segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

SANTA INÊS

SANTA INÊS

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Santa Inês tem o nome originário do grego e significa pura. Inês nasceu em Roma, no ano 304. Era de família nobre, descendente da família Cláudia. Desde pequena foi educada na fé cristã. Foi cuidada por uma Aia, uma babá. Desde criança demonstrou personalidade forte e decidiu consagrar sua pureza para Deus.

Vida de Santa Inês
Com apenas 13 anos já era cheia de pretendentes, por causa de sua beleza. Inês foi cobiçada por sua beleza e riqueza por um jovem romano chamado Fúlvio, que era filho de Simprônio, o prefeito de Roma. Fúlvio fez o pedido de casamento formal à família. Inês, porém, não aceitou por causa de sua consagração a Deus.
Fúlvio, indignado, denunciou Inês como cristã. E era tempo de perseguição contra os cristãos. Por isso, Inês foi presa, e após um julgamento forjado, foi condenada a vários castigos.

domingo, 20 de janeiro de 2019

AS BODAS DE CANÁ - “ELES NÃO TÊM MAIS VINHO”. (Jo 2,3).

SEGUNDO DOMINGO DE TEMPO COMUM – ANO “C”
Ano: C – Cor: verde - Leituras: Is 62,1-5; Sl 95; 1Cor 12,4-11; Jo 2,1-11.

“ELES NÃO TÊM MAIS VINHO”.  (Jo 2,3).

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Diácono Milton Restivo

Ainda, e por algum tempo, a liturgia continua ligada aos acontecimentos do Natal, quando aconteceu a primeira manifestação de Jesus no nosso meio.
A história da liturgia da Igreja mostra-nos que, antigamente, na mesma oportunidade, de uma só vez e no mesmo dia, eram festejados os três momentos da epifania de Jesus, ou seja, a manifestação de Jesus no nosso meio: a visita dos magos, o batismo de Jesus e as bodas da Caná. 
Aos magos Jesus se manifestou como:
·         “o rei dos Judeus” sob a luz radiante e o brilho da estrela que conduziu os magos até ele: “Onde está o recém-nascido rei dos judeus? Nós vimos a sua estrela no Oriente, e viemos para prestar-lhe homenagem”. (Mt 2,2).

sábado, 19 de janeiro de 2019

AMANDO MARIA, AGRADAMOS A JESUS.

AMANDO  MARIA, AGRADAMOS A JESUS.

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São Luiz Maria Grignon  de Montfort como um grande devoto de Maria, no livro que ele escreveu sobre Maria chamado “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem”, queixa-se, amorosamente a Jesus pelos cristãos desconhecerem a íntima  ligação que existe entre Jesus e Maria. E, nesse livro, ele escreve o seguinte:
“Neste ponto, dirijo-me a vós, um instante,  ò meu amável Jesus, para queixar-me amorosamente à Vossa Majestade de que a maior parte dos cristãos e até os mais ilustrados não sabem da união necessária que existe entre vós e vossa Mãe Santíssima. Estais sempre com Maria, ó meu Senhor, e Maria está sempre convosco e não pode estar sem vós; de outro modo deixaria de ser o que é; Maria está de tal forma transformada em vós pela graça que não vive mais, não existe mais; sois vós, unicamente, meu Jesus, que nela viveis e reinais, mais perfeitamente que todos os Anjos ou bem-aventurados.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

SANTA MARGARIDA DA HUNGRIA

SANTA MARGARIDA DA HUNGRIA

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Margarida era uma princesa, filha do rei Bela IV, da Hungria e da rainha Maria, de origem bizantina. Margarida nasceu no castelo de Turoc, em 1242, logo foi batizada, pois os reis eram fervorosos cristãos. Aos dez anos, o casal real a entregou para viver e ser preparada para os votos religiosos, no mosteiro dominicano de Vespem, em agradecimento pela libertação da pátria dos Tártaros.
Dois anos depois, fez a profissão de fé de religiosa num novo mosteiro, fundado para ela por seu pai, na Ilha das Lebres, localizada no rio Danúbio, perto de Budapeste.
Em 1261, tomou o véu definitivo, entregando seu coração e sua vida a serviço do Senhor, tendo uma particular devoção pela Eucaristia e Paixão de Cristo. Ela realmente, era especial, foi um exemplo de humildade e virtude para as outras religiosas. Rezava sempre, e fazia penitencias, se oferecendo como vítima proposital, para a salvação do seu povo.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

