casas, com os pais, com  os irmãos. Um jovem que em casa não encontra a compreensão dos pais para ajudá-lo a superar e solucionar os seus problemas, que para ele não são poucos, não tem o afeto e o apoio da família quando enfrentam contra tempos, não tem diálogo em casa para, numa conversa franca e leal expor os seus problemas, as suas dúvidas, os seus receios, as suas amarguras, as suas desilusões, esse jovem logicamente tem necessidade de alguém que lhe dê atenção, que lhe ouça, de alguém que o compreende, de alguém que o apoie, e quando não encontra isso dentro de sua própria casa, com sua família, com seus pais, ele procura fora de casa, longe da família, pessoa ou pessoas que perdem um tempinho para ouvi-lo.

domingo, 6 de julho de 2014

“VENHAM PARA MIM TODOS VOCÊS QUE ESTÃO CANSADOS...”

XIV DOMINGO DO TEMPO COMUM
Ano: A; Cor: Verde; Leituras: Zc 9,9-10; Sl 114; Rm 8,9.11-13; Mt 11,25-30.

“VENHAM PARA MIM TODOS VOCÊS QUE ESTÃO CANSADOS...” (Mt 11,28).


Diácono Milton Restivo

O autor da primeira leitura dessa liturgia é identificado como sendo o profeta Zacarias.
Seu nome significa “Yahweh se lembra”. Assim como Jeremias e Ezequiel, Zacarias não era apenas profeta (1,1), mas também sacerdote.
Zacarias nasceu na durante o exílio do povo judeu na Babilônia e estava entre os que voltaram do exílio da Babilônia para Judá em 538 aC sob a liderança de Zorobabel e Josué.
Ido, avô de Zacarias, também é mencionado entre os que voltaram (Ne 12,4).
Os capítulos de 9 a 14 deste livro estão cheios de promessas do Messias vindouro e de um reino mundial. Ele virá da primeira vez como um varão humilde cavalgando um animal humilde (Zc 9,9).
Zacarias dá um expressivo testemunho sobre a traição sofrida por Jesus por trinta moedas de prata (Zc 11,12-13; Mt 27,9) e sua crucificação (Zc 12,10), seus sofrimentos (Zc 13,7) e sua segunda vinda (Zc 14,4).
Uma referência a Jesus Cristo é considerada como de profundo significado, exatamente a que é meditada nesta liturgia: a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém é descrita com detalhes: “Ele é pobre e vem montado num jumento, num jumentinho, filho de uma jumenta” (Zc 9,9; Mt 21,4; Mc 11,7-1), e isso ele profetizou quatrocentos anos antes do acontecimento.

sábado, 5 de julho de 2014

SANTA MARIA GORETTI - 1890-1902


SANTA MARIA GORETTI - 1890-1902

   Maria Goretti, humilde camponesa, nasceu em 16 de outubro de 1890 na cidade de Corinaldo, província de Ancona, Itália. Seus pais, Luiz e Assunta, criavam os sete filhos em meio à penúria de uma vida de necessidades, mas dentro dos preceitos ditados por Jesus Cristo.
A menina Maria, por ser a mais velha, cresceu cuidando dos irmãos pequenos em casa, enquanto os pais labutavam no campo. Uma de suas irmãs, mais tarde, tornou-se freira franciscana. As dificuldades financeiras eram tantas que a família migrou de povoado em povoado até fixar-se num povoado inóspito chamado Ferrieri. Nessa localidade, a família passou a residir na mesma propriedade de João Sereneli, ancião de sessenta anos de idade que tinha dois filhos, Gaspar e Alexandre, este com dezoito anos de idade. Assim, todos trabalhavam na lavoura enquanto a jovem Maria cuidava da casa e dos irmãos pequenos. Desse modo, Maria nunca pôde estudar, mas ao lado da família sempre freqüentou a igreja.
Ela só estudou o catecismo para fazer a primeira comunhão, aos doze anos de idade, um ano após a morte de seu pai. Quando isto ocorreu, o senhor João, compadecido, manteve tudo como estava, contando apenas com a viúva para o trabalho na lavoura.

sexta-feira, 4 de julho de 2014

“TOMA A SUA CRUZ”

TOMA A SUA CRUZ”


Existem várias explicações, várias definições, vários ensinamentos a respeito da passagem quando Jesus diz: “Se alguém quer vir após mim, renuncie a si mesmo, tome sua cruz cada dia e siga-me.” (Lc 9,23; Mt 16,24; Mc 8,34); “Quem não carrega a sua cruz e não vem após mim, não pode ser meu discípulo.” (Lc 14,27); “Aquele que não toma a sua cruz e me segue não é digno de mim.” (Mt 10,38). Seria um incentivo ao sofrimento, à passividade, ao conformismo? Jesus buscou a cruz ou a cruz foi consequência da obediência de Jesus ao plano de salvação do Pai?
Paulo diz que Jesus foi obediente até a morte, e morte de cruz!” (Fl 2,8). 
Para Jesus a obediência a Deus estava acima de todas as coisas, inclusive acima de sua própria vontade, "E disse: Aba, Pai, todas as coisas te são possíveis; afasta de mim este cálice; não seja, porém, o que eu quero, mas o que tu queres." (Mc 14,36).
Seria a obediência o caminho da cruz? A obediência leva ao amor, mas o amor não correspondido leva à cruz. Assim, não é tanto a morte de Cristo por si mesma o que nos salvou, mas sua obediência até a morte. E o que levou Jesus à cruz foi o amor intenso que ele teve pelos homens, amor que não houve correspondência por parte dos homens.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

