quinta-feira, 13 de junho de 2013

SANTO ANTÔNIO, O SANTO DE PÁDUA E DE LISBOA - 1195-1231

13 DE JUNHO
SANTO ANTÔNIO, O SANTO DE PÁDUA E DE LISBOA - 1195-1231


Santo Antônio de Pádua é tão conhecido por seu nome de ordenação que chamá-lo pelo nome que recebeu no batismo parece estranho: Fernando de Bulhões e Taveira de Azevedo.
Além disso, ele era português: nasceu em 1195, em Lisboa. De família muito rica e da nobreza, ingressou muito jovem na Ordem dos Cônegos Regulares de Santo Agostinho. Fez seus estudos filosóficos e teológicos em Coimbra e foi lá também que se ordenou sacerdote. Nesse tempo, ainda estava vivo Francisco de Assis, e os primeiros frades dirigidos por ele chegavam a Portugal, instalando ali um mosteiro.
Os franciscanos eram conhecidos por percorrer caminhos e estradas, de povoado em povoado, de cidade em cidade, vestidos com seus hábitos simples e vivendo em total pobreza. Esse trabalho já produzia mártires. No Marrocos, por exemplo, vários deles perderam a vida por causa da fé e seus corpos foram levados para Portugal, fato que impressionou muito o jovem Fernando.
Empolgado com o estilo de vida e de trabalho dos franciscanos, que, diversamente dos outros frades, não viviam como eremitas, mas saiam pelo mundo pregando e evangelizando, resolveu também ir pregar no Marrocos. Entrou para a Ordem, vestiu o hábito dos franciscanos e tomou o nome de Antônio.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

SÃO JOÃO DE SAHAGUN - 1430-1479

12 DE JUNHO
SÃO JOÃO DE SAHAGUN - 1430-1479

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João Gonzáles de Castrillo, filho de nobres e cristãos, nasceu em 1430 na cidade de Sahagun, reino de León, Espanha. Estudou na sua cidade natal com os monges beneditinos da abadia de São Facundo, recebendo a ordenação sacerdotal em 1453.
O arcebispo de Burgos nomeou-o seu pajem e depois cônego e capelão da diocese. Depois da morte do bispo, João doou todos os seus bens, menos uma residência, onde construiu a capela de Santa Agnes, em Burgos. Devoto da Santíssima Eucaristia, celebrava a missa diariamente, ministrando o sacramento, pregando para a população pobre e ignorante. Essa era sua maneira de catequizar. Mas depois João afastou-se para cursar teologia na faculdade de Salamanca. Porém, antes de retornar à sua diocese, deixou sua marca naquela cidade.
Consta dos registros oficiais que, certa vez, a comunidade dividiu-se em dois partidos antagônicos e a disputa saiu do campo das idéias para chegar a uma luta de vida e morte. Entretanto, antes que a batalha iniciasse, João colocou-se entre os dois, pregou, orientou, aconselhou e um pacto de paz foi assinado entre eles para nunca mais haver derramamento de sangue. Desde então ganhou o apelido de "O Pacificador".

terça-feira, 11 de junho de 2013

SANTA PAULA FRASSINETTI - 1809-1883

11 DE JUNHO
SANTA PAULA FRASSINETTI - 1809-1883

Fundou a Congregação das Irmãs de Santa Dorotéia.
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Paula Ângela Maria Frassinetti nasceu em 3 de março de 1809, na cidade de Gênova, Itália. Com a morte da sua mãe, seu pai e seus quatro irmãos assumem sua educação. Seu pai incutiu nos filhos um forte sentido cristão e todos seguiram a vida sacerdotal. O mais velho foi o fundador da Congregação dos Filhos de Maria Imaculada.
Paula tinha uma inteligência aguçada e uma preferência para o estudo da filosofia e da teologia. Em 1827, ela foi residir com seu irmão José, que era o pároco da aldeia de Quinto, perto de Gênova. Junto com ele, Paula apressou-se em fundar uma escola paroquial, iniciando uma ação fecunda de apostolado com um pequeno grupo de fiéis seguidoras. Depois, em 1834, com elas Paula fundou uma congregação religiosa, com o nome de Filhas da Santa Fé, com o propósito de "estar plenamente disponíveis nas mãos de Deus para evangelizar por meio da educação, com preferência pelos jovens e pelos mais pobres".
Em visita a Gênova, o sacerdote Luca de Passi, que criava na Itália comunidades apostólicas de Santa Dorotéia, convidou a congregação recém-fundada para executar os trabalhos de sua instituição. Paula aceitou e o antigo Instituto das Filhas da Santa Fé passou a ser chamado de Irmãs de Santa Dorotéia. Sucessivamente, foram abertos novos colégios pelas religiosas. Primeiro em Gênova, depois em Roma, sendo que o de Santo Onofre, instituído em 1844, em Roma, foi mais tarde escolhido para ser a Casa-mãe da instituição.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

BEM-AVENTURADO JOÃO DOMINICI - 1376-1419

10 DE JUNHO
BEM-AVENTURADO JOÃO DOMINICI - 1376-1419
                       

João Dominici nasceu no ano 1355, em Florença, na Itália. De origem muito humilde, ele teve sérias dificuldades para estudar, além disso gaguejava. Com forte vocação religiosa, tentou ingressar no convento dos dominicanos, mas foi recusado pela falta de qualificação intelectual e o fato de ser gago também pesou.
Apesar dessas desvantagens, João não desistiu: na segunda tentativa, aos dezessete anos, ingressou na Ordem Dominicana, no Convento de Santa Maria Novella. Surpreendeu a todos pelo caráter afável e generoso, pela inteligência e dedicação nos estudos, pelo destacado zelo às regras, às orações e pela austeridade de vida e duras penitências.
A única coisa que o entristecia era a dificuldade encontrada na pregação dos vigorosos sermões que escrevia, mas que, ao serem pronunciados,pareciam ridículos. Em 1381, sua cura aconteceu, quando, prostrado e chorando, orou a santa Catarina de Siena, para que intercedesse por ele. E a santa de sua devoção o atendeu. Foi completar os estudos em Pisa e Paris, tornando-se um excelente teólogo e um eloqüente pregador.
Ao destacado ministério da Palavra uniu sua talentosa eficácia de escritor, cujas obras alcançaram um alto valor catequético e pedagógico. Tornou-se estreito colaborador de Raimundo da Cápua, agora bem-aventurado, provincial daquela região, que à época se dedicava a restaurar as regras da estrita observância, tanto assim que foi considerado um segundo fundador da Ordem Dominicana. Esse provincial enviou João a Veneza, em 1394, para promover a reforma em todos os conventos e mosteiros.