SANTO ANTÃO DO EGITO OU ANTONIO DO DESERTO - 251-356

SANTO ANTÃO DO EGITO OU ANTONIO DO DESERTO - 251-356

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Antonio do Deserto nasceu na cidade de Conam, no coração do antigo Egito, em 251, e batizado com o nome de Antão.
Era o primogênito de uma família cristã de camponeses abastados e tinha apenas uma irmã. Aos vinte anos, com a morte dos pais, herdou todos os bens e a irmã para cuidar. Mas, numa missa, foi tocado pela mensagem do Evangelho em que Cristo ensina a quem quer ser perfeito: "Vende os teus bens, dá aos pobres e terás um tesouro nos céus. Depois, vem e me segue".
Foi exatamente o que ele fez. Distribuiu tudo o que tinha aos pobres, consagrou sua irmã ao estado de virgem cristã e se retirou para um deserto não muito longe de sua casa.
Passou a viver na oração e na penitência, dedicado exclusivamente à Deus. Como, entretanto, não deixava de atender quem lhe pedia orientação e ajuda, começou a ser muito procurado. Por isto, decidiu se retirar ainda para mais longe, vivendo numa gruta abandonada, por dezoito anos.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

“EIS AQUI A ESCRAVA DO SENHOR”.

“EIS AQUI A ESCRAVA DO SENHOR”.

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Por mais que lemos as Sagradas Escrituras nos é difícil entender, realmente a fundo, a sua mensagem, o seu recado. Se pegarmos as Sagradas Escrituras todos os dias e lermos uma mesma frase, um mesmo versículo, todos os dias nós tiraremos uma mensagem diferente e veremos a realidade daquela mensagem por um outro ângulo.
Para cada dia uma mesma frase, um mesmo versículo nos transmite alguma coisa de diferente, nos diz algo de novo. Isso apenas uma frase, um versículo; agora imagine um capítulo inteiro, ou um livro inteiro, ou toda a Bíblia.
Através das Sagradas Escrituras tomamos conhecimento de que Maria, quando foi consultada pelo Anjo Gabriel para ser a Mãe do Filho de Deus, respondeu ao Anjo: “Eis aqui a escrava do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra.”
Será que já paramos para pensar, para meditar sobre esta frase dita por Maria ao Anjo e que está contida na Bíblia, mais precisamente no Evangelho de Lucas?
Maria, quando consultada pelo Anjo se declara “Escrava do Senhor”, e se coloca à disposição de Deus para que a vontade do Altíssimo fosse realizada nela da maneira como o Senhor quisesse.       Para os nossos dias que não existe mais escravidão, não entendemos bem o significado da palavra “escrava”.
Ser escravo é não ter vontade própria, não ter desejos, não ter, absolutamente, liberdade.
Ser escravo é estar sujeito a um senhor como propriedade única e exclusiva dele; ser escravo  é estar sob o poder absoluto de um senhor que o cativou  ou o comprou.
Mas, quando o Senhor mandou o Anjo consultar Maria, demonstrou que respeitava a liberdade de Maria, que respeitava a vontade de Maria e que, se ela dissesse “não” à consulta de Deus, certamente e simplesmente ela não seria a escolhida para ser a Mãe do Filho de Deus.
E esse convite do Senhor à Maria, não era um convite à glória, mas ao sacrifício, não era um convite à alegria, mas ao sofrimento.
Mas, diante do Senhor, Maria se diz escrava e se coloca totalmente nas mãos de Deus, e por livre e expontânea vontade deixa de ter vontade própria, se coloca nas mãos de Deus de tal maneira que se despoja de si própria para que o Senhor Nosso Deus fizesse nela de acordo com a sua vontade.           
Maria é a “escrava do Senhor”, é a consagrada de Deus.
Quem é de Deus não tem vontade própria.
Quem é de Deus é escravo do Amor, é escravo do Rei dos Reis, porque se abre de tal maneira que tudo o que acontece em sua vida é da vontade de Deus.
Maria não foi feita escrava; ela se fez escrava. Maria não foi obrigada a fazer nada que não fosse de sua vontade, mas, perante a vontade de Deus, a sua vontade passou a ser “nada” e Maria renuncia a sua vontade para fazer única e exclusivamente a vontade do Senhor seu Deus.
E, a exemplo de Maria, que se fez “escrava do Senhor”, que se consagrou totalmente ao serviço do Senhor, que desprezou a sua vontade para que nela fosse feita somente a  vontade de Deus, nos nossos dias temos verdadeiros seguidores  e seguidoras da Virgem, que renunciam a sua vontade e tudo o mais que tem neste mundo para fazer única e exclusivamente a vontade de Deus; e esses são os ministros de Deus, são os sacerdotes, os irmãos leigos, os religiosos, as religiosas; são as irmãs de caridade, e não somente as pessoas que se dedicam à vida contemplativa e religiosa, mas também homens e mulheres que não abraçam a vida religiosa mas, que, como cristãos leigos desprezam a vida mundana para se dedicar inteiramente ao serviço do Senhor.
Todos esses, à exemplo de Maria, se proclamam “escravos do Senhor, se esvaziam de si próprios para se encherem da vontade de Deus, para que a vontade do Senhor tome conta dele e, assim como Maria se fez a “escrava do Senhor”,  os nossos sacerdotes, religiosos e religiosas se fazem escravos do Senhor para, a exemplo de Maria, trazer Jesus vivo e verdadeiro até nós e para que nós nos tornemos realmente, por Jesus Cristo e por Maria, verdadeiros filhos de Deus...

