terça-feira, 22 de abril de 2014

DEVOÇÃO À MARIA

DEVOÇÃO À MARIA, A MÃE DE JESUS


“A devoção à Maria é um caminho fácil, curto, perfeito e seguro para chegar à união com Nosso Senhor, e nisso consiste a perfeição do cristão. A devoção à Maria é um caminho fácil, e um caminho que Jesus Cristo abriu quando veio a nós e no qual não há obstáculo que nos impeça de chegar a ele. Podemos chegar a Jesus por outros caminhos, é verdade, mas por esses outros caminhos encontram-se muitas cruzes e mortes estranhas, e muito mais impecílios que dificilmente se vencem. Ir a Jesus sem ser por meio de Maria, será preciso passar por noites escuras, por combates e agonias terríveis, escalar montanhas escarpadas, pisando espinhos agudos, atravessar desertos horríveis, enquanto que, se formos a Jesus por meio de Maria, no caminho que Maria nos ensina, passa-se com muito mais doçura e tranquilidade. No caminho de Maria se encontram, sem dúvida, rudes combates a travar e dificuldade enormes dificuldades a vencer. Mas, essa boa mãe e Senhora está sempre tão próxima e presente a seus fieis servos para iluminá-los nas trevas, esclarecê-los em suas dúvidas, encorajá-los em seus receios, sustentá-los em seus combates e dificuldades, que, em verdade, este caminho virginal para chegar a Jesus Cristo é um caminho de rosas e de mel em vista de outros caminhos... Algum devoto de Maria poderá então nos perguntar:- “Então, porque é que os verdadeiros devotos de Maria tenham de enfrentar tantas ocasiões de sofrer, e sofrem muito mais do que os outros que não são devotos de Maria?”

segunda-feira, 21 de abril de 2014

MARIA, RAINHA

MARIA, RAINHA


Com muita justiça o céu e a terra veneram Maria como Rainha. Rainha dos céus e da terra, Rainha dos Anjos, Rainha dos Patriarcas, Rainha dos Profetas, Rainha dos Apóstolos, Rainha das Virgens, Rainha dos Mártires, de todos aqueles que derramaram o seu sangue e deram a sua vida para proclamarem a sua fé em Jesus Cristo e para não renegarem a sua crença no Divino Mestre – Rainha dos Confessores, de todos aqueles que, em todos os tempos e lugares, confessaram e confessam as verdades ensinada por Jesus Cristo.
Rainha das Virgens, sim, Rainha das Virgens, porque Maria foi a Virgem por excelência, a Virgem das Virgens, a Virgem e Mãe, ainda que isso possa contrariar os nossos entendimentos e possa não ser aceito por aqueles que dizem amar Jesus, mas não o amam de verdade porque desprezam a sua Mãe e Virgem Maria.
          Rainha de todos os Santos, Rainha de todos os Santos que já pisaram esse nosso chão, dos santos que gozam da presença eterna de Deus Pai no Reino dos Céus, dos santos que ainda padecem no purgatório e se purificam para serem recebidos na gloria eterna, e Rainha dos Santos que ainda caminham conosco, neste vale de lágrimas, aguardando o momento de serem convocados para o reino que não se acaba mais.
E Maria é Rainha, Rainha concebida sem pecado original,, porque desde o início dos tempos ela foi preservada da mancha do pecado, de todo e qualquer pecado por Ter sido escolhida para ser a mãe do filho de Deus que se faria homem para que todos os homens se fizessem filhos de Deus... Rainha concebida sem pecado original, porque o Deus que se faria homem não poderia jamais nascer de uma mulher que tivesse, ainda que por apenas um segundo, tivesse se submetido ao poder do espírito do mal.  

domingo, 20 de abril de 2014

PÁSCOA E RESSURREIÇÃO

PÁSCOA E RESSURREIÇÃO
Ano – A; Cor – Branco; Leituras: At 10,34.37-43; Sl 117 (118); Cl 3,1-4; Jo 20,1-9.

“ELE VIU E ACREDITOU”. (Jo 20,8).


Diácono Milton Restivo

Assim o Senhor Nosso Deus anunciava a Páscoa, a libertação ao povo israelita que se encontrava em escravidão nas terras do Egito sob o poder do Faraó: "Este dia será para vós um memorial, e o celebrareis como uma festa para Iahweh; nas vossas gerações a festejareis; é um decreto perpétuo." (Ex 12, 14).
A primeira Páscoa foi marcada com o sangue do cordeiro: "Fala a toda a comunidade de Israel, dizendo: "Aos dez deste mês, cada um tomará para si um cordeiro por família, um cordeiro para cada casa”. (Ex 12, 2); "Tomarão do seu sangue e polo-ão sobre os dois marcos e a travessa da porta, nas casas em que o comerem." (Ex 12, 7).                       
O símbolo da primeira Páscoa foi designado pelo Senhor para ser um cordeiro imolado e o seu sangue significou a libertação, a salvação do povo israelita da escravidão do Egito.                    
A segunda e definitiva Páscoa não poderia ser diferente: um cordeiro também foi imolado e o seu sangue serviu de libertação, remissão e salvação do gênero humano mergulhado no pecado e, João Batista, ao ver o Senhor Jesus aproximar-se dele, o apresenta aos seus discípulos como sendo esse cordeiro: “No dia seguinte, ele vê Jesus aproximar-se dele e diz: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.” (Jo 1, 29).     

sábado, 19 de abril de 2014

SÁBADO SANTO – JESUS NO SEPULCRO

SÁBADO SANTO – JESUS NO SEPULCRO

“NÓS ESPERÁVAMOS QUE ELE FOSSE O LIBERTADOR DE ISRAEL, NAS HOJE JÁ O TERCEIRO DIA...” (Lc 24,21).