domingo, 9 de junho de 2013

BEM-AVENTURADA ANA MARIA TAIGI - 1769-1837

09 DE JUNHO
BEM-AVENTURADA ANA MARIA TAIGI - 1769-1837

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Ana Maria Antonia Gesualda nasceu na bela cidade toscana de Siena, em 29 de maio de 1769, na Itália. Era filha única de um conceituado farmacêutico de Siena. A família foi obrigada a emigrar para Roma em busca de melhores condições de vida, quando os negócios pioraram. Ali, viveram na pobreza, com Ana Maria abandonando seus estudos para trabalhar e ajudar no sustento da casa.
Mas a vida mundana de luxo fácil que a cidade eterna proporcionava chegou a tentar esta jovem que sonhou com tudo isto. Conseguiu passar ilesa porque se casou, aos vinte e um anos, com Domingos Taigi, servidor do palácio Chigi. Ele era um homem piedoso, mas de caráter difícil e grosseiro, que nunca compreendeu exatamente os dons especiais da esposa. Vivendo no ambiente da corte, o casal acabou buscando a felicidade fútil das festas, vaidades, diversões e fortuna. Depois de três anos ela viu o vazio de sua vida familiar e o quanto estava necessitada de Jesus.
Foi à uma igreja e fez uma confissão profunda com um sacerdote que se tornou seu orientador espiritual. Foi nesse instante que ocorreu sua conversão. A partir de então iniciou uma nova vida, dedicada aos deveres cristãos, e a procura da santificação.

sábado, 8 de junho de 2013

O FILHO DA VIÚVA DE NAIM

X DOMINGO DO TEMPO COMUM
ANO – C; COR - VERDE; LEITURAS: 1Rs 17,17-24; Sl 29 (30); Gl 1,11-19; Lc 7,11-17.

“NÃO CHORE!” (Lc 7,13b).

Diácono Milton Restivo.

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Adicionar legenda
Finalizadas as comemorações do Tempo Pascal retomamos ao Tempo Comum que teve reinício imediato na segunda-feira após as festividades de Pentecostes. A festa da Santíssima Trindade, está inclusa no Tempo Comum, ou seja, este ano teria sido o VIII Domingo de Tempo Comum. A liturgia, no Tempo Comum se veste de verde, cor da esperança, da expectativa e da caminhada com Jesus Cristo, bebendo de seus ensinamentos, mostrando-nos um Deus que se faz presente nas coisas mais simples dos seus filhos amados e da sua criação.
O Tempo comum compreende trinta e três ou trinta e quatro semanas e é dividido em duas partes: a primeira parte fica compreendida entre os tempos do Natal e da Quaresma, sendo que a Quaresma é um momento de esperança e de escuta da Palavra onde devemos anunciar o Reino de Deus; a segunda parte fica entre os tempos da Páscoa e do Advento.
O Tempo Comum é o momento do cristão colocar em prática a vivência do reino e ser sinal de Cristo no mundo, ou como o mesmo Jesus disse, ser “sal da terra e luz do mundo”: “Vocês são o sal da terra. Ora, se o sal perde o sabor, com que poderemos salgá-lo? Não serve para mais nada; serve só para ser jogado fora e ser pisado pelos homens. Vocês são a luz do mundo. Não pode ficar escondida uma cidade construída sobre o monte. Ninguém acende uma lâmpada para colocá-la debaixo de uma vasilha, e sim para colocá-la no candeeiro, onde ela brilha para todos os que estão em casa”. (Mt 5,13-15).

IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA

08 DE JUNHO
PRIMEIRO SÁBADO DO MÊS
IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA

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A devoção ao coração imaculado de Maria é tão antiga como a devoção ao Sagrado Coração de Jesus. Ela surgiu com os membros de várias confrarias do Rosário que tinham o costume de dedicar quinze sábados seguidos à Rainha do Santíssimo Rosário. Isto mostra quão unido está o Coração Imaculado de MARIA ao Sagrado Coração de JESUS Seu Filho e Nosso Senhor. Assim os dois Corações são inseparáveis pois onde está Um está também o Outro tornando-se assim a Mãe Co-redentora da Humanidade. Quem não honra a Mãe, despreza Seu Filho JESUS.
Vejamos como DEUS, A Virgem Imaculada, os Anjos, Santos do Céu e a Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana através de seus Papas estão intimamente unidos pela salvação da humanidade. "Durante muito tempo, os membros das várias Confrarias do Rosário tiveram o costume de dedicar quinze sábados seguidos à Rainha do Santíssimo Rosário, antes da Sua festa ou em alguma outra época do ano. Em cada um destes sábados, todos recebiam os sacramentos e realizavam exercícios piedosos em honra dos quinze mistérios do Rosário".
Em 1889, o Papa Leão XIII concedeu a todos os fiéis uma indulgência plenária num destes quinze sábados. Em 1892, "concedeu também, àqueles que estavam legitimamente impedidos ao sábado, a possibilidade de realizar este exercício piedoso no Domingo, sem perder as indulgências".

sexta-feira, 7 de junho de 2013

SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS

07 DE JUNHO  
PRIMEIRA SEXTA-FEIRA DO MÊS
SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS


A devoção ao Coração de Jesus existe desde os primeiros tempos da Igreja, desde que se meditava no lado e no Coração aberto de Jesus, de onde saiu sangue e água. Desse Coração nasceu a Igreja e por esse Coração foram abertas as portas do Céu.
A Devoção ao Coração divino de Jesus Cristo começou a ser praticada, em sua essência, já no início da Igreja, pois os Santos tiveram muito presente, ao honrar a Jesus Cristo, que tinha manifestado seu Coração, símbolo de seu amor em momentos augustos. Contudo, esta devoção, em sua forma atual, deve-se às revelações que o próprio Cristo fez a Santa Margarida Maria (1649-1690), sobretudo quando em 16 de junho de 1657, descobrindo seu Coração, disse-lhe: "Eis aqui este Coração que amou tanto aos homens, que não omitiu nada até esgotar-se e consumir-se para manifestar-lhes seu amor, e por todo reconhecimento, não recebe da maior parte mais que ingratidão, desprezo, irreverências e tibieza que têm para mim neste sacramento de amor".

