terça-feira, 30 de abril de 2019

SÃO JOSÉ BENEDITO COTOLENGO - 1786 - 1842

SÃO JOSÉ BENEDITO COTOLENGO - 1786 - 1842

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Fundou as Pequenas casas da Divina Providência. José Benedito Cotolengo nasceu em Brá, na província de Cuneo, no norte da Itália, no dia 3 de maio de 1786.
Foi o mais velho dos doze filhos de uma família cristã muito piedosa. Ele tinha apenas cinco anos quando sua mãe o viu medindo os quartos da casa com uma vara, para saber quantos doentes pobres caberiam neles. Dizia que, quando crescesse, queria encher sua casa com esses necessitados, fazendo dela "seu hospital".
O episódio foi um gesto profético. Na cidade de Brá, ainda se conserva tal casa. Com dezessete anos, ingressou no seminário e, aos vinte e cinco, se ordenou sacerdote na diocese de Turim. Seu ministério foi marcado por uma profunda compaixão pelos mais desprotegidos, esperando sempre a hora oportuna para concretizar os ideais de sua vocação.

segunda-feira, 29 de abril de 2019

SANTA JOANA (GIANNA) BERETTA MOLLA - 1922-1962

SANTA JOANA (GIANNA) BERETTA MOLLA - 1922-1962
 

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Gianna Beretta nasce em Magenta (Milão, Itália) aos 04 de outubro de 1922.
Desde sua primeira juventude, acolhe plenamente o dom da fé e a educação cristã, recebidas de seus ótimos pais. Esta formação religiosa ensina-lhe a considerar a vida como um dom maravilhoso de Deus, a ter confiança na Providência e a estimar a necessidade e a eficácia da oração. Durante os anos de estudos e na Universidade, enquanto se dedicava diligentemente aos seus deveres, vincula sua fé com um compromisso generoso de apostolado entre os jovens da Ação Católica e de caridade para com os idosos e os necessitados nas Conferências de São Vicente.
Laureada em medicina e cirurgia em 1949 pela Universidade de Pavia (Itália), em 1950 abre seu consultório médico em Mêsero (nos arredores de Milão).

domingo, 28 de abril de 2019

“MEU SENHOR E MEU DEUS” (Jo 20,28).

SEGUNDO DOMINGO DA PÁSCOA
Ano – C; Cor – Branco; Leituras: At 5,12-16; Sl 117 (118); Apo 1,9-13.17-19; Jo 20,19-31.

“MEU SENHOR E MEU DEUS” (Jo 20,28).

Diácono Milton Restivo

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Na liturgia do domingo anterior Maria Madalena foi ao túmulo de Jesus e lá não o encontrou como esperava. Ficou desesperada julgando que haviam roubado o corpo do Mestre. Ofegante foi até onde estavam escondidos os discípulos para lhes levar a notícia. Ainda não sabiam ou não acreditavam que Jesus havia ressuscitado, conforme ele mesmo dissera: “O Filho do Homem vai ser entregue na mão dos homens. Eles o matarão, mas no terceiro dia ele ressuscitará.” (Mt 17,22; Mc 9,31; Lc 18,33).
Na liturgia de hoje é o próprio Jesus quem se manifesta. E nessa manifestação Jesus põe em prática aquilo que já havia ensinado: “Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para condenar o mundo, e sim para que o mundo seja salvo por meio dele.” (Jo 317). 
Nessa oportunidade, segundo nos conta Lucas, Cristo pede alguma coisa para comer: “Vocês têm aqui alguma coisa para comer?’. Eles ofereceram a Jesus um pedaço de peixe grelhado. Jesus pegou o peixe e comeu diante deles.” (Lc 24,41-43). Ao se dirigir aos seus discípulos apavorados, não existem palavras de reprovação nem queixa apesar da infidelidade de todos eles, mas somente a alegria e a paz que Jesus havia prometido no último discurso.

sábado, 27 de abril de 2019

“’SENHOR, ONDE MORAS?’ ‘VEM E VÊ’.”