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

EUCARISTIA - O MILAGRE DE LANCIANO

EUCARISTIA - O MILAGRE DE LANCIANO

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Na Itália existe uma cidade de nome “Lanciano”, e, nessa cidade tem uma  igreja dedicada a São Longuinho, nome que se atribui ao soldado que traspassou o peito e o coração de Jesus Cristo com a lança na cruz.
No século VIII um padre, um monge da ordem de São Basílio, durante a celebração da santa missa e depois de ter realizado a consagração do pão e do vinho, começou a duvidar da presença do Corpo e do Sangue de Jesus Cristo na hóstia e no cálice.
E a dúvida desse padre que era da ordem de São Basílio que, infelizmente não temos nem o nome, fez com que se realizasse um dos maiores, senão o maior dos milagres eucarísticos: ali no altar, devido a dúvida do celebrante  e diante dos olhos atônitos do padre incrédulo a hóstia consagrada se tornou um pedaço sangrento de carne viva e, no cálice, o vinho consagrado tornou-se verdadeiro sangue que, depois de algum tempo, que, depois de algum tempo, se coagulou em cinco pedrinhas irregulares de formas e tamanhos diferentes.
Esses acontecimentos se deram a doze séculos, ou seja, a mais de mil e duzentos anos, e os pedaços de carne que eram a hóstia e o sangue que era o vinho conservam-se até hoje em exposição na igreja da cidade de Lanciano, na Itália.
No correr dos séculos foram feitas várias pesquisas patrocinadas pela Igreja. Atualmente, nos nossos dias, para se certificar da autenticidade desse milagre, no dia 18 de novembro de 1.970, os Frades Menores Conventuais que cuidam atualmente dessa Igreja onde se realizou esse milagre, esses frades decidiram, com a autorização de Roma, confiar a um grupo de cientistas e peritos a análise científica daquelas relíquias datadas de doze séculos.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

"PAI NOSSO, QUE ESTÁS NOS CÉUS..." (Mt, 6, 9.)