quinta-feira, 6 de junho de 2013

SÃO MARCELINO CHAMPAGNAT - 1789-1840

06 DE JUNHO
SÃO MARCELINO CHAMPAGNAT - 1789-1840


Fundou a congregação dos Irmãos Maristas.
Marcelino José Benedito Champagnat nasceu na aldeia de Marlhes, próxima de Lion França, no dia 20 de maio de 1789, nono filho de uma família de camponeses pobres e muito religiosos. O pai era um agricultor com instrução acima da média, atuante e respeitado na pequena comunidade. A mãe, além de ajudar o marido vendendo o que produziam, cuidava da casa e da educação dos filhos, auxiliada pela cunhada, que desistira do convento.
A família era muito devota de Maria, despertando nos filhos o amor profundo à Mãe de Deus. Na infância, logo que ingressou na escola, Marcelino sofreu um grande trauma quando o professor castigou um dos seus companheiros. Ele preferiu não freqüentar os estudos e foi trabalhar na lavoura com o pai. E assim o fez até os quatorze anos de idade, quando o pároco o alertou para sua vocação religiosa.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

MARIA, MÃE DO BELO AMOR

05 DE JUNHO
MARIA, MÃE DO BELO AMOR


“Eu sou a Mãe do Belo Amor”. (Eclo, 24, 24). Essa frase cabe bem nos lábios de Maria. “Deus é Amor”, nos diz o apóstolo João na sua primeira carta, 4,8. Maria é a mãe de Deus, e se Deus é amor, Maria é a Mãe do Belo Amor, que é Jesus Cristo.
O amor de Maria embeleza as nossas almas aos olhos de Deus e leva essa amorosa Mãe a nos ter por filhos. “Onde está a mãe que ame seus filhos e vele sobre eles  como vós, dulcíssima Rainha, que nos amais e cuidais de nosso adiantamento espiritual?” pergunta São Boaventura nos seus escritos.

terça-feira, 4 de junho de 2013

MARIA BEBEU DO CÁLICE DA PAIXÃO E MORTE DE JESUS

04 DE JUNHO
MARIA BEBEU DO CÁLICE DA PAIXÃO E MORTE DE JESUS

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E as autoridades de Jerusalém condenaram Jesus. É muito cômodo para nós dizermos que foram os judeus que condenaram Jesus à morte, quando na verdade fomos todos nós, pelos nossos crimes e pecados que condenamos Jesus a tão terrível suplício.
Mas, para as autoridades da época, não era possível deixar vivo aquele homem, que mexia tanto com as multidões. Aquele homem denunciava todas as falsidades e as autoridades da época estavam por demais comprometidas para deixá-lo em paz.
E Maria era a Mãe daquele homem perseguido e injustiçado. Maria viveu com Jesus a sua paixão e as suas torturas. Maria presenciou todos os momentos de angústia, de terror, de dor de seu Divino Filho, ainda que não fisicamente, mas muito mais espiritualmente.
E assim Maria viu o seu Filho ser coroado de espinhos, levar bofetadas dos soldados, escarros no rosto, apanhar de açoites, carregar uma pesada cruz, ser pregado nessa mesma cruz e ser levantado  no alto de uma colina no meio de dois ladrões, ser insultado pelos soldados e pelos chefes do povo, perdoar os seus carrascos que “não sabiam o que faziam”, morrer entregando nas mãos de Deus o seu espírito.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

SANTA CLOTILDE DA FRANÇA, RAINHA E VIÚVA - 475-545


03 DE JUNHO
SANTA CLOTILDE DA FRANÇA, RAINHA E VIÚVA - 475-545

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Clotilde nasceu em Lion, França, no ano 475, filha do rei ariano Childerico de Borgonha. Mais tarde, o rei, junto com a esposa e três dos seus cinco filhos, foi assassinado pelo próprio irmão, que lhe tomou o trono. Duas princesas foram poupadas, uma era Clotilde.
A menina foi entregue a uma tia, que a educou na religião católica. Cresceu muito bonita, delicada, gentil, dotada de grande inteligência e sabedoria. Clodoveu, rei dos francos, encantou-se por ela. Foi aconselhado pelos bispos católicos do seu reino a pedir a mão de Clotilde. Ela aceitou e tornou-se a rainha dos francos.
Ao lado do marido, pagão, irrascível, ambicioso e guerreiro, Clotilde representava a gentileza, a bondade e a piedade cristã. Imbuída da vontade de fazer o rei tornar-se cristão, para que ele fosse mais justo com seus súditos oprimidos e parasse com as conquistas sangrentas, ela iniciou sua obra de paciência, de persuasão e de bom exemplo católico.
Clodoveu, de fato, amava muito a esposa. Com ela teve três herdeiros, que, infelizmente, herdaram o seu espírito belicoso. Não se importava que Clotilde rezasse para seu Deus, em vez de ir ao templo pagão levar oferendas aos deuses pagãos, quando partia e voltava vitorioso dos combates.

domingo, 2 de junho de 2013

SANTO ERASMO - SÉCULO IV

02 DE JUNHO
SANTO ERASMO - SÉCULO IV


A tradição cristã descreveu a vida de Erasmo com passagens surpreendentes. Ele pertencia ao clero da Antioquia. Foi forçado, durante a perseguição do imperador Diocleciano, a esconder-se numa caverna no Monte Líbano durante sete anos. Capturado e longamente torturado, foi levado para ser julgado pelo imperador, que tentou de todas as formas fazer com que renegasse a fé em Cristo.
Porém Erasmo manteve-se firme e por isso novamente voltou para a prisão. De lá foi milagrosamente libertado por um anjo que o levou para a Dalmácia, onde fez milhares de conversões durante mais sete anos.
Na época do imperador Maximiano, novamente foi preso e no tribunal, além de destruir um ídolo falso, declarou sua incontestável religião cristã. Tal atitude de Erasmo fez milhares de pagãos converterem-se, as quais depois foram mortas pela perseguição desse enfurecido imperador.
Outra vez teria sido horrivelmente torturado e também libertado, agora pelo arcanjo Miguel, que o conduziu para a costa do sul da Itália. Ali se tornou o bispo de Fornia, mas por um breve período.

sábado, 1 de junho de 2013

“SENHOR, EU NÃO SOU DIGNO QUE ENTRES EM MINHA CASA.” (Lc 7,6).

IX DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO “C”

Cor – verde; Leituras – 1Rs 8,41-43; Sl 116; Gl 1,1-2.6-10; Lc 7,1-10.