Diácono Milton Restivo

Silêncio. A Igreja está de luto. A natureza está de luto. Tudo é silêncio, tudo é sofrimento, tudo é dor. Aquele em que depositávamos as nossas esperanças já não existe mais no meio dos mortais. Neste momento está depositado no sepulcro que lhe foi emprestado, no silêncio total, no descanso eterno. Aquele que ressuscitara tantas pessoas, que fizera voltar à vida Lázaro, o filho da viúva de Naim, a filha de Jairo, e que dissera: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida”, (Jo 14,6), e que viera trazer a vida em abundância: "Eu vim para que todos tenham vida e a tenham em abundância" (Jo 10, 10), e queria que todos vivêssemos essa vida, agora está sem vida, está morto e sepultado. “Vocês todos que passam pelo caminho, olhem e prestem atenção: haverá dor semelhante à minha dor?” (Lm 1,12).
O velho Simeão, quando Maria e José apresentaram Jesus no Templo quando ainda bebê, dissera a Maria: “Eis que esse menino vai ser causa de queda e elevação de muitos em Israel. Ele será um sinal de contradição. Quanto a você, uma espada há de atravessar-lhe a alma”. (Lc 2,34-35). O velho Simeão falou de uma espada de dor; quantas espadas traspassaram o coração de Maria? Maria sabia quem era Jesus; o mundo não quis saber...

sexta-feira, 18 de abril de 2014

“PERTO DA CRUZ PERMANECIAM, DE PÉ, SUA MÃE...” (Jo, 9,25).

SEXTA-FEIRA SANTA
Ano – C; Cor – Vermelho; Leituras: Is 52,13 – 53,12; Sl 30 (31); Hb 4,14-16; 5,7-9; Jo 18,1 – 19,42.

PERTO DA CRUZ PERMANECIAM, DE PÉ, SUA MÃE...” (Jo, 9,25).


Diácono Milton Restivo

Nos momentos em que nos sentimos sozinhos, mesmo estando no meio da mais barulhenta multidão, devemos elevar o nosso pensamento ao Senhor Nosso Deus e Pai e, nos recolhendo dentro de nós mesmos, nos entregarmos à oração.
Nesses momentos em que sentimos que a solidão bate forte em nosso coração, devemos voltar a nossa atenção a todos aqueles que estão tristes, acabrunhados, arrasados, explorados; todos aqueles que se sentem abatidos, desesperados, injustiçados...
Nesses momentos, quando nos sentimos desamparados, devemos nos unir em oração e nos colocar na presença de Deus Pai que muito nos amou e nos ama e suplicar a mediação do Senhor Jesus que “... foi obediente até a morte e morte de cruz...” (Fl 2,8), esse mesmo Senhor Jesus que nos disse: “Eu dou a minha vida por minhas ovelhas.” (Jo, 10,15). João, o Apóstolo amado, na sua primeira carta nos adverte, dizendo: Nisso conhecemos o amor: ele deu a sua vida por nós, e nós também devemos dar a nossa vida pelos irmãos.” (1Jo, 3,16).
Imaginemos a cruz de Jesus, o Cristo, a cruz onde ele se imolou por nós.
“Vejam! Tão desfigurado estava que não parecia mais gente, tinha perdido toda a sua aparência humana”. (Is 52,14). “Ele não tinha aparência nem beleza para atrair o nosso olhar, nem simpatia para que pudéssemos apreciá-lo. Desprezado e rejeitado pelos homens, homem do sofrimento e experimentado na dor; como indivíduo de quem a gente esconde o rosto, ele era desprezado e nem tomamos conhecimento dele”. (Is 53,2-3).

quinta-feira, 17 de abril de 2014

AS SETE DORES DE MARIA, A MÃE DE JESUS.

AS SETE DORES DE MARIA, A MÃE DE JESUS.


Nesta Semana das Dores, vamos meditar acerca das Dores de Maria, a Mãe de Jesus. As Dores de Maria nos comovam o coração, impulsionando-nos para a prática do bem.