“’SENHOR, ONDE MORAS?’ ‘VEM E VÊ’.”

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João Batista, estando às margens do rio Jordão e vendo Jesus passar ao longe, aponta-o para dois de seus discípulos, João e André, e lhes diz: “eis o Cordeiro de Deus”. Ouvindo essas palavras os dois discípulos seguiram Jesus. Voltando-se para eles e vendo que o estavam seguindo, Jesus perguntou: ‘o que vocês estão procurando?’ Eles disseram: ‘Mestre, onde o senhor mora?’ Jesus respondeu: ‘Venham e vejam”. (Jo 1,36-39).
Se hoje chegássemos a Jesus e lhe fizéssemos essa mesma pergunta que os discípulos de João lhe fizeram quando o encontraram pela primeira
,vez: “Senhor, onde o Senhor mora?” da mesma forma que ele respondeu para aqueles discípulos, responderia para cada um de nós: “Venha e veja”. Mas, onde seria a morada de Jesus?

sexta-feira, 26 de abril de 2019

NOSSA SENHORA DO BOM CONSELHO

NOSSA SENHORA DO BOM CONSELHO

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A devoção que comemoramos hoje, remonta a Igreja Primitiva, de forma que não temos dados precisos sobre sua origem. Tão antiga é a devoção que a Mãe do Bom Conselho é invocada na Ladainha Lauretana. 
Sabemos, contudo,  que entre os anos de 432 e 440,  o Papa Xisto III mandou construir uma Igreja dedicada a Nossa Senhora do Bom Conselho na cidade de Genezzano, Itália, ao lado de um convento fundado por Santo Agostinho. Esta cidade havia sido doada à Igreja com o advento dos imperadores cristãos, sucessores do Imperador Constantino que, convertido, decretara o fim da perseguição aos cristãos e da crucifixão (ano 312).
Genezzano iria ser agraciada, cerca de mil anos depois,   com um presente milagroso de Nossa Senhora, como veremos a seguir:  Havia,  na idade média, também uma outra igreja,  na cidade de Scutari - Albânia, onde o povo venerava com ardor uma imagem de Nossa Senhora do Bom Conselho, a que eram atribuídos  muitos milagres. 

quinta-feira, 25 de abril de 2019

SÃO MARCOS EVANGELISTA

SÃO MARCOS EVANGELISTA

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O evangelho de são Marcos é o mais curto se comparado aos demais, mas traz uma visão toda especial, de quem conviveu e acompanhou a paixão de Jesus quando era ainda criança.
Marcos pregou quando seus apóstolos se espalhavam pelo mundo, transmitindo para o papel, principalmente, as pregações de são Pedro, embora tenha sido também assistente de são Paulo e são Barnabé, de quem era sobrinho.
Marcos, ou João Marcos, era judeu, da tribo de Levi, filho de Maria de Jerusalém, e, segundo os historiadores, teria sido batizado pelo próprio são Pedro, fazendo parte de uma das primeiras famílias cristãs de Jerusalém.
Ainda menino, viu sua casa tornar-se um ponto de encontro e reunião dos apóstolos e cristãos primitivos. Foi na sua casa, aliás, que Cristo celebrou a última ceia, quando instituiu a eucaristia, e foi nela, também, que os apóstolos receberam a visita do Espírito Santo, após a ressurreição.

quarta-feira, 24 de abril de 2019

PAI NOSSO... DO JEITO DE MARIA.

PAI NOSSO... DO JEITO DE MARIA.