“SENHOR, EU NÃO SOU DIGNO QUE ENTRES EM MINHA CASA.” (Lc 7,6).
  
MILITARES NO NOVO TESTAMENTO

Diácono Milton Restivo

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Quando Jesus nasceu, os romanos dominavam a maior parte do mundo civilizado da época e, por isso, a Judéia também estava sob o domínio daquele povo guerreiro. No ano 63 antes de Cristo, Pompeu, general romano, invadiu e conquistou Jerusalém, estabelecendo o domínio de Roma sobre Judá. O nascimento do Senhor Jesus deu-se em Belém, motivado pela ordem do imperador romano que havia promulgado um decreto, conforme narra Lucas: “Naqueles dias, apareceu um edito de César Augusto, ordenando o recenseamento de todo o mundo civilizado.” (Lc 2,1), que obrigou o casal José e Maria deslocar-se de sua cidade de residência, Nazaré da Galiléia, para a cidade dos pais do chefe da casa, José, que era Belém, Na Judéia.
É interessante como o Senhor se utiliza da soberba dos homens para fazer realizar as suas destinações a fim de cumprir as profecias do Antigo Testamento com relação ao Filho de Deus.

BEM-AVENTURADO JOÃO BATISTA SCALABRINI - 1839-1905

01 DE JUNHO
BEM-AVENTURADO JOÃO BATISTA SCALABRINI - 1839-1905

Fundou a Congregação dos Missionários de São Carlos Borromeu.
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João Batista Scalabrini, nasceu perto de Como, Itália, em 8 de julho de 1839. A sua família era humilde, honesta e cristã. Ele desejou tornar-se padre e entrou no seminário diocesano, no qual se distinguiu pela inteligência e perseverança. Foi ordenado sacerdote em 1863. Iniciou o apostolado como professor do seminário e colaborador em paróquias da região. Possuía alma de missionário, mas não conseguiu realizar sua vontade de ser um deles na Índia.
Scalabrini foi designado pároco da paróquia urbana de São Bartolomeu em 1871. Seu ministério foi marcante e priorizou a catequese da infância e da juventude. Atento aos inúmeros problemas sociais do seu tempo, escreveu vários livros e publicou até um catecismo.
Ao ser nomeado bispo de Piacenza, ficou surpreso. Tinha trinta e seis anos e lá permaneceu quase trinta como pastor sábio, prudente e zeloso. Reorganizou os seminários, cuidando da reforma dos estudos eclesiásticos. Foi incansável na pregação, administração dos sacramentos e na formação do povo. Scalabrini, como excelente observador da realidade de sua época, fundou um instituto para surdos-mudos e uma organização assistencial para mulheres abandonadas das zonas rurais, pertencentes à sua diocese. 

sexta-feira, 31 de maio de 2013

DEVOÇÃO À MARIA



30 DE MAIO
VERDADEIRA DEVOÇÃO À MARIA

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“A devoção à Maria é um caminho fácil, curto, perfeito e seguro para chegar à união com Nosso Senhor, e nisso consiste a perfeição do cristão. A devoção à Maria é um caminho fácil, e um caminho que Jesus Cristo abriu quando veio a nós e no qual não há obstáculo que nos impeça de chegar a ele. Podemos chegar a Jesus por outros caminhos, é verdade, mas por esses outros caminhos encontram-se muitas cruzes e mortes estranhas, e muito mais impecílios que dificilmente se vencem.          Ir a Jesus sem ser por meio de Maria, será preciso passar por noites escuras, por combates e agonias terríveis, escalar montanhas escarpadas, pisando espinhos agudos, atravessar desertos horríveis, enquanto que, se formos a Jesus por meio de Maria, no caminho que Maria nos ensina, passa-se com muito mais doçura e tranquilidade. No caminho de Maria se encontram, sem dúvida, rudes combates a travar e dificuldade enormes dificuldades a vencer. Mas, essa boa mãe e Senhora está sempre tão próxima e presente a seus fieis servos para iluminá-los nas trevas, esclarecê-los em suas dúvidas, encorajá-los em seus receios, sustentá-los em seus combates e dificuldades, que, em verdade, este caminho virginal para chegar a Jesus Cristo é um caminho de rosas e de mel em vista de outros caminhos... Algum devoto de Maria poderá então nos perguntar:-

quinta-feira, 30 de maio de 2013

CORPUS CHRISTI

CORPUS CHRISTI
Ano: “C” – Cor: branco – Leituras: Gn 14,18-20; Sl 109; 1Cor 11,23-26; Lc 9,11-17.

FAZEI ISSO EM MEMÓRIA DE MIM...

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Quando participamos do Santo Sacrifício da Missa e, durante a oração eucarística, o celebrante toma em suas mãos a hóstia, levanta-a sobre o altar para que todos os participantes possam vê-la, e diz em voz alta, para que todos possam ouvi-lo: “Na véspera de sua paixão, durante a última ceia, Jesus tomou o pão, deu graças e o partiu, e deu aos seus discípulos, dizendo: “Tomai, todos, e comei: isto é o meu corpo, que será entregue por vós.” Depois, do mesmo modo, ao fim da ceia, Jesus tomando o cálice em suas mãos, deu graças novamente e o entregou aos seus discípulos, dizendo: “Tomai, todos, e bebei: Este é o cálice do meu sangue, o sangue da nova e eterna  aliança, que será derramado por vós e por todos para a remissão dos pecados. Fazei isto em memória de mim”. (Mt 26,26-29; Lc 22,14-20; 1Cor 11,23-26).
Todas as vezes que participamos da Santa Missa e todas as vezes que o celebrante repete essa atitude, estamos participando da ceia sagrada e estamos vivendo o maior mistério da nossa fé, porque, como diz Paulo Apóstolo: “Toda vez que se come deste pão, toda vez que se bebe  deste vinho, se recorda a paixão de Jesus Cristo e se fica esperando a sua volta.” (1Cor 11, 26).

quarta-feira, 29 de maio de 2013

AMANDO MARIA, AGRADAMOS A JESUS.