"PAI NOSSO, QUE ESTÁS NOS CÉUS..." (Mt, 6, 9.)

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PAI... um mundo tão grande em três letras apenas. O tesouro de um Pai. A graça de um Pai. Devemos agradecer emocionados e felizes tudo o que um pai representa na vida da gente. 
PAI NOSSO... não apenas meu... não apenas seu... Pai meu e Pai seu; Pai do rico e Pai do pobre; Pai do bom e Pai do mau: Pai do branco e Pai do preto; Pai do livre e Pai do encarcerado...  Pai de todos os homens de todas as nacionalidades, ideologias e religiões.  Deus é Pai de todos. É Pai Universal que nos ama infinitamente e deseja a nossa felicidade e realização, a nossa plenitude... Enviou seu Filho  para nos redimir. Deixou-nos os ensinamentos das Sagradas Escrituras para nos abastecer, orientar e santificar.  Somos filhos do Pai, filhos de Deus, e, portanto, filhos do Rei e herdeiros dos céus.
PAI NOSSO QUE ESTÁS NOS CÉUS... que está nos céus, está na terra, está nos corações, está em nossas vidas, está em todas as partes. O nosso Pai é Onipotente e Onipresente. Quem vive está com Deus, sempre, em todos os momentos, na dor, na alegria, na vivência da fraternidade, especialmente do amor. Onde existe amor, Deus aí está, porque "Deus é amor." (Jo 4,8).

domingo, 13 de janeiro de 2019

BATISMO DE JESUS

BATISMO DO SENHOR – ANO “C”
Cor: branco – Leituras: Is 42,1-4.6-7; Sl 28; At 10,34-38; Lc 3,15-16.21-22.

“TU ÉS O MEU FILHO AMADO QUE MUITO ME AGRADA” (Lc 3,22).

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Diácono Milton Restivo

A festa do Batismo de Jesus faz parte das celebrações da manifestação do Senhor: Natal, Epifania, Batismo, Apresentação de Jesus aos discípulos por João Batista e as bodas de Caná, e é também o Primeiro Domingo do Tempo Comum.
Em todas as manifestações de Jesus a todos os homens houve festa, houve alegria, houve participação; muitas pessoas foram convidadas para essas manifestações de alegria e esperança.
Quando Jesus nasceu no curral à beira da estrada, na cidade de Belém os Anjos vieram dos céus porque os céus também estavam em festa, e a alegria nos céus era tamanha que transbordou, derramou sobre a terra e os Anjos que participavam dessa festa nos céus, radiantes de alegria, desceram cantando, alegres e felizes, anunciando a Boa Nova que a humanidade esperava desde o início dos tempos:
·         “Glória a Deus no mais alto dos céus, e paz na terra aos homens de boa vontade.” (Lc 2,14).
Depois houve a grande festa na visita dos magos, servindo-se, como guia desses homens sábios, uma reluzente estrela no firmamento enviada pelo Senhor Nosso Deus para conduzi-los até onde estava o menino Jesus, e chegaram perguntando:
·         “Onde está o rei dos judeus que acaba de nascer? Porque nós vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo.” (Mt 2,2).

sábado, 12 de janeiro de 2019

PORQUE SÓ OS CATÓLICOS FAZEM O SINAL DA CRUZ?

PORQUE SÓ OS CATÓLICOS FAZEM O SINAL DA CRUZ?

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O símbolo do cristianismo, lembra o teólogo americano John Stott, poderia ser a “manjedoura”, para simbolizar a encarnação de Jesus, a “carpintaria”, para dignificar o trabalho manual de Jesus ou a “toalha”, para lembrar o lava-pés de Jesus.
Mas todos foram ignorados em favor da cruz, o que é totalmente extraordinário, porque, na cultura greco-romana da época, a cruz era objeto de vergonha. Para John Julius Scott, professor de Bíblia e teologia no Wheaton College, nos Estados Unidos, “a cruz é um diamante multifacetado”; a cruz “é a demonstração suprema do amor que Deus tem pelo homem pecador”.
A cruz era um instrumento de tortura e morte usado durante o tempo do Império Romano, sendo usado para aplicar a pena de morte a indivíduos que eram condenados pelas autoridades. Alguns anos depois da crucificação de Jesus, os romanos baniram esta forma de punição por considerarem que era muito cruel.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