PRIMEIRA DOR - APRESENTAÇÃO DO PEQUENO JESUS NO TEMPLO
Nesta primeira dor veremos como o coração de Maria Santíssima foi transpassado por uma espada, quando Simeão profetizou que o Filho dela seria a salvação de muitos, mas também serviria para ruína de outros. A virtude que aprendemos nesta dor é a da santa obediência. Sejamos obedientes aos superiores, porque são eles instrumentos de Deus.
Quando soube que uma espada lhe atravessaria a alma, desde aquele instante Maria experimentou sempre uma grande dor, mas sempre olhava para o Céu e dizia: 'Em vós confio'. Quem confia em Deus jamais será confundido. Em nossas penas, angústias, confiemos em Deus e jamais nos arrependeremos dessa confiança. Quando a obediência nos trouxer qualquer sacrifício, confiando em Deus, a Ele entreguemos nossas dores e apreensões, sofrendo de bom grado por amor. Obedeçamos não por motivos humanos, mas pelo amor Daquele que por nosso amor se fez obediente até a morte de Cruz.  

quarta-feira, 16 de abril de 2014

“EIS AQUI A ESCRAVA DO SENHOR”.

“EIS AQUI A ESCRAVA DO SENHOR”.


Por mais que lemos as Sagradas Escrituras nos é difícil entender, realmente a fundo, a sua mensagem, o seu recado. Se pegarmos as Sagradas Escrituras todos os dias e lermos uma mesma frase, um mesmo versículo, todos os dias nós tiraremos uma mensagem diferente e veremos a realidade daquela mensagem por um outro ângulo. Para cada dia uma mesma frase, um mesmo versículo nos transmite alguma coisa de diferente, nos diz algo de novo. Isso apenas uma frase, um versículo; agora imagine um capítulo inteiro, ou um livro inteiro, ou toda a Bíblia.
Através das Sagradas Escrituras tomamos conhecimento de que Maria, quando foi consultada pelo Anjo Gabriel para ser a Mãe do Filho de Deus, respondeu ao Anjo: “Eis aqui a escrava do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra.”
Será que já paramos para pensar, para meditar sobre esta frase dita por Maria ao Anjo e que está contida na Bíblia, mais precisamente no Evangelho de Lucas?
Maria, quando consultada pelo Anjo se declara “Escrava do Senhor”, e se coloca à disposição de Deus para que a vontade do Altíssimo fosse realizada nela da maneira como o Senhor quisesse.

terça-feira, 15 de abril de 2014

NOSSA SENHORA DAS DORES - MARIA AO PÉ DA CRUZ.

NOSSA SENHORA DAS DORES - MARIA AO PÉ DA CRUZ.


Todo cristão, filho de Maria e que a ama realmente, já, desde a manhã a tem no pensamento e a venera como a Rainha do Céu, Rainha da terra e Rainha de todos os lares.
E nesta Semana Santa, mais do que em qualquer outro tempo do ano, devemos venerar Maria como a Mãe das Dores e, nesta semana santa devemos acompanhar passo a passo o sofrimento de uma mãe condenada a assistir a crucificação e morte de seu próprio filho.
Quando um Anjo do Senhor perguntou à Maria se ela aceitava ser a mãe do Salvador, Maria bem sabia que estava sendo convidada a trilhar um caminho repleto de espinhos e lágrimas.
Maria conhecia os homens, Maria conhecia o seu povo, Maria conhecia  os dirigentes de sua nação, Maria conhecia o coração dos homens.
Maria sabia que estava unindo a sua sorte à sorte do Filho de Deus.
E a profecia do velho Simeão nos portais do templo, quando da apresentação do Menino Jesus, ainda ressoava em seus ouvidos e Maria, trinta anos depois, ainda ressoava em seus ouvidos as palavras do velho profeta que dizia e repetia sem cessar: “Uma espada de dor traspassará teu coração” (Lc 2,3).  Naquela oportunidade Maria poderia ter-se surpreendido pela franqueza e honestidade de um homem temente a Deus, mas aquela profecia, de maneira nenhuma desencorajou Maria e nem tão pouco lhe deu razões para temer alguma coisa no futuro, porque ela já tinha se colocado inteiramente nas mãos de seu Deus e Senhor quando havia dito: “Eis aqui a escrava do Senhor, faça-se em mim segundo a tua vontade.” O seu Divino Filho viera para pregar a Boa Nova, para formar um novo povo de Deus.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

MARIA, MÃE DAS DORES

MARIA, MÃE DAS DORES


“E uma espada traspassará tua alma”. (Lc 2, 35).  Palavras do velho Simeão à Maria, Mãe de Jesus Cristo, quando da apresentação do Menino Jesus no templo oito dias após o seu nascimento.                
Naquele momento Maria deve não ter entendido bem  toda a extensão e profundidade dessas, palavras, mas, durante toda a sua vida ela as guardou e meditou em seu coração. Trinta anos depois, quando seu Filho Jesus começou a sua vida pública e Maria começou a observar a ingratidão do povo para com o seu Deus, e, principalmente, quando se aproximava a hora final, quando seu Filho deveria se entregar para ser a vítima santa e imaculada, Maria começou a entender melhor o significado daquelas palavras.
E essa espada de dor que se cravou na alma de Maria se fez sentir mais dolorosamente a partir da entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, quando ela pressentiu que aquilo era o começo do fim.    
Mesmo à distância Maria acompanhou o triunfo de seu Filho, um triunfo que foi apenas um relâmpago que cortou os céus para, logo em seguida, explodir na trovoada das injúrias lançadas contra o seu amado Filho, e a tempestade da ingratidão dos homens a quem ele viera para salvar, e agora o condenam à morte.
Nos lábios de Maria ainda afloram  aquelas palavras de entrega total que ela pronunciara quando da anunciação do Anjo: “Faça-se em mim segundo a tua palavra.” (Lc 1, 38); e Maria, naqueles momentos de dores em que a espada em sua alma se fazia mais sentir, recordava das palavras do velho Simeão e repetia a sua entrega total a Deus Pai, tornando, desta maneira, ainda mais perfeito o sacrifício de um Deus Criador que morria pelas suas criaturas.