29 DE MAIO
AMANDO  MARIA, AGRADAMOS A JESUS.


São Luiz Maria Grignon  de Montfort como um grande devoto de Maria, no livro que ele escreveu sobre Maria chamado “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem”, queixa-se, amorosamente a Jesus pelos cristãos desconhecerem a íntima  ligação que existe entre Jesus e Maria.
E, nesse livro, ele escreve o seguinte:
“Neste ponto, dirijo-me a vós, um instante,  ò meu amável Jesus, para queixar-me amorosamente à Vossa Majestade de que a maior parte dos cristãos e até os mais ilustrados não sabem da união necessária que existe entre vós e vossa Mãe Santíssima. Estais sempre com Maria, ó meu Senhor, e Maria está sempre convosco e não pode estar sem vós; de outro modo deixaria de ser o que é; Maria está de tal forma transformada em vós pela graça que não vive mais, não existe mais; sois vós, unicamente, meu Jesus, que nela viveis e reinais, mais perfeitamente que todos os Anjos ou bem-aventurados.

terça-feira, 28 de maio de 2013

MARIA E A BÍBLIA

28 DE MAIO
MARIA E A  BÍBLIA
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Maria tinha um profundo conhecimento da Bíblia. Isto Maria demonstrou quando recitou o “Magnifcat”, por ocasião de sua visita à sua prima Isabel, e esse cântico do Magnificat é repleto de frases e citações do Antigo Testamento das Sagradas Escrituras.       Maria meditava a palavra de Deus com muita assiduidade. Ela devia falar de Abrahão, de Moisés, de Davi, e dos profetas com muita familiaridade. Devia também conhecer claramente o Plano de Deus e, consequentemente, rezava muito pela vinda breve do Salvador prometido desde o início dos tempos.
Maria não só ouvia e meditava a Palavra de Deus mas, sobretudo, procurava vivê-la e a vivia com a maior autenticidade possível. Ouvir, meditar e viver a palavra de Deus: a vida de Maria se resumia nisso. Tudo isso ressalta aos olhos de quem faz uma análise mais profunda do cântico do Magnificat. Cada frase desse maravilhoso cântico é um compêndio de reminiscências bíblicas.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

MARIA, OBRA PRIMA DA SANTÍSSIMA TRINDADE.

27 DE MAIO
MARIA, OBRA PRIMA DA SANTÍSSIMA TRINDADE.


Quantos já escreveram sobre ti, Maria. Quantos já escreveram de ti, ó Imaculada.
Todos, porém, confessaram humildemente que nada conseguiram escrever que correspondesse à sua dignidade. O único consolo para todos os escritores que escreveram sobre ti foi esta convicção que tu mesma sabes falar às almas, a teu jeito, e sabes ensinar os humildes e puros muito melhor do que eles próprios o entendiam, escrevendo. Dignai-me louvar-te, ò Virgem Santíssima, apesar de eu saber que nem sou digno de escrever de ti, nem a inteligência humana é capaz de entender a tua glória.
Tu és o Refúgio dos pecadores, Auxílio dos fiéis, Rainha dos apóstolos, dos mártires, dos confessores, de todos os santos e até dos anjos; Mãe de Cristo, Mãe do Salvador, Mãe do Redentor, verdadeira Mãe de Deus. Aqui para a inteligência humana incapaz de compreender o infinito de Deus e, consequentemente, a dignidade da Mãe de Deus.
Deus é amor. Na plenitude deste amor, o Pai gera o Filho e o Espírito Santo procede do Pai e do Filho.   Sendo que Deus amou todas as suas semelhanças limitadas, a algumas delas deu uma existência verdadeira. Estas criaturas, pela força da reação, aperfeiçoam-se voltando-se, assim, para Deus, de quem procedem.

domingo, 26 de maio de 2013

SANTA MARIA ANA DE JESUS PAREDES - OU MARIANITA DE JESUS - 1618-1645

26 DE MAIO
SANTA MARIA ANA DE JESUS PAREDES - OU MARIANITA DE JESUS - 1618-1645

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Maria Ana nasceu no dia 31 de outubro de 1618, em Quito, capital do Equador. Sua família era rica: o pai, Jerônimo Paredes e Flores, era um capitão espanhol e a mãe, Mariana Jaramillo, pertencia à nobreza. A pequena ficou órfã dos pais aos quatro anos de idade e quem assumiu sua educação foi a mais velha de suas sete irmãs, Jerônima, casada com o capitão Cosme de Miranda, os quais educaram a menina como própria filha. Ela logo começou a despertar para a religião, tornando-se devota fervorosa de Jesus e da Virgem Maria. Muito inteligente e prendada, gostava das aulas de canto, onde aprendia as músicas religiosas, depois entoadas durante as orações.
Orientada espiritualmente pelo jesuíta João Camacho, aos oito anos recebeu a primeira comunhão e quis fazer voto de virgindade perpétua, sendo de pronto atendida. E em sua casa, sem ingressar em nenhuma Ordem religiosa, intuída pelo Espírito Santo, se consagrou somente às orações e a penitência, até os limites alcançados apenas pelos adultos mais santificados.
Em 1639, ingressou na Ordem Terceira Franciscana e tomou o nome de Mariana de Jesus.
Ela fora agraciada por Deus com o dom do conselho e da profecia, sabendo como ninguém interpretar a alma humana. A sua palavra promovia a paz entre as pessoas em discórdia e contribuía para que muitas almas retornassem para o caminho do seguimento de Cristo.

sábado, 25 de maio de 2013

SANTÍSSIMA TRINDADE

SANTÍSSIMA TRINDADE
Ano – C; Cor – Branco; Leituras: Pr 8,22-31; Sl 8; Rm 5,105; Jo 16,12-15.

“SENHOR, QUE É O HOMEM, PARA DELE ASSIM VOS LEMBRARDES E O TRATARDES COM TANTO CARINHO?” (Sl 8,5).

Diácono Milton Restivo

Conhecer a Jesus Cristo pela fé é nossa alegria; seguí-lo é uma graça, e transmitir este tesouro aos demais é uma tarefa que o Senhor, ao nos chamar e nos eleger, nos confiou.” (Conferência de Aparecida, 18).
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A primeira leitura desta liturgia é do livro dos Provérbios e fala da sabedoria de Deus. Sabedoria é prudência, moderação, temperança, reserva, discernimento das coisas de Deus. Saber é conhecer, ter informação. Saber é o conjunto coerente de conhecimentos adquiridos em contato com a realidade ou pelo estudo. Para o cristão a sabedoria é o saber do amor que o Pai lhe tem e é o sabor que gostosamente degusta das maravilhas que o Senhor opera em sua existência.
A Sabedoria é transmitida pelo modo de viver, pelos gestos, pela palavra, e Jesus Cristo é a Sabedoria do Pai, Jesus Cristo é a plenitude do tempo, Jesus Cristo é a Palavra do Pai: “a Palavra que se fez homem e habitou entre nós. E nós contemplamos a sua glória: glória do Filho único do Pai, cheio de amor e fidelidade”. (Jo 1,14).
O Apóstolo Paulo diz que Jesus Cristo é a sabedoria de Deus: “Mas para aqueles que são chamados, tantos judeus como gregos, ele é o Messias, poder de Deus e sabedoria de Deus”. [...] “Ora, é por iniciativa de Deus que vocês existem em Jesus Cristo, o que se tornou para nós sabedoria que vem de Deus, justiça, santificação e libertação, a fim de que, como diz a Escritura: ‘Aquele que se gloria, que se glorie no Senhor”. (1Cor 1,24.3); “... a fim de conhecerem o mistério de Deus: Cristo, no qual estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência”. (Cl 2,3b).