SÃO TOMÉ – O APÓSTOLO QUE QUER VER PARA CRER

SÃO TOMÉ – O APÓSTOLO QUE QUER VER PARA CRER


Tomé, um dos doze, chamado Dídimo, que quer dizer “Gêmeo” quando da manifestação de Jesus para os apóstolos, não estava com eles. Disseram-lhe os outros discípulos: “Vimos o Senhor”. Tomé, que no seguimento a Jesus, havia vivido tantos contratempos e acontecimentos que não entendera, já não era o mesmo Tomé crente, mas um Tomé receoso, cuidadoso, atento a todos os pormenores com a sua crítica exigente que tinha direito a resposta razoavel para todas as afirmativas que colocassem em dúvida a sua credibilidade. Deixara de ser um homem pronto a crer e aceitar, e passou a se preocupar em não ser vítima da sua auto-ilusão, mas aquele que se recusava a crer até no que via. Tomé aceitara o convite de Jesus  para seguí-lo, e tinha se proposto até ir com ele para Betânia e, se fosse necessário, morrer com Jesus; Tomé queria saber para onde Jesus dizia que iria para ele pudesse ir junto, não importando para onde fosse.
Mas tudo havia se tornado uma ilusão: o Mestre havia morrido, o sonho acabara. E agora vem os discípulos e lhe dizem: “Vimos o Senhor” exatamente no dia e hora em que Tomé estava ausente. Estariam os discípulos de Jesus querendo brincar com coisa tão importante e séria? Tomé já havia acreditado demais. Não queria sofrer uma nova desilusão.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

MARIA, MÃE DE JESUS, EDUCADORA

MARIA, EDUCADORA


Maria é o exemplo das educadoras cristãs. E José, juntamente com Maria, é o casal de deve servir de exemplo a todos os casais, a todos os pais na educação de seus filhos. Um exemplo de dedicação e amor aos filhos nos deram José e Maria quando Jesus, aos doze anos de idade, fica perdido em Jerusalém e é encontrado pelo santo casal três dias depois de intensa e angustiante procura, depois da festa da páscoa. Maria e José é o casal que deve ser tomado como exemplo a todos os pais cristãos na educação de seus filhos. A educação dos filhos é sempre um tema atual. A preocupação primeira dos pais é educar bem seus filhos, mas, geralmente, os pais não foram educados convenientemente, não por culpa deles, e, por isso, não sabem educar seus filhos com critérios civis, sociais e cristãos.           
Os pais de hoje, geralmente, não sabem por onde devem começar a educação de seus filhos.    A educação de um filho começa, exatamente, nove meses antes dele nascer, isto é, a educação do filho começa a partir da sua concepção no ventre de sua mãe, e, educar, acima de tudo quer dizer “amar”, aceitar e fazer do filho parte de seu ser. O filho, a partir do momento em que nasce, é como se Deus colocasse nas mãos dos pais uma pedra bruta, julgando que os pais tem as ferramentas necessárias para dessa pedra fazer uma obra de arte. 

terça-feira, 1 de julho de 2014

DIÁCONO JOÃO LUIZ POZZOBON

DIÁCONO JOÃO LUIZ POZZOBON


João Luiz Pozzobon nasceu em 12/12/1904 em Ribeirão, uma aldeia serrana do Rio Grande do Sul, hoje município de São João de Polêsine, em 12 de dezembro de 1.904.
É oriundo de uma família de imigrantes italianos. Seu pai nasceu à bordo do navio com que sua família havia embarcado da Itália para o Brasil. Sendo sua família profundamente religiosa, desde jovem João teve uma educação católica permanente.
Desde menino João Pozzobon distinguiu-se por sua piedade e disposição para servir.
Com 10 anos de idade passou a morar na Casa Paroquial de Vale Vêneto para estudar o curso primário e dar continuidade aos estudos no Seminário. Aos doze anos deixou os estudos por problemas de visão, e voltou para a casa de seus pais para ajudá-los na lavoura de arroz. Ingressou no serviço militar, ocultando que sofria de deficiência visual, "apenas para aprender", mas na linha de tiro o problema foi detectado e ele foi desligado imediatamente. Voltou novamente para a casa de seus pais onde continuou ajudando seu pai na lavoura e nas obras da Igreja.
Com 23 anos, em 1928, casou-se com Tereza Turcato, indo morar na localidade de Restinga Seca, tendo, com Tereza, dois filhos: Eli e Ari. Com o falecimento da esposa, casou-se novamente, seis meses depois, com Victoria Maria Felippeto, em 1933, tendo mais cinco filhos: Nair, Otilia, Pedrolina, Humberto e Vilma. Converteu-se num homem singelo, pai de sete filhos, atuando como comerciante.