CASAMENTO FELIZ

CASAMENTO FELIZ

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Conta uma velha lenda dos índios Sioux, que uma vez, Touro Bravo, o mais valente e honrado de todos os jovens guerreiros, e Nuvem Azul, a filha do Chefe, uma das mais formosas mulheres da tribo, chegaram de mãos dadas, até a tenda do velho feiticeiro da tribo. - Amamo-nos... e queremos casar - disse o jovem. - Sim!... nós amamo-nos tanto, que queremos um feitiço, um conselho, ou um talismã... qualquer coisa que nos garanta que vamos ficar sempre juntos... que nos assegure que estaremos sempre um ao lado do outro até encontrarmos a morte.
Há algo que possamos fazer?... - E o velho, emocionado ao vê-los tão jovens, tão apaixonados e tão ansiosos por um sinal, disse: - Há uma coisa a fazer..., mas é uma tarefa muito difícil e sacrificada... Tu, Nuvem Azul, deves escalar o monte ao norte da aldeia, e apenas com uma rede e tuas mãos, deves caçar o falcão mais vigoroso do monte e trazê-lo aqui com vida, até o terceiro dia depois da lua cheia e tu, Touro Bravo - continuou o feiticeiro - deves escalar a montanha do trono, e lá em cima, encontrarás a mais brava de todas as águias e somente com as tuas mãos e uma rede, deverás apanhá-la trazendo-a para mim, viva!

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

OS MAGOS E O REI HERODES

OS MAGOS E O REI HERODES

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Os magos, ao chegarem em  Jerusalém, perguntaram: “Onde está o rei dos judeus, que acaba de nascer? Porque nós vimos a sua estrela no Oriente, e viemos adorá-lo.” (Mt 2,2). 
A chegada dos magos em Jerusalém com seu séquito provocou um grande alvoroço na cidade e na coorte real.
O rei Herodes ficou surpreso e, “ao ouvir isso, o rei Herodes turbou-se, e toda a Jerusalém com ele. E, convocando todos os príncipes dos sacerdotes e os escribas do povo, perguntou-lhes onde havia de nascer o Messias. E eles disseram: “Em Belém de Judá, porque assim foi escrito pelo profeta (Miquéias, 5, l): “E tu, Belém, terra de Judá, de modo algum és a menor entre as principais cidades de Judá, porque de ti sairá um chefe, que apascentará Israel, meu povo.” (Mt 2,3-6).
O rei Herodes, além de perturbado e surpreso, ficou também alarmado: como poderia ter nascido o rei dos judeus, se os judeus só tinha um rei que era ele próprio? Sentiu-se ameaçado no seu poder e o seu trono estava ameaçado de ser usurpado por um inocente menino recém-nascido.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

