16 DE
JUNHO
SANTOS
JULITA E CIRO - +304
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Julita vivia na cidade de Icônio,
na Licaônia, atualmente Turquia. Ela era uma senhora riquíssima, da alta aristocracia
e cristã, que se tornara viúva logo após ter dado à luz um menino. Ele foi
batizado com o nome de Ciro, mas também atendia pelo diminutivo Ciríaco ou
Quiríaco. Tinha três anos de idade quando o sanguinário imperador Diocleciano
começou a perseguir, prender e matar cristãos. Julita, levando o filhinho Ciro
e algumas servidoras, fugiu para a Selêucia e, em seguida, para Tarso, mas ali
acabou presa. O governador local, um cruel romano chamado Alexandre, tirou-lhe
o filho dos braços e passou a usá-lo como um elemento a mais para sua tortura.
Colocou-o sentado sobre seus joelhos, enquanto submetia Julita ao flagelo na
frente do menino, com o intuito de que renegasse a fé em Cristo. Como ela não
obedeceu, os castigos aumentaram. Foi então que o pequenino Ciro saltou dos
joelhos do governador, começou a chorar e a gritar junto com a mãe:
"Também sou cristão! Também sou cristão!"