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Certa vez, os apóstolos se achegaram a Jesus e lhe pediram: “Mestre, ensina-nos a rezar.”
E o Senhor Jesus ensinou aos seus apóstolos e discípulos, e também a todos nós a oração do Pai Nosso. E desde a primeira vem em que a oração do Pai Nosso foi ensinada e rezada pelo próprio Senhor Jesus, até os nossos dias a oração do Pai Nosso tem sido rezada por todas as religiões cristãs em todas as partes do mundo milhões e milhares de vezes.
Mas, se conhecemos bem a vida de Maria, vamos ver nas entrelinhas do Santo Evangelho que, mesmo antes de o Senhor Jesus ensinar a oração do Pai Nosso aos seus apóstolos e discípulos, Maria já o rezava desde a muito tempo, com outras palavras, é claro ,mas com o mesmo fervor com que o Senhor Jesus ensinou e rezou. Ao ensinar o Pai Nosso, Jesus Cristo disse: “Pai Nosso, que estais nos céus”, e Maria já dissera: “Engrandece a minha alma ao Senhor, e exulte o meu espírito em Deus, meu Salvador”, e nós repetimos: “Pai Nosso que estais nos céus, nós exaltamos de alegria pela santidade de vossa presença e, humildemente, saudamos e bendizemos o vosso nome, como no cântico de Maria.” Jesus Cristo disse: “Santificado seja o vosso nome.”, e Maria já dissera: “O Todo Poderoso fez em mim maravilhas, Santo é o seu nome.”, e nós repetimos todos os dias, cheios de amor e gratidão: Santo, Santo, Santo, é o Senhor Rei do Universo...”

terça-feira, 23 de abril de 2019

DESABAFO DE UM SACERDOTE.

DESABAFO DE UM SACERDOTE.

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Plenamente de acordo.  Para ler com cuidado e tirar as suas conclusões. Sejam elas quais sejam, merece respeito.
“Não gosto de "falar via face" (embora eu não goste, pois acho feio ficar fazendo desabafos por aqui, mas vou fazer como alguns) O que vou registrar aqui é fruto de uma grande reflexão que já faço a tempos ... vamos lá ! Às vezes vejo pelas redes sociais muitos apelarem para aquilo que os padres não fazem. Mas nunca li nada sobre o que os padre fazem ... Nunca ninguém postou os anos que ficamos nos preparando com os estudos; às vezes com privações mas sempre atentos às necessidades do tempo atual. Nunca ninguém postou as muitas vezes que como seminaristas, deixamos nossas famílias, emprego, amigos e conhecidos para morar em outras cidades ajudando as paróquias no estágio pastoral. Em troca de que ? Da faculdade ? Não! Hoje podemos estudar gratuitamente com as muitas bolsas que há pelo Brasil, mas renunciamos por amor e por acreditar na esperança !