SANTA MADALENA SOFIA BARAT - 1779-1865

25 DE MAIO
SANTA MADALENA SOFIA BARAT - 1779-1865

Fundou a Congregação do Sagrado Coração de Jesus.
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Madalena Sofia nasceu prematura em Ivigny, na Borgonha, França, devido a um incêndio assustador que arrasou a casa vizinha àquela em que moravam seus pais, na madrugada de 13 de dezembro de 1779. Se um incêndio marcou seu nascimento, o fogo da fé, presente em sua alma, contagiou muitas outras durante toda a sua existência, que abrangeu o período da sangrenta e anticristã Revolução Francesa. Com o imprevisto do nascimento prematuro, sua mãe quase perdeu a vida, e Madalena, devido ao risco de morte que corria, foi batizada no mesmo dia, tendo como padrinho o irmão Luís, de doze anos, profundamente ligado aos ensinamentos cristãos.
Madalena Sofia cresceu fraca fisicamente, mas com uma força interior marcante desde a infância. Desde pequena aprendia as orações com facilidade e era sempre a primeira nas aulas de catecismo.
Seu irmão e padrinho, estudante de teologia, foi promovido a subdiácono e nomeado professor do ginásio de Ivigny, levando consigo sua irmã e afilhada, para melhor prepará-la para a vida. Percebendo que Madalena aprendia com rapidez as matérias próprias do ginásio, Luís passou a lhe ensinar também latim, grego, italiano e espanhol.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

SÃO VICENTE DE LÉRINS - SÉCULO V

24 DE MAIO
SÃO VICENTE DE LÉRINS - SÉCULO V

As notícias que temos sobre o religioso Vicente são poucas. Ele viveu no mosteiro de Lérins, onde foi ordenado sacerdote no século V.
Os dados sobre sua vida antes desse período também não são muitos. Tudo indica que ele era um soldado do exército romano e que sua origem seria o norte da França, hoje território da Bélgica.

Alguns registros encontrados em Lérins, escritos por ele mesmo, induzem a crer que seu irmão seria o bispo de Troyes. E ele decidira abandonar a vida desregrada e combativa do exército para "espantar a banalidade e a soberba de sua vida e para dedicar-se somente a Deus na humildade cristã". Vicente, então, optou pela vida monástica e nela despontou como teólogo e escritor famoso, grande reformador do mosteiro de Lérins. Ingressou nesse mosteiro, fundado por santo Honorato, na ilha francesa localizada defronte a Cannes, já em idade avançada. Ali se ordenou sacerdote e foi eleito abade, pela retidão de caráter e austeridade de vida religiosa.
Transformou o local num florescente centro de cultura e de espiritualidade, verdadeiro celeiro de bispos e santos para a Igreja. Em 434, escreveu sua obra mais famosa, o "Comnitorium", também conhecido como "manual de advertência aos hereges".
Mais tarde, são Roberto Belarmino definiu essa obra como "um livro de ouro", porque estabelece alguns critérios básicos para viver integralmente a mensagem evangélica. Profundo conhecedor das Sagradas Escrituras e dotado de uma grande cultura humanística, os seus escritos são notáveis pelo vigor e estilo apurado, e pela clareza e precisão de pensamento.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

RESTAURAR A FIGURA DE MARIA

23 DE MAIO
RESTAURAR A FIGURA DE MARIA

Maria está com o povo simples, humilde e pobre. O povo humilde e pobres está com Maria.      

O povo pobre e humilde é como o apóstolo João, o único que não fugiu quando Jesus Cristo foi preso e crucificado, e que ficou com Maria aos pés da cruz, no Calvário, naquela triste e sombria sexta-feira. O povo pobre e humilde, como João, fica junto de Maria, não foge, não tem medo de sofrer.       
O povo pobre e humilde já sofre tanto. Mas não fica aos pés da cruz sozinho: Maria está com ele. Ainda hoje o povo pobre e humilde fica junto de Maria aos pés de tantos irmãos que estão morrendo de fome ainda hoje, de inanição, de desprezo dos ricos e dos poderosos; o Cristo continua morrendo hoje nos pobres e desvalidos, como morreu na cruz do Calvário, sob o s olhos tristes e amargurados de sua Santíssima Mãe, Maria.
Chegando ao Calvário, o povo pobre não fala; só fica olhando, como João ficou olhando, marcando presença. Jesus também não fala.  Só fica rezando do alto da cruz.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

SANTA CATARINA DE GÊNOVA - 1447-1510

22 DE MAIO
SANTA CATARINA DE GÊNOVA - 1447-1510

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No século XV, os partidos guelfi e ghibellini eram os dominantes em Gênova, alternando-se no governo da cidade por meio de lutas sangrentas. Mas quando Catarina Fieschi nasceu, no ano de 1447, as famílias da nobreza que pertenciam a essas facções políticas já conviviam em paz, que era mantida pelos casamentos acordados entre si. Ela teve de submeter-se a essa situação, pois seus pais, Tiago e Francisca, fidalgos dos guelfi, a deram em casamento ao jovem Juliano, da aristocrata família Adorno, dos ghibellini.
A união foi chamada de bizarra. Juliano era muito rico, mas irresponsável, desregrado, jogador e de caráter duvidoso, enquanto Catarina, com apenas dezesseis anos, era religiosa, sensível e muito caridosa, que, em vez de casar, desejava poder ter seguido a vida religiosa como sua irmã Limbânia o fizera. Ela viveu sob a influencia negativa do marido, dividida entre as futilidades da corte e as obras de caridade. Um verdadeiro conflito entre os pecados e o remorso.
Aos vinte e seis anos de idade, depois de visitar a irmã Limbânia no mosteiro, quando tudo lhe parecia perdido, sem solução e salvação, Catarina resolveu viver no seguimento de Jesus, para dedicar-se aos pobres e aos doentes. Sua conversão foi tão sincera, radical e transparente que Juliano se converteu também.