OS PRESENTES DOS MAGOS E A ESTRELA DE BELÉM, OS INOCENTES

OS PRESENTES DOS MAGOS E A ESTRELA DE BELÉM, OS INOCENTES

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Os magos, depois de se inclinarem por terra e adorarem o menino no colo de sua mãe, ofereceram-lhe ouro, incenso e mirra, e esses presentes retratam um simbolismo todo especial.
O ouro é o símbolo dos reis, da majestade, do poder, da riqueza e glorifica a realeza divina de Jesus Cristo com um símbolo material; presenteando ao Senhor Jesus com ouro os magos reconhecem em Jesus o Rei dos reis, o Imperador de todas as nações.
O incenso é a homenagem e o reconhecimento da onipotência do Senhor Jesus. Através do ouro reconheceram em Jesus “O HOMEM”, a sua humanidade e através do incenso reconheceram a sua natureza divina, o Filho do Pai Eterno, a Segunda Pessoa da Santíssima Trindade.
A mirra  é uma planta do oriente de onde se extrai uma goma aromática que os antigos usavam  para embalsamar os corpos de seus entes queridos falecidos; a mirra foi, portanto, um preito àquele que “Foi oferecido em sacrifício, porque ele mesmo quis, e não abriu a sua boca; como uma ovelha que é levada ao matadouro, como um cordeiro diante do que o tosquia, guardou silêncio e não abriu  sequer a boca.” (Isaias, 53, 7). “Verdadeiramente ele foi   o que tomou sobre si as nossas fraquezas, ele mesmo carregou as nossas dores; nós o reputamos como um leproso, como um homem ferido por Deus e humilhado.  Mas foi ferido por causa das nossas iniquidades, foi despedaçado por causa dos nossos crimes; o castigo que nos devia trazer a paz, caiu sobre ele, e nós fomos sarados  com as suas pisaduras. Todos nós andamos desgarrados como ovelhas; cada um se extraviou por seu caminho; e o Senhor carregou sobre ele a iniquidade de todos nós.” (Isaias, 53, 4-6).

domingo, 6 de janeiro de 2019

OS REIS MAGOS - EPIFANIA DO SENHOR

OS REIS MAGOS - EPIFANIA DO SENHOR – ANO “C”
Cor: branco – Leituras: Is 60,1-6; Sl 71; Ef 3,23a.-5-6; Mt 2,1-12.

“VIMOS SUA ESTRELA NO ORIENTE” (Mt 2,2)

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Diácono Milton Restivo

Epifania quer dizer manifestação.
Epifania é uma festa religiosa cristã que, antigamente, celebrava-se no dia 6 de janeiro, ou seja, doze dias após o natal; porém, a partir da reforma do calendário litúrgico, acontecida em1969, passou a ser comemorada no segundo domingo após o natal. É Jesus apresentando-se como homem, assumindo a sua natureza humana e dando-se a conhecer aos homens.
Em várias ocasiões as Sagradas Escrituras nos apresentam as oportunidades que Jesus deu-se a conhecer a diferentes pessoas e em diferentes momentos.

sábado, 5 de janeiro de 2019

DIA DE REIS E DA EPIFANIA DO SENHOR

DIA DE REIS E DA EPIFANIA DO SENHOR

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O "Dia de Reis" é uma das festas tradicionais mais singelas celebrada em todo o mundo católico. Neste dia se comemora a visita de um grupo de reis magos (Mt 2,1-12), vindos do Oriente, para adorar a "Epifania do Senhor". Ou seja, o nascimento de Jesus, o Filho por Deus enviado, para a salvação da humanidade. 
O termo "mago" vem do antigo idioma persa e serviu para indicar o país de suas origens: a Pérsia. Eram reis, porque é um dos sinônimos daquela palavra, também usada para nomear os sábios discípulos de uma seita que cultuava um só Deus. 
Portanto, não eram astrólogos nem bruxos, ao contrário, eram inimigos destas enganosas artes mágicas e misteriosas. 
Esses soberanos corretos, esperavam pelo Salvador, expectativa já presente mesmo entre os pagãos.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

SANTA ELISABETE ANA BAYLEI SETON - 1774-1821

SANTA ELISABETE ANA BAYLEI SETON - 1774-1821

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Fundou a Ordem de São José. Nasceu em Nova Iorque, onde cresceu e constituiu família dentro do protestantismo anticatólico dos Estados Unidos, no final do século dezoito. Catarina sua mãe, era filha de pastor anglicano e Ricardo seu pai, era um médico famoso e muito bem conceituado na comunidade.
A menina veio ao mundo no dia 28 de agosto de 1774. A infância de Elisabete foi muito infeliz, perdeu a mãe aos três anos de idade e sua madrasta a maltratou por anos e anos.
Elizabete cresceu solitária pois, seu pai só pensava em seus compromissos profissionais, dando-lhe pouca atenção. Seu consolo era a Bíblia, que lia muito e sobre cujos ensinamentos meditava achando a paz. Enfim, aos dezenove anos casou-se com Guilherme Selton, um rico comerciante nova-iorquino e teve cinco filhos.
Mas uma grave tuberculose que acometeu o marido mudou sua vida. A família se transferiu para a Itália, onde ele esperava encontrar a cura. Lá ficaram hospedados na casa de uma família italiana, a dos amigos Felicchi.
A cura do marido não veio e ele acabou falecendo. Entretanto, durante o tempo em que ficou naquela residência e país, Elisabete conheceu o catolicismo e se converteu. Era o ano 1805.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