segunda-feira, 22 de abril de 2019

FREI DAMIÃO: O CAPUCHINHO QUE EVANGELIZOU O NORDESTE BRASILEIRO E É AGORA VENERÁVEL

FREI DAMIÃO: O CAPUCHINHO QUE EVANGELIZOU O NORDESTE BRASILEIRO E É AGORA VENERÁVEL

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Entre os sete decretos assinados pelo Papa Francisco que reconhecem as virtudes heroicas de novos Veneráveis está também o de Frei Damião de Bozzano, capuchinho que evangelizou o Nordeste brasileiro e dizia ser apenas um mensageiro de Deus.
Frei Damião nasceu em Bozzano, na Itália, em 5 de novembro de 1898, tendo recebido o nome de Pio Gianotti. Era o segundo dos cinco filhos do casal de camponeses Felice e Maria Giannotti, de sólida formação católica.
Ainda aos 10 anos, após ser crismado, começou a expressar os primeiros sinais de vocação e, aos 13 anos, ingressou no Seminário Seráfico de Camigliano, da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, em 17 de março de 1911.
Aos 17 anos, em julho de 1915, emitiu os primeiros votos e recebeu o nome de Frei Damião de Bozzano. Entretanto, precisou interromper os seus estudos de Filosofia após ser convocado, em setembro de 1918, para o serviço militar na Primeira Guerra Mundial.
Retornou ao Convento ao fim da Guerra e emitiu sua profissão perpétua. Em 1920, foi estudar Teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma.
Frei Damião foi ordenado sacerdote em 25 de agosto de 1923, na igreja do antigo Colégio São Lourenço de Bríndisi, em Roma. E, em 1931, foi enviado ao Brasil, onde chegou em 17 de junho, tendo se estabelecido no Convento Nossa Senhora da Penha, em Recife (PE). Após esta chegada, foram 66 anos dedicados às Santas Missões. 
As Santas Missões eram vistas como “tempo forte de graça e conversão”, que costumavam durar de segunda-feira a domingo. Durante esta semana missionária, o frade proclamava a Palavra de Deus em uma cidade, por isso, afirmava ser apenas um mensageiro de Deus.
As Santas Missões contavam com sermões, catequeses, encontros específicos com homens, mulheres, jovens, crianças, visitava os doentes, os presos. Além disso, dedicava-se ao sacramento da Reconciliação, atendendo confissões por mais de 12 horas por dia, orientando os corações para Cristo.
Com os anos, adquiriu uma deformação na coluna que o deixou encurvado, provocando dificuldades na fala e na respiração. Além disso, durante muito tempo, sofreu de erisipela, devido à má circulação sanguínea.
Em 1990, sofreu uma embolia pulmonar, por isso, a partir de então, diminuiu o ritmo das Santas Missões, passando apenas para os finais de semana. Mas, sua saúde se agravou em 1997, ano em que realizou sua última Santa Missão na cidade de Capoeiras (PE), no mês de fevereiro.
Em 12 de maio de 1997, foi internado no Real Hospital Português, na capital pernambucana, onde foi visto realizando aquele que foi chamada “sua última missão”, rezou o terço com o povo em uma das salas do hospital.
No dia seguinte, 13 de maio, sofreu um derrame cerebral e foi levado para a UTI, vindo a falecer em 31 de maio de 1997, aos 98 anos. Seu corpo foi enterrado na capela de Nossa Senhora das Graças, de quem era devoto, no Convento São Félix, em Recife.

domingo, 21 de abril de 2019

COMO GOSTARIA QUE MARIA FOSSE MELHOR CONHECIDA

COMO GOSTARIA QUE MARIA FOSSE MELHOR CONHECIDA

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Todos nós, vossos filhos, vos amamos, Maria, e através de vós amamos a Deus e desejamos amá-lo mais ainda e cada vez mais.
O nosso amor por vós nos dá forças para lutarmos para a maior glória de Deus.
Todos nós, que desejamos alguma coisa, alguma melhora na nossa vida ou na vida de alguém, todos nós que desejamos a vinda de melhores dias, um emprego, uma graça para vencermos um defeito particular, ou um pedido para a conversão de um filho, do marido, da esposa, do pai, irmãos ou amigos, quando precisamos de uma grande graça não exitamos e logo corremos aos vossos pés, doce Mãe, e dificilmente alguém de nós sai de perto de vós sem que a Senhora tenha atendido o nosso pedido.
Quantas vezes recorremos à vós, doce Mãe, quando notamos tristemente que a nossa fé vacila, quando esfriamos na nossa dedicação para com a Igreja de Deus, ou porque nos afligimos por termos que carregar uma grande cruz que parece muito pesada para a nossa fraqueza na fé, ou ainda, quando temos no seio de nossa família perturbações e infelicidades domésticas que nos parecem dificultar até a nossa própria salvação eterna, e, para todos nós que recorremos aos vossos pés, a oração parece trazer tão pouco alívio.

sábado, 20 de abril de 2019

SÁBADO SANTO – JESUS NO SEPULCRO

SÁBADO SANTO – JESUS NO SEPULCRO

“NÓS ESPERÁVAMOS QUE ELE FOSSE O LIBERTADOR DE ISRAEL, NAS HOJE JÁ O TERCEIRO DIA...” (Lc 24,21).