domingo, 13 de abril de 2014

MARIA BEBEU DO CÁLICE DA PAIXÃO E MORTE DE JESUS

MARIA BEBEU DO CÁLICE DA PAIXÃO E MORTE DE JESUS


E as autoridades de Jerusalém condenaram Jesus. É muito cômodo para nós dizermos que foram os judeus que condenaram Jesus à morte, quando na verdade fomos todos nós, pelos nossos crimes e pecados que condenamos Jesus a tão terrível suplício.
Mas, para as autoridades da época, não era possível deixar vivo aquele homem, que mexia tanto com as multidões. Aquele homem denunciava todas as falsidades e as autoridades da época estavam por demais comprometidas para deixá-lo em paz.
E Maria era a Mãe daquele homem perseguido e injustiçado. Maria viveu com Jesus a sua paixão e as suas torturas. Maria presenciou todos os momentos de angústia, de terror, de dor de seu Divino Filho, ainda que não fisicamente, mas muito mais espiritualmente.
E assim Maria viu o seu Filho ser coroado de espinhos, levar bofetadas dos soldados, escarros no rosto, apanhar de açoites, carregar uma pesada cruz, ser pregado nessa mesma cruz e ser levantado  no alto de uma colina no meio de dois ladrões, ser insultado pelos soldados e pelos chefes do povo, perdoar os seus carrascos que “não sabiam o que faziam”, morrer entregando nas mãos de Deus o seu espírito.

sábado, 12 de abril de 2014

DOMINGO DE RAMOS

DOMINGO DE RAMOS
Ano – A; Cor – vermelho; Leituras: Mt 21,1-11; Is 50,4-7; Sl 21 (22); Fl 2,6-11; Mt 27,11-54.

“HOSANA AO FILHO DE DAVI! BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR! HOSANA NO MAIS ALTO DOS CÉUS!” (Mt 21,9)

Diácono Milton Restivo


A solenidade dos Ramos é o domingo que antecede o Domingo da Páscoa. É o sexto domingo do Tempo da Quaresma e direciona a Igreja para os acontecimentos finais da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo. É a preparação imediata da Páscoa da Ressurreição. Esta solenidade não faz parte do Tríduo Pascal: Quinta-feira Santa, Sexta-feira da Paixão e Sábado da vigília pascal.
Para fins de esclarecimentos sobre o Tríduo Pascal, que acontece no transcorrer da semana seguinte, a Quinta-feira Santa é a comemoração da última Ceia da páscoa hebraica que Jesus fez com os doze apóstolos antes de sua prisão e ser levado à morte na cruz.
Durante esta ceia Jesus instituiu, além da Eucaristia, o sacerdócio cristão, prefigurando o evento novo da Páscoa cristã que haveria de se realizar dois dias após. A Sexta-feira Santa é o único dia do ano em que a Igreja não celebra a Eucaristia. Recorda, apenas, a morte de Jesus por uma celebração da Palavra de Deus, constando de leituras bíblicas, de preces solenes, da adoração da cruz e da comunhão sacramental. A noite do Sábado Santo é a “mãe de todas as vigílias”, a celebração central da fé cristã. Nela a Igreja espera, velando a ressurreição de Cristo, e a celebra nos sacramentos do Batismo e da Eucaristia.
O Domingo de Ramos é, portanto, a data em que os cristãos celebram a entrada de Jesus Cristo em Jerusalém e dá início à Semana Santa. Marca também o final da Quaresma, período em que os cristãos se prepararam para a Páscoa da Ressurreição, e o começo da Semana da Paixão, da semana Santa. No Domingo de Ramos a leitura feita antes da Santa Missa e geralmente fora da igreja e durante a bênção dos ramos, é a do Evangelho e narra a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém num último esforço para que o povo entendesse a sua missão e visse nele a realização de todas as profecias do Antigo Testamento a respeito do Messias. Nas cinco semanas do Tempo da Quaresma anteriores a essa realidade, o povo de Deus deve ter se preparado através da oração, penitência, caridade e encontros de estudo e reflexão da Palavra.

sexta-feira, 11 de abril de 2014

MARIA SOFREU POR TODOS...

MARIA SOFREU POR TODOS...