SANTÍSSIMO NOME DE JESUS

SANTÍSSIMO NOME DE JESUS


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 O nome de Jesus é grande pelo que significa. O nome de Jesus foi posto por Maria e José, em obediência à ordem que lhe viera de Deus. Disse o Arcanjo a Maria: “Eis que conceberás e darás à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus”. (Lc 1,31). A José o Anjo disse: “Não temas receber Maria, tua mulher; porque o que nela se gerou, é obra do Espírito Santo. E dará à luz um filho, e por nome o chamarás Jesus”. (Mt 1,20).
Ora, os nomes impostos a alguém por ordem de Deus significam sempre qualquer dom  gratuito concedido pelo céu, assim como foi dado a Abraão. “Serás chamado Abraão, porque te constitui pai de muita gente”. (Gn 41,51).

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

SANTO BASÍLIO (MAGNO) - 329-379

SANTO BASÍLIO (MAGNO) - 329-379

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Basílio nasceu em Cesaréia da Turquia, antiga Capadócia, no ano 329. Pertencia a uma família de santos. Seu avô morreu mártir na perseguição romana. Sua avó era Santa Macrina e sua mãe, Santa Amélia. A irmã, cujo nome homenageia a avó, era religiosa e se tornou santa.
Também, seus irmãos: São Pedro, bispo de Sebaste e São Gregório de Nissa, e seu melhor amigo São Gregório Nazianzeno, são honrados pela Igreja. Basílio estudou em Atenas e Constantinopla.
Mas, foi sua irmã Macrina que o levou para a vida religiosa.
Ela havia fundado um mosteiro onde as religiosas progrediam muito em santidade. Basílio decidiu ir para o Egito aprender com os monges do deserto este modo de viver em solidão.
Voltou, se consagrou monge e escreveu suas famosas "Constituições", a primeira Regra de vida espiritual destinada aos religiosos.
Neste livro se basearam os mais famosos fundadores de comunidades ao redigir os Regulamentos de suas Congregações. Basílio foi eleito bispo de Cesaréia, e nesta época o representante do Império tentou fazer com que ele renegasse a Fé, mas ele não o fez.

terça-feira, 1 de janeiro de 2019

ADEUS ANO VELHO... FELIZ ANO NOVO...

ADEUS ANO VELHO... FELIZ ANO NOVO...