terça-feira, 21 de maio de 2013

SANTO EUGÊNIO DE MAZEMOD - 1782-1861

21 DE MAIO
SANTO EUGÊNIO DE MAZEMOD - 1782-1861

Fundou a congregação dos Oblatos de Maria Imaculada.
http://alexandrinabalasar.free.fr/eugenio_de_mazenod_37_01.jpg

Carlos José Eugênio de Mazemod, esse era seu nome de batismo. Ele nasceu na bela cidade Aix-en-Provance, sul da França, em dia 1º de agosto de 1782. Seu pai era um nobre e presidia a Corte dos Condes da Provença. Sua mãe pertencia a uma família burguesa muito rica.
Teve duas irmãs: Antonieta e Elisabete, que morreu aos cinco anos de idade. Sua infância foi tranqüila até 1790, quando a família teve de fugir da Revolução Francesa, deixando todos os bens e indo para a Itália, onde permaneceram durante onze anos, vivendo de cidade em cidade.
Nesse período, seus pais também se separam. A mãe deixou Eugênio com o pai na Itália e foi para a França, tentar reaver os bens confiscados. Tudo isso influenciou a personalidade do menino, de maneira tanto positiva como negativa, cujo reflexo foi uma séria crise de identidade na adolescência. Embora Eugênio, antes do exílio, tivesse dado mostras de sua vocação religiosa, ela foi sufocada por esses problemas e pela lacuna existente na sua formação intelectual, devido à falta de uma moradia fixa.Mas seu caráter forte permaneceu por toda a vida, sendo sua marca pessoal.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

BEM-AVENTURADA COLOMBA DE RIETI - 1467-1501

20 DE MAIO
BEM-AVENTURADA COLOMBA DE RIETI - 1467-1501

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Angelina Guadanholi nasceu numa família da aristocracia italiana, em 2 de fevereiro de 1467, na cidade de Rieti. O dia do seu batizado foi marcante e muito curioso. No mesmo instante em que o padre lhe ministrava o batismo, desceu sobre sua cabeça uma pomba branca, talvez como um símbolo da infinidade de graças que o Espírito Santo colocou em sua alma. Por isso, ficou conhecida como Colomba, que significa "pomba". Angelina, desde a infância, consagrou seu coração e sua vida ao amor a Jesus Cristo, como fizeram são Domingos e santa Catarina, com quem conviveu e dos quais foi discípula. Por si mesma e com firmeza seguiu o caminho para a santidade.
A tradição diz que, ainda no berço, procurava privar-se da amamentação. Sua infância foi repleta de penitências severas, que só podem ser equiparadas àquelas dos adultos mais santificados.
Aos dez anos, ela consagrou sua virgindade a Jesus, mesmo sabendo que seus pais tinham assumido um casamento para ela. Mas o acerto das núpcias foi desfeito quando apareceu com a cabeça raspada diante dos pais, que ficaram comovidos com a real vocação da filha.

domingo, 19 de maio de 2013

SÃO PEDRO CELESTINO - 1215-1296

19 DE MAIO
SÃO PEDRO CELESTINO - 1215-1296

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Fundou a Ordem dos Celestinos.
Pedro nasceu em 1215, na província de Isernia, Itália, de pais camponeses com muitos filhos. Segundo os escritos, decidiu que seria religioso aos seis anos de idade, quando revelou esse desejo à mãe. Cresceu estudando com os beneditinos de Faifoli. Assim que terminou os estudos, retirou-se para um local ermo, onde viveu por alguns anos. Depois foi para Roma, recebendo o sacerdócio em 1239. Entrou para a Ordem beneditina e, com licença do abade, voltou para a vida de eremita. Assumiu, então, o nome de Pedro de Morrone, pois foi viver no sopé do morro do mesmo nome, onde levantou uma cela, vivendo de penitências e orações contemplativas.
Em 1251, fundou, com a colaboração de dois companheiros, um convento. Rapidamente, sob a direção de Pedro, o convento abrigava cada vez mais seguidores. Assim, ele fundou uma nova Ordem, mais tarde chamada "dos Celestinos", conseguindo, pessoalmente, a aprovação do papa Leão IX, em 1273.
Em 1292, morreu o papa Nicolau V e, após um conclave que durou dois anos, ainda não se tinha chegado a um consenso para sua sucessão. Nessa ocasião, receberam uma carta contendo uma dura reprovação por esse comportamento, pois a Igreja precisava logo de um chefe.

sábado, 18 de maio de 2013

PENTECOSTES – ESPÍRITO SANTO

PENTECOSTES – ESPÍRITO SANTO
Ano – C; Cor – Vermelho; Leituras: Gn 11,1-9; Sl 103 (104); Rm 8,22-27; Jo 7,37-39.

“É SEMPRE SEGUNDO DEUS QUE O ESPÍRITO INTERCEDE EM FAVOR DOS SANTOS.” (Rm 8,27b).

Diácono Milton Restivo


No dia da festa judaica de Pentecostes estavam todos os Apóstolos e discípulos de Jesus reunidos, e assim nos narram este episódio o livro dos Atos dos Apóstolos: “Quando chegou o dia de Pentecostes, todos eles estavam reunidos no mesmo lugar. De repente veio um barulho como o sopro de um forte vendaval, e encheu a casa onde eles se encontravam. Apareceram então umas como línguas de fogo, que se espalharam e foram pousar sobre cada um deles. Todos ficaram repletos do Espírito Santo, e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito lhes concedia que falassem”. (At 2,1-4).
A ação do Espírito Santo nos Apóstolos e discípulos de Jesus, na festa de Pentecostes, tornou-os fortes, audazes e santificou-os para anunciar o Evangelho com fidelidade a todo o mundo.
A Igreja ficou constituída em templo do Espírito Santo: “ou vocês não sabem que o seu corpo é templo do Espírito Santo, que está em vocês e lhe foi dado por Deus?”. (1Cor 6,19).
A partir da Ascensão de Cristo, que a Igreja celebrou no domingo anterior, os discípulos e a comunidade passou a não ter mais a presença física e visível do Mestre. Passaram a não vê-lo mais com os olhos da carne, e sim com os olhos da fé. Em cumprimento à promessa de Jesus, o Espírito Santo foi enviado sobre os apóstolos.