Quando o Senhor nosso Deus começou a realizar as suas promessas de salvação, ele não escolheu os ricos, os poderosos e nem os sábios das coisas deste mundo, nem os que pensavam que sabiam muito a respeito de Deus e dos outros.
Para realizar os seus planos de salvação o Senhor Nosso Deus escolheu pessoas do povo, pessoas simples, humildes, pobres e puras. Os pobres sempre receberam de Deus uma atenção especial e uma missão muito importante.
Mas não podemos nos iludir; o fato de sermos o povo pobre e humilde não é o suficiente para termos a pretensão de sermos salvos e termos a compreensão das coisas de Deus; muito pelo contrário. Não eram somente os outros que não entendiam a gravidez de Maria; as próprias pessoas mais próximas de Maria e que lhe deveriam dar todo apoio  em sua gravidez; a bem da verdade, a princípio, até José o noivo e depois esposo de Maria, colocou em dúvida a gravidez de Maria, e o que dizer então dos parentes, do povo, dos vizinhos e amigos.
O povo só foi entender  o sentido da gravidez de Maria o sentido da gravidez de Maria depois da manifestação de Jesus como Messias, depois que Jesus começou a sua vida pública, fazendo milagres e curando a todos que a ele se socorressem, tanto as doenças do corpo como as doenças da alma. E assim mesmo, esse mesmo povo que o Cristo tinha amado, curado e alimentado, quando Jesus estava sendo condenado à morte e diante do tribunal de Pôncio Pilatos, esse povo voltou atrás e pediu a sua morte.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

QUEM NÃO AMA MARIA, NÃO AMA JESUS...

QUEM NÃO AMA MARIA, NÃO AMA JESUS...


Como é gostoso a gente falar de quem amamos de verdade. Maria é a nossa mãe, o nosso modelo, a mãe do Senhor Nosso Deus.
Se amamos realmente Maria, chegamos com mais facilidade até Jesus, porque Maria é o meio mais seguro para chegarmos ao Senhor Jesus. A devoção que temos por Maria deve, cada vez mais, nos levar até Jesus.
São Luiz Maria Grignon de Montfort escreveu no seu livro “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem”: “Se a devoção que temos a Maria Santíssima nos afastasse  de Jesus Cristo, esta devoção deveria ser rejeitada como ilusão do demônio. Mas o que acontece é justamente o contrário; a devoção à Maria é necessária principalmente por acharmos Jesus, por nos encontrarmos com o Filho muito amado de Deus e de Maria, para estarmos com Jesus Cristo perfeitamente, amá-lo com ternura e servi-lo com fidelidade. Mas, a maior parte dos cristãos, até aqueles que dizem entender bem as coisas de Deus não sabem da união necessária que existe entre Jesus Cristo e sua Mãe Santíssima. Jesus está sempre com Maria, assim como Maria está com Jesus, e nem poderia estar sem Jesus, porque, se fosse de outra maneira, Maria não seria o que é; Maria está de tal maneira transformada em Jesus pela graça que não vive mais, não existe mais se não for por meio do Senhor Jesus que nela vive e reina mais profundamente do que em todos os anjos e bem-aventurados.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

... FILHOS DE EVA ...

... FILHOS DE EVA ...


Salve Rainha, Mãe de Misericórdia, doçura da vida, esperança nossa, salve. A vós bradamos, os degredados, filhos de Eva. A vós suspiramos, gemendo e chorando, neste vale de lágrimas... A vós bradamos, a vós gritamos, a vós suplicamos, a vós nos dirigimos com o coração cheio de dor e mágoa, mas, acima de tudo, cheio de esperança, porque sabemos que em vós, Maria, em vós, doce Rainha e amada Mãe é que encontramos o lenitivo para as nossas dores.
Ate vós, doce Maria, elevamos as nossas vozes, como exilados e infelizes filhos de Eva; nós suspiramos, gememos e choramos neste vale de lágrimas.
Como esta linguagem  exprime bem os sentimentos de um coração que aspira o céu... De uma alma que se aterroriza ante a aspereza do caminho.
Como é suave vemos  elevados para os céus o olhar e as mãos dos pobres exilados e ouvir este brado de sua fé, que é, ao mesmo tempo, um suspiro de amor: a vós bradamos, os degredados, filhos de Eva.

terça-feira, 8 de abril de 2014

A VÓS BRADAMOS, OS DEGREDADOS...

A VÓS BRADAMOS, OS DEGREDADOS...


Salve Rainha, Mãe de Misericórdia, doçura da vida, esperança nossa, salve. A vós bradamos, os degredados filhos de Eva.
A vós bradamos, Rainha, Mãe de Misericórdia, a vós gritamos neste vale de lágrimas, onde o pecado nos afasta de Deus, onde a opressão nos torna distante dos irmãos, onde a fome e a sede de se ter mais nos transformam em seres estranhos.
A vós suplicamos, Rainha, porque, quando o homem se esquece que somente encontra Deus quando um irmão socorre o outro irmão, quando um irmão enxuga as lágrimas do irmão necessitado e quando vivem a mesma fraternidade, o mesmo amor, o mesmo ideal em Jesus Cristo. Nós, Senhora, somos os degredados, os exilados, os desterrados do paraíso e filhos de Eva, que nos contaminamos com as coisas que nos afastaram de Deus.
E, por isso, a vós bradamos, a vós gritamos, a vós suplicamos, com todas as forças de nossas almas, porque sabemos que só vós, Senhora, pode atender as nossas súplicas, só vós, que sois Rainha, a Mãe de Misericórdia, a doçura da nossa vida, a esperança da vida eterna. 
Gritamos a vós, Senhora, como um condenado grita pela vida, como um náufrago suplica por uma tábua de salvação, como um doente anseia por um remédio que lhe possa aliviar os sofrimentos e acalmar as suas dores.
Bradamos a vós, Senhora, porque sabemos que somente vós podeis nos estender a mão e nos tirar deste vale de lágrimas em que o pecado, o egoísmo e o desamor nos colocou.
A vós suspiramos, gemendo e chorando, neste vale de lágrimas.
Neste mesmo vale de lágrimas, Senhora, onde vós, por ter dito o vosso ``sim``, fostes perseguida e tivestes que fugir com o vosso adorável filho em seus braços, para que a força do poder e a agonia da opressão não acabassem com uma realidade que acabara de nascer.                    
Nós estamos neste mesmo vale de lágrimas, Senhora, onde vosso Filho, quando tentou dizer a todos que o Reino de Deus estava dentro de cada homem,. Foi perseguido, caluniado, açoitado, coroado de espinhos, crucificado e morto.  
Não estamos pedindo, Senhora, que nos livreis das dores, porque o vosso Filho também passou pelas dores, ainda que tivesse pedido ao Pai, no Getsamani que as livrasse delas e isso não foi possível  porque senão não se concretizaria a redenção do gênero humano, e por isso ele as teve de passar, e é somente pelas dores que chegaremos à perfeição, considerando que foi esse o caminho que vosso Filho nos indicou para sermos perfeitos como o Pai do céu é perfeito. 
Estamos pedindo, Senhora, estamos bradando, estamos gritando para que a Senhora esteja  conosco em nossas dores, nos dê forças e amor para suportá-las, e, acima de tudo,. que nos façais sentir a vossa presença em todos os momentos de nossa vida, porque, somente com a vossa presença é que poderemos superar tudo aquilo que o mundo nos oferece que contraria a vontade do Pai, e, somente com a vossa presença é que nos serão enxugadas as lágrimas doloridas das ingratidões que nós, vossos filhos, fazemos uns contra os outros.  
Salve Rainha, Mãe de Misericórdia, doçura da vida, esperança nossa, salve.  A vós bradamos os degredados, filhos de Eva.    A vós suspiramos, gemendo e chorando, neste vale de lágrimas.
A vós bradamos Senhora, a vós suspiramos, vós que sois a Consoladora dos Aflitos.    
Vós que sois o Auxílio dos Cristãos.                     
E é por isso que a chamamos de Rainha, de Mãe de Misericórdia, de doçura da nossa vida, de esperança nossa. Porque confiamos em vós e sabemos que se o Cristo, vosso Filho passou o que passou neste mundo, nós, os seus seguidores não podemos ser diferentes, porque não pode o discípulo ser mais que o mestre, mas vós, Senhora, estivestes com ele o tempo todo, desde o seu nascimento, na gruta de Belém, até a sua morte dolorosa de cruz no monte Calvário. 
E é isso que vos pedimos, Senhora, que estejais conosco todos os dias de nossa vida, agora, e na hora de nossa morte.  E por isso, Senhora, repetimos, sem cessar - Salve Rainha, Mãe de Misericórdia, doçura da vida, esperança nossa, Salve. A vós bradamos, os degredados, filhos de Eva. A vós suplicamos, gemendo e chorando, neste vale de lágrimas. Eia após, esses vossos olhos, misericordiosos, a nós volvei. E depois deste desterro, nos mostrai a Jesus, bendito fruto de vosso ventre, ò Clemente, ó doce sempre Virgem Maria...  

segunda-feira, 7 de abril de 2014

ADVOGADA NOSSA...

ADVOGADA NOSSA...


Salve Rainha, Mãe de misericórdia, doçura da vida, esperança nossa, salve...
Esta é uma das mais belas orações que já foram feitas para Maria, a Nossa Senhora, a nossa boa Mãe do céu...  
Neste nosso mundo não existe um título maior que uma mulher possa receber além de ser chamada de Rainha. O título de Rainha é o máximo das honras que podemos dedicar a uma mulher. Quando chamamos Maria de Rainha, chegamos à conclusão que tudo neste mundo, a nossa vida, a nossa vontade pertence a ela e é por ela dirigida. E Maria não é somente Rainha deste mundo, mas Rainha dos Anjos, Rainha dos Santos, e de tudo o que foi criado por Deus. Maria é a Rainha do Universo. Mas o nosso coração quer ter mais intimidade com Maria, e, por sermos seus filhos, não ficaríamos satisfeitos de chamá-la somente de Rainha.                
Como filhos que a amamos e conhecemos o seu grande amor que tem por todos nós, nós também a chamamos de Mãe de Misericórdia. Maria é Rainha, mas, além de Rainha, ela é a Mãe de  Misericórdia, é a doçura da nossa vida, e toda a nossa esperança se resume no amor que Maria tem por todos nós e por cada um de nós em particular.
Em toda a história da nossa Santa Igreja, temos testemunhos maravilhosos da interseção de Maria, socorrendo sempre alguém em particular, ou todo o povo de Deus. E, continuando a oração da Salve Rainha, mais adiante nós invocamos Maria como Advogada nossa... ``eia, pois, advogada nossa, esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei...``

domingo, 6 de abril de 2014

A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO

V DOMINGO DA QUARESMA
Ano – A; Cor - roxo; Leituras: Ez 37,12-14; Sl 129 (130); Rm 8,8-11; Jo 11,1-45.