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Diácono Milton Restivo

Silêncio. A Igreja está de luto. A natureza está de luto.
Tudo é silêncio, tudo é sofrimento, tudo é dor. Aquele em que depositávamos as nossas esperanças já não existe mais no meio dos mortais.
Neste momento está depositado no sepulcro que lhe foi emprestado, no silêncio total, no descanso eterno. Aquele que ressuscitara tantas pessoas, que fizera voltar à vida Lázaro, o filho da viúva de Naim, a filha de Jairo, e que dissera: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida”, (Jo 14,6), e que viera trazer a vida em abundância: "Eu vim para que todos tenham vida e a tenham em abundância" (Jo 10, 10), e queria que todos vivêssemos essa vida, agora está sem vida, está morto e sepultado. “Vocês todos que passam pelo caminho, olhem e prestem atenção: haverá dor semelhante à minha dor?” (Lm 1,12).
O velho Simeão, quando Maria e José apresentaram Jesus no Templo quando ainda bebê, dissera a Maria: “Eis que esse menino vai ser causa de queda e elevação de muitos em Israel. Ele será um sinal de contradição. Quanto a você, uma espada há de atravessar-lhe a alma”. (Lc 2,34-35). O velho Simeão falou de uma espada de dor; quantas espadas traspassaram o coração de Maria? Maria sabia quem era Jesus; o mundo não quis saber...

sexta-feira, 19 de abril de 2019

SEXTA-FEIRA SANTA

SEXTA-FEIRA SANTA
Ano – C; Cor – Vermelho; Leituras: Is 52,13 – 53,12; Sl 30 (31); Hb 4,14-16; 5,7-9; Jo 18,1 – 19,42.

PERTO DA CRUZ PERMANECIAM, DE PÉ, SUA MÃE...” (Jo, 9,25).

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Diácono Milton Restivo

“Na minha angústia invoquei a Iahweh, ao meu Deus lancei o meu grito; do seu Templo ele ouviu a minha voz, meu grito chegou aos seus ouvidos.” (Sl 18 (17), 7).

“Ele não tinha aparência nem beleza para atrair o nosso olhar, nem simpatia para que pudéssemos apreciá-lo. Desprezado e rejeitado pelos homens, homem do sofrimento e experimentado na dor; como indivíduo de quem a gente esconde o rosto, ele era desprezado e nem tomamos conhecimento dele. Todavia, eram as nossas doenças que ele carregava, eram as nossas dores que ele levava em suas costas. E nós achávamos que ele era um homem castigado, um homem ferido por Deus e humilhado. Mas ele estava sendo traspassado por causa de nossas revoltas, esmagado por nossos crimes. Caiu sobre ele o castigo que nos deixaria quites; e por suas feridas é que veio a cura para nós. Todos nós estávamos perdidos como ovelhas, cada qual se desviava por seu próprio caminho, e Yahweh fez cair sobre ele os crimes de todos nós. Foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca; tal como cordeiro ele foi levado para o matadouro; como ovelha muda diante do tosquiador, ele não abriu a boca. Foi preso, julgado injustamente; e quem se preocupou com a vida dele?  Pois foi cortado da terra dos vivos e ferido de morte por causa da revolta do meu povo.A sepultura dele foi colocada junto com a dos ímpios, e seu túmulo junto com o dos ricos, embora nunca tivesse cometido injustiça, e nunca a mentira estivesse em sua boca. No entanto, Yahweh queria esmagá-lo com o sofrimento: se ele entrega a sua vida em reparação pelos pecados, então conhecerá os seus descendentes, prolongará a sua existência e, por meio dele, o projeto de Yahweh triunfará. (Is 53,2-10).

quinta-feira, 18 de abril de 2019

MARIA, MÃE DAS DORES

MARIA, MÃE DAS DORES

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“E uma espada traspassará tua alma”. (Lc 2, 35).  Palavras do velho Simeão à Maria, Mãe de Jesus Cristo, quando da apresentação do Menino Jesus no templo oito dias após o seu nascimento. Naquele momento Maria deve não ter entendido bem  toda a extensão e profundidade dessas, palavras, mas, durante toda a sua vida ela as guardou e meditou em seu coração.    
Trinta anos depois, quando seu Filho Jesus começou a sua vida pública e Maria começou a observar a ingratidão do povo para com o seu Deus, e, principalmente, quando se aproximava a hora final, quando seu Filho deveria se entregar para ser a vítima santa e imaculada, Maria começou a entender melhor o significado daquelas palavras. E essa espada de dor que se cravou na alma de Maria se fez sentir mais dolorosamente a partir da entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, quando ela pressentiu que aquilo era o começo do fim.   

quarta-feira, 17 de abril de 2019

AS SETE DORES DE MARIA, A MÃE DE JESUS.