SÃO FÉLIX DE CANTALÍCIO - 1515-1587

18 DE MAIO
SÃO FÉLIX DE CANTALÍCIO - 1515-1587


Félix Porro nasceu na pequena província agrícola de Cantalício, Rieti, Itália, em 1515. Filho de uma família muito modesta de camponeses teve de trabalhar desde a tenra idade, assim não podia estudar. Na adolescência, transferiu-se para Cittaducale, para trabalhar como pastor e lavrador numa rica propriedade. Alimentava sua vocação à austeridade de vida, solidariedade ao próximo, lendo a vida dos Padres, o Evangelho e praticando a oração contemplativa, associada à penitência constante e à caridade cristã. Aos trinta anos de idade entrou para os capuchinhos. E, em 1545, depois de completar um ano de noviciado, emitiu a profissão dos votos religiosos no pequeno convento de Monte São João.
Pertenceu à primeira geração dos capuchinhos. Os primeiros anos de vida religiosa passou entre os conventos de Monte São João, Tívoli e Palanzana de Viterbo, para depois, no final de 1547, se transferir, definitivamente, para o convento de São Boaventura, em Roma, sede principal da Ordem, onde viveu mais quarenta anos, sendo chamado de frei Félix de Cantalício. Nesse período, trajando um hábito velho e roto, trazendo sempre nas mãos um rosário e nas costas um grande saco, que fazia pender seu corpo cansado, ele saía, para esmolar ajuda para o convento, pelas ruas da cidade eterna.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

SÃO PASCOAL BAYLON - 1540-1592

17 DE MAIO
SÃO PASCOAL BAYLON - 1540-1592

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Pascoal Baylon nasceu na cidade de Torre Hermosa - Espanha, em 16 de maio de 1540. Filho de uma família humilde, foi pastor de ovelhas desde muito jovem e, aos dezoito anos, seguindo sua vocação, tentou ser admitido no convento franciscano de Santa Maria de Loreto.
Sua primeira tentativa foi frustrada, mas, em 1564, após recusar uma grande herança de um rico senhor que havia sido curado por ele e por causa dos seus dons carismáticos, ele pôde ingressar na Ordem.
Pascoal, por humildade, permaneceu um simples irmão leigo, exercendo as funções de porteiro e ajudante dos serviços gerais. Bom, caridoso e obediente às regras da Ordem, fazia penitência constante, alimentando-se muito pouco e mantendo-se em constante oração.
Por causa de sua origem pobre, não possuía nenhuma formação intelectual, porém era rico em dons transmitidos pelo Espírito Santo, possuindo uma sabedoria inata. A ele recorriam ilustres personalidades para aconselhamento, até mesmo o seu provincial, que lhe confiou a tarefa perigosa de levar documentos importantes para Paris. Essa viagem Pascoal fez a pé, descalço e com o hábito de franciscano, arriscando ser morto pelos calvinistas.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

SÃO JOÃO NEPOMUCENO - 1330-1383

16 DE MAIO
SÃO JOÃO NEPOMUCENO - 1330-1383


João nasceu em 1330, em Nepomuk, na Boêmia, atual República Checa. Apesar de os pais serem pobres e ter idade avançada, João conseguiu formar-se doutor em teologia e direito canônico na universidade de Praga, uma das mais modernas e avançadas da época, fundada pelo rei Carlos IV.
Desde cedo João sabia que sua verdadeira vocação era o sacerdócio, a pregação. Quando, finalmente, recebeu a ordenação sacerdotal, pôde colocar em prática o seu talento de orador sacro, e o fez de forma tão brilhante que foi convidado a ser capelão e confessor na corte, onde teve muito trabalho, pois o rei Venceslau IV era uma pessoa difícil e de mau-caráter. Mas a rainha e imperatriz Joana da Baviera era muito pia, bondosa e caridosa, e o tomou para diretor espiritual e confessor particular.
Não se sabe exatamente como foi seu martírio e como tudo ocorreu, mas o rei Venceslau, que desejava controlar a Igreja, não estava satisfeito com a possível chegada de um novo bispo, enviado por Roma a pedido da rainha.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

QUEM NÃO AMA MARIA, NÃO AMA JESUS...

15 DE MAIO
QUEM NÃO AMA MARIA, NÃO AMA JESUS...

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Como é gostoso a gente falar de quem amamos de verdade. Maria é a nossa mãe, o nosso modelo, a mãe do Senhor Nosso Deus. Amamos  Jesus porque amamos Maria. Se amamos realmente Maria, chegamos com mais facilidade até Jesus, porque Maria é o meio mais seguro para chegarmos ao Senhor Jesus.A devoção que temos por Maria deve, cada vez mais, nos levar até Jesus.
São Luiz Maria Grignon de Montfort escreveu no seu livro “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem”: “Se a devoção que temos a Maria Santíssima nos afastasse  de Jesus Cristo, esta devoção deveria ser rejeitada como ilusão do demônio. Mas o que acontece é justamente o contrário; a devoção à Maria é necessária principalmente por acharmos Jesus, por nos encontrarmos com o Filho muito amado de Deus e de Maria, para estarmos com Jesus Cristo perfeitamente, amá-lo com ternura e servi-lo com fidelidade. Mas, a maior parte dos cristãos, até aqueles que dizem entender bem as coisas de Deus não sabem da união necessária que existe entre Jesus Cristo e sua Mãe Santíssima. Jesus está sempre com Maria, assim como Maria está com Jesus, e nem poderia estar sem Jesus, porque, se fosse de outra maneira, Maria não seria o que é; Maria está de tal maneira transformada em Jesus pela graça que não vive mais, não existe mais se não for por meio do Senhor Jesus que nela vive e reina mais profundamente do que em todos os anjos e bem-aventurados.

terça-feira, 14 de maio de 2013

SÃO MIGUEL GARICOITS - 1797-1863

14 DE MAIO
São Miguel Garicoits - 1797-1863

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Fundador da Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus.
Miguel Garicoits nasceu em 15 de abril de 1797, em Ibarre, França. Seus pais, apesar de humildes, socorriam padres fugitivos do terror da Revolução Francesa.
O pároco da vizinhança se encarregou da educação de Miguel e depois o recomendou ao bispo de Baiona. Dedicado e inteligente, foi estudar no Seminário de Dax, ordenando-se sacerdote em 1823, e dois anos depois se tornou professor de Filosofia no Seminário Maior de Bétharram, nos Baixos Pirineus.