“EU SOU A RESSURREIÇAO E A VIDA. QUEM CRER EM MIM, MESMO QUE ESTEJA MORTO, VIVERÁ”.  (Jo 11,25).


Diácono Milton Restivo

Neste V Domingo da Quaresma a liturgia da Palavra transpira a pequenez do homem e a magnitude de Deus, a fragilidade do homem e a grandeza de Deus, o fim inevitável do homem, a morte, e a eternidade de Deus.
O profeta Ezequiel transmite a palavra de Yahweh para um povo que já estava na sepultura, isto é, sem esperanças, sem objetivos, sem perspectivas de dias melhores, pois vivia um período de escravidão, submetido a outros povos, e Yahweh promete a esse povo devolver-lhe a vida de esperança e reconduzi-lo à liberdade, colocando-o, de volta, na sua terra de origem, derramando sobre esse povo o seu espírito de fortaleza: “Ó meu povo, vou abrir os seus túmulos, tirar vocês de seus túmulos, povo meu, e vou levá-lo para a terra de Israel. Povo meu, vocês ficarão sabendo que eu sou Yahweh, quando eu abrir seus túmulos, e de seus túmulos eu tirar vocês. Colocarei em vocês o meu espírito, e vocês reviverão. Eu os colocarei em sua própria terra, e vocês ficarão sabendo que eu, Yahweh, digo e faço”. (Ez 37,12-14).
O Salmo é um grito de desespero do pecador transformado numa oração de súplica a Yahweh: “Das profundezas eu clamo a ti, Yahweh: Senhor, ouve o meu grito! [...] Yahweh, se levas em conta as culpas, quem poderá resistir?” (Sl 129 (130),1-2.3).

sábado, 5 de abril de 2014

PADRE MARIANO DE LA MATA APARÍCIO - 1905-1983

PADRE MARIANO DE LA MATA APARÍCIO - 1905-1983


Padre Mariano de la Mata Aparício nasceu em 31 de dezembro de de 1905 em Palência, norte da Espanha, de uma família profundamente cristã. Como seus três irmãos tinham ingressado na Ordem Agostiniana, ele também sentiu-se atraído para essa mesma vida sacerdotal.
Ordenado sacerdote, em 25 de julho de 1930, foi destinado a vir para o Brasil, em 21de agosto de 1931, para a paróquia de Taquaritinga.
Foi professor e vigário da paróquia Santo Agostinho, em São Paulo. Foi superior da vice-província dos agostinianos e diretor espiritual das "Oficinas de Santa Rita de Cássia".
Distinguiu-se pela bondade. Era amável, mensageiro do amor. Sempre dava a Unção dos Enfermos às pesoas doentes. Distinguia-se pelo amor à Eucaristia e a Nossa Senhora da Consolação. Amava a natureza, cultivava com amor as plantas, emocionava-se com as beleza das flores. Era de caráter firme e generoso, coração aberto e sensível.
Apesar da deficiência auditiva e visual, levava aos doentes o conforto da esperança e da Eucaristia. Dava assistência aos doentes e às suas famílias. Distinguia-se pelo amor à Eucaristia, a Nossa Senhora, aos pobres, carentes e necessitados. Suas grandes paixões: natureza, família, as Oficinas de Santa Rita de Cássia, as vocações agostinianas.
Padre Mariano morreu em 5 de abril de 1983, no Hospital do Câncer, em São Paulo .
O processo de beatificação foi aberto em 31 de maio de 1987, pelo Cardeal Dom Paulo Evaristo Arns.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

FRANCISCO MARTO – VIDENTE DE FÁTIMA

FRANCISCO MARTO – VIDENTE DE FÁTIMA


Francisco Marto nasceu em Aljustrel, aldeia de Fátima, na diocese de Leiria-Fátima, Portugal, no dia 11 de junho de 1908. Ainda pequeno acompanhou, com sua irmã Jacinta e sua prima Lúcia, também crianças, as aparições de Fátima, onde aprendeu a conhecer e a louvar a Deus e à Virgem Maria.
Em 13 de maio de 1917, enquanto pastoreavam o rebanho, eles tiveram a graça singular de ver a Santíssima Mãe de Deus, que, por desígnio divino, veio à procura dos pequeninos privilegiados do Pai na Cova da Iria. Fala-lhes com voz e coração de mãe e convida-os a rezarem pelos pecadores e pela conversão da humanidade. 
Foi então que das suas mãos maternas saiu uma luz que os penetrou intimamente, sentindo-se imersos em Deus. Mais tarde, Francisco, um dos três privilegiados, exclamava: "Nós estávamos a arder naquela luz que é Deus e não nos queimávamos".

quinta-feira, 3 de abril de 2014

MÃE DE MISERICÓRDIA

MÃE DE MISERICÓRDIA


Salve Rainha, Mãe de Misericórdia, doçura da vida, esperança nossa, salve...
Com muita justiça, a nossa santa Igreja chama Maria de Mãe de Misericórdia, porque Maria é a Mãe de Jesus, e Jesus é a Misericórdia de Deus personificada, encarnada no seio puríssimo da Virgem Maria. Maria é a Mãe de  Misericórdia, porque a misericórdia de Deus se manifestou esplendorosamente nela quando o Senhor Nosso Deus enviou seu mensageiro até Nazaré para consultar a Virgem Pura e Bela para perguntar-lhe se ela aceitaria ser a Mãe do Filho do Altíssimo.
Mãe de Misericórdia, porque a misericórdia de Deus se fez carne e veio habitar entre nós, ``O Verbo se fez carne e habitou entre nós`` (Jo 1, 14), se tornando ``no bendito fruto do sacrossanto e virginal ventre de Maria.  Maria, tão privilegiada por Deus, escolhida entre as demais mulheres, merece toda a nossa veneração. É opinião de santo Anselmo e de muitos outros santos que criatura alguma, em tempo algum, alcançou tão alta dignidade como Maria Santíssima, sendo a Mãe do Altíssimo, (e, por conseguinte, Mãe de Misericórdia.)   Como Mãe de Jesus Cristo, (a Misericórdia de Deus encarnada), Maria está acima de todos os Anjos e Santos do céu (e da terra) que nela reconhecem e veneram sua gloriosa Rainha (a Mãe de Misericórdia). (Itálico do livro - Na Luz Perpétua, pg. 186).

quarta-feira, 2 de abril de 2014

JOSÉ DE ANCHIETA - O TERCEIRO SANTO BRASILEIRO

SÃO JOSÉ DE ANCHIETA – O TERCEIRO SANTO BRASILEIRO


José de Anchieta SJ, nascido em San Cristóbal de La Laguna, na ilha de Tenerife, arquipélago das Canárias, a 19 de março de 1534 e falecido em Reriritiba a 9 de junho de 1597, foi um padre jesuíta espanhol, um dos fundadores da cidade de São Paulo, declarado beato pelo Papa João Paulo II e santo pelo Papa Francisco. É cognominado de Apóstolo do Brasil.
Anchieta é o primeiro dramaturgo, o primeiro gramático e o primeiro poeta nascido nas Ilhas Canárias, e pai da literatura brasileira.
José de Anchieta era filho de Juan de Anchieta Celayaran e de Mencía Díaz de Clavijo, descendente da nobreza canária. Era primo de Santo Inácio de Loyola.
Seu pai era um revolucionário basco e um grande devoto da Virgem Maria. Sua mãe era natural das Ilhas Canárias, filha de judeus cristãos-novos. O avô materno, Sebastião de Llarena, era um judeu convertido do Reino de Castela. Dos doze irmãos, além dele abraçaram o sacerdócio Pedro Núñez e Melchior.
Anchieta viveu com a família até aos quatorze anos de idade, quando se mudou para Coimbra, em Portugal, onde foi estudar Filosofia no Real Colégio das Artes e Humanidades, anexo à Universidade de Coimbra. A ascendência judaica foi determinante para que o enviassem para estudar em Portugal, uma vez que na Espanha, à época, a Inquisição era mais rigorosa.
Ingressou na Companhia de Jesus em 1551 como irmão.

terça-feira, 1 de abril de 2014

SALVE RAINHA

SALVE RAINHA


Salve Rainha, Mãe de misericórdia, doçura da vida, esperança nossa, salve. Salve Rainha, Rainha dos céus, Rainha da terra, Rainha de todo o universo. Rainha radiante como o sol, Rainha coroada de estrelas, rainha vestida com o azul do infinito, Rainha linda como o raiar de um novo dia. Salve Rainha, Rainha dos Anjos, Gabriel, Rafael, Misael. Rainha de todos os Anjos que lhe prestam homenagens sem cessar pelos séculos dos séculos... 
Rainha dos Anjos que cantaram radiantes ``Glória a Deus nas alturas e paz aos homens por ele amados..., quando o Cristo Senhor, o filho da Rainha nascera.
Rainha dos Anjos que a levaram gloriosa de corpo e alma para os céus por ocasião de sua assunção para, junto de Deus, receber a recompensa por ter sido a mais pura e a mais santa de todas as criaturas, depois de seu Filho Jesus.
Salve Rainha, Rainha dos Patriarcas, Rainha de Abrahäo, de Isaac, de Jacó, de Judá, de José, de Moisés, de todos aqueles que foram colunas mestras para a consolidação do povo de Deus e a implantação da justiça e da lei do Senhor no mundo.     
Rainha de Israel, do povo escolhido, donde nasceria o Salvador, o Sol da Justiça.
Salve Rainha, Rainha dos Profetas, de Isaías, Jeremias, Malaquias, Oséias.