AS SETE DORES DE MARIA, A MÃE DE JESUS.

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Nesta Semana das Dores, vamos meditar acerca das Dores de Maria, a Mãe de Jesus. As Dores de Maria nos comovam o coração, impulsionando-nos para a prática do bem.

PRIMEIRA DOR - APRESENTAÇÃO DO PEQUENO JESUS NO TEMPLO
Nesta primeira dor veremos como o coração de Maria Santíssima foi transpassado por uma espada, quando Simeão profetizou que o Filho dela seria a salvação de muitos, mas também serviria para ruína de outros. A virtude que aprendemos nesta dor é a da santa obediência. Sejamos obedientes aos superiores, porque são eles instrumentos de Deus.

terça-feira, 16 de abril de 2019

SANTA BERNADETE SOUBIROUS – A VIDENTE DE LOURDES

SANTA BERNADETE SOUBIROUS – A VIDENTE DE LOURDES

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Bernarda, era o nome a filha de Francisco Soubirous e Luisa Casterot, nascida em 7 de janeiro de 1844, em Lourdes, uma região montanhosa da França, os famosos Pirineus.
Mas era chamada pela forma carinhosa do nome no diminutivo: Bernadete. A família de camponeses era numerosa, religiosa e muito pobre. Desde a infância, a pequena tinha problemas de saúde em conseqüência da asma.
Era analfabeta, mas tinha aprendido a rezar o terço, o que fazia diariamente enquanto cuidava dos afazeres da casa. Numa tarde úmida e fria, Bernadete foi, junto com a irmãzinha e algumas companheiras, procurar gravetos.

segunda-feira, 15 de abril de 2019

PAPA RECONHECE VIRTUDES HEROICAS DE NELSINHO DE ARARAQUARA, MENINO QUE PREVIU SUA PARTIDA AO CÉU

PAPA RECONHECE VIRTUDES HEROICAS DE NELSINHO DE ARARAQUARA, MENINO QUE PREVIU SUA PARTIDA AO CÉU

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Nelson Santana, conhecido como Nelsinho, é um menino brasileiro cujas virtudes heróicas foram reconhecidas em decreto assinado pelo Papa Francisco; ele teve o braço amputado, sofreu muitas dores, mas suportou tudo unido a Jesus, e previu que partiria para a Casa do Pai na noite de véspera de Natal.
Nelsinho nasceu em Ibitinga (SP), em 31 de julho de 1955, sendo o terceiro dos oito filhos do casal João Joaquim Santana e Ocrécia Santana. Certo dia, aos sete anos, enquanto brincava na fazenda onde vivia com sua família, machucou gravemente o braço e precisou ser levado à Santa Casa de Misericórdia de Araraquara (SP).

domingo, 14 de abril de 2019

DOMINGO DE RAMOS

DOMINGO DE RAMOS E DA PAIXÃO DO SENHOR
Ano – C; Cor – Vermelho; Leituras: Lc 19,28-40; Is 50,4-7; Sl 21 (22); Fl 2,6-11; Lc 23,1-49.

"BENDITO AQUELE QUE VEM EM NOME DO SENHOR!" – (Lc 19,38).

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Diácono Milton Restivo

Na tradição da Igreja o domingo, que chamamos de “Ramos”, já recebeu vários nomes: “Páscoa Florida”, “Domingo da Paixão in Palmis (nos Ramos)”; “Dia do Hosana”.
Neste domingo, na Igreja primitiva, os catecúmenos (aqueles que foram preparados durante todo ano para receber o Batismo), participavam de uma cerimônia na qual lavavam as cabeças, preparando-se para o Batismo que iriam receber na Vigília Pascal.
A procissão de Ramos teve seu início em Jerusalém, no Século IV, quando, na tarde deste domingo, partindo do Monte das Oliveiras, os cristãos faziam uma procissão solene para comemorar a entrada triunfal de Jesus na cidade santa. No Século VII esta tradição passou para a Espanha, entrando assim no ocidente, sendo aceita em Roma no Século XII.

sábado, 13 de abril de 2019

PADRE DONIZETTI DE TAMBAÚ É PROCLAMADO BEATO PELO PAPA FRANCISCO

PADRE DONIZETTI DE TAMBAÚ É PROCLAMADO BEATO PELO PAPA FRANCISCO

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O sacerdote brasileiro Donizetti Tavares de Lima, nascido em 3 de janeiro de 1882, será beatificado em breve depois que o Papa Francisco assinou em 6 de abril, o decreto que reconhece o milagre por sua intercessão.
Filho do advogado Tristão Tavares de Lima e da professora Francisca Cândida Tavares de Lima, nasceu na cidade de Cássia (MG), mas aos 4 anos mudou-se para a cidade de Franca (SP).
Ingressou no seminário diocesano aos 12 anos e, três anos mais tarde, cursou o colégio em Sorocaba (SP), mas depois voltou para o Seminário. Estudou Direito e depois Filosofia e Teologia para se preparar para o sacerdócio.

sexta-feira, 12 de abril de 2019

PAZ... O QUE É PAZ?

PAZ... O QUE É PAZ?

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Às vezes, em muitas circunstâncias da vida, como os apóstolos estavam se sentindo após a crucificação e morte de Jesus, nos sentimos sozinhos, abandonados, isolados.
Nesse isolamento sentimos um vazio intenso e o silêncio grita alto dentro de nós todas aquelas coisas que gostaríamos que se tornassem conhecidas e aceitas para provar que somos humanos, que acertamos algumas vezes e erramos outras tantas; e o silêncio explode dentro de nosso cérebro, dentro do nosso peito, dentro do nosso coração, ressoando fortemente em nossa alma e, desesperadamente, buscamos paz, procuramos a paz, lutamos pela paz, desejamos ardentemente a paz... paz... paz... Como necessitamos de paz. Como procuramos a paz, como desejamos a paz.
Paz interior. Paz de espírito. Paz na alma. Paz onde vivemos. Paz onde trabalhamos.
Como procuramos a paz. Mas como a procuramos nos lugares mais equivocados, nos lugares onde, absolutamente, ela não está, não se encontra, e, nessa busca desenfreada pela paz mais nos confundimos, mais nos desesperamos, mais nos perdemos, mais nos equivocamos.

quinta-feira, 11 de abril de 2019

SANTA GEMA GALGANI - 1878-1903

SANTA GEMA GALGANI - 1878-1903

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Ao nascer, em 12 de março de 1878, na pequena Camigliano, perto de Luca, na Itália, Gema recebeu esse nome, que em italiano significa jóia, por ser a primeira menina dos cinco filhos do casal Galgani, que foi abençoado com um total de oito filhos.
A família, muito rica e nobre, era também profundamente religiosa, passando os preceitos do cristianismo aos filhos desde a tenra idade.
Gema Galgani teve uma infância feliz, cercada de atenção pela mãe, que lhe ensinava as orações e o catecismo com alegria, incutindo o amor a Jesus na pequena.
Gema aprendeu tão bem que não se cansava de recitá-las e pedia constantemente à mãe que lhe contasse as histórias da vida de Jesus. Mas essa felicidade caseira terminou aos sete anos. Sua mãe morreu precocemente e sua ausência também logo causou o falecimento do pai.
Órfã, caiu doente e só suplantou a grave enfermidade graças ao abrigo encontrado no seio de uma família de Luca, também muito católica, que a adotou e cuidou de sua formação.
Conta-se que Gema, com a tragédia da perda dos pais, apegou-se ainda mais à religião. Recebeu a primeira eucaristia antes mesmo do tempo marcado para as outras meninas e levava tão a sério os conceitos de caridade que dividia a própria merenda com os pobres.