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Chegamos ao final de mais um ano; mais um ano vivido em nossa existência; estamos no alvorecer do ano novo. Quantas coisas aconteceram no ano  que se findou; quantas crianças nasceram, quantos entes queridos se foram para a casa do Pai, quantas coisas boas aconteceram, quantas situações desagradáveis nos foram impostas.
Para uns, o ano que passou foi um ano de realizações, de alegria e felicidade; para outros apenas um ano de luta onde a rotina imperou; para outros, ainda, desilusões, tristezas, amargura, sofrimento, enfim, para todos, o ano velho chega ao final.
Neste ano que se findou quanto amamos, quantos bens fizemos, quantas injustiças cometemos, quantas negações aos nossos ideais.
Neste momento, o que tenha acontecido no ano que passou de bom deve ser renovado, e o que aconteceu de não tão bom deve ser aproveitado como lição de vida para que não se repita.  
O ano novo já é uma realidade, mas a vida continua dentro de sua normalidade.
Quando se inicia um ano novo, temos a esperança de que muitas coisas mudarão, muitas dificuldades serão sanadas, muitos problemas vão ser resolvidos, muitas coisas boas acontecerão; mas, para que  a nossa vida possa melhorar no ano que se inicia depende de nós, somente de nós.
A nossa vida melhorará na medida em que formos melhores no ano que se finda.
Para termos uma vida melhor, com a consciência mais tranquila, para que a paz reine em nosso lar, no nosso trabalho, no nosso círculo de amizade, grande parte depende de nós, somente de nós.
Não adianta querermos a paz, se só promovemos a discórdia.
O ano novo será bom na medida em que cada um de nós for bom; o ano que se inicia será melhor que o ano que termina dependendo da maneira em que formos melhores do que fomos no ano que passou.
Todos temos boa vontade de progredir; todos deveríamos ser um instrumento de paz.  
Cada criatura humana pode ser, na realidade, um instrumento de paz, daquela paz verdadeira, da paz que somente Deus pode dar.
O maior obstáculo à paz consiste na maneira egoísta que cada um quer somente para si o que pertence a todos.
Neste ano novo que se inicia deveríamos  tomar como tema e lema e como um objetivo a ser alcançado, a maravilhosa oração do pobrezinho de Assis, Francisco de Assis: “Senhor, faze de mim um instrumento de tua paz...” Instrumento da paz de Deus em todos os ambientes onde possa imperar o ódio, a inveja, a ofensa, a discórdia, a dúvida, o desespero, a tristeza, a mentira...
Quem se propor a viver assim, com o esforço de cada dia, constante e sincero,  há de ser um instrumento de paz nas mãos de Deus, e conseguirá levar amor, compreensão, perdão, fé, união, verdade, esperança, alegria e consolação a toda parte e a toda gente.
Neste ano novo deveríamos ter como programa de vida esta linda oração do Pobrezinho de Assis; mas este programa de vida requer uma grande dose de boa vontade; e não foi exatamente aos homens de boa vontade que Deus prometeu a paz??? “Glória de Deus no mais alto dos céus, e paz na terra aos homens de boa vontade.” (Lc 2,14).
É levando a paz aos outros que cada um de nós terá esse tesouro no próprio coração.
Se não tivermos paz não podemos transmitir a paz, porque ninguém pode dar o que não tem, mas, é dando que se recebe... Dando a paz é que recebemos a paz.
Cada um de nós possui a paz no coração, mas, muitas vezes o nosso egoísmo impede os outros de a terem. No ano novo que se inicia sejamos instrumentos da paz que vem de Deus.
Comecemos o ano pedindo a Deus com Francisco de Assis:

Senhor, fazei de mim um instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
Onde houver discórdia, que eu leve a união;
Onde houver dúvida, que eu leve a fé;
Onde houver erro, que eu leve a verdade;
Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre,
Fazei que eu procure mais
Consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois, é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado,
e é morrendo que se vive para a vida eterna.

SANTA MARIA, MÃE DE DEUS

SANTA MARIA, MÃE DE DEUS

“MARIA, A MÃE DE JESUS.” (At 1,14)

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Diácono Milton Restivo

Maria, a mãe de Jesus, reconhecida no Novo Testamento:
§  “Como posso merecer que a mãe do meu Senhor me venha visitar?” (Lc 1,43).
§  “Simão abençoou-os e disse à Maria, a mãe: ‘Eis que este menino está posto para a ruína e para ressurreição de muitos em Israel, e para ser alvo de contradição. E uma espada trespassará a tua alma, a fim de descobrirem os pensamentos escondidos no coração de muitos’.” (Lc 2,34-35).
§  “E sua mãe conservava no coração todas essas coisas. E Jesus crescia em sabedoria, em estatura e graça, diante de Deus e dos Homens.” (Lc 2,51b-52)
§  “Ao entrar na casa, (os magos), viram o menino com Maria, sua mãe...” (Mt 2,11).
§  “Não é este o carpinteiro, o Filho de Maria”? (Mc 6,3).
§  “Perto da cruz permaneciam de pé sua mãe...” (Jo 19,25).
§  “Todos estes, unânimes, preservaram na oração com algumas mulheres entre as quais Maria, a mãe de Jesus...” (At 1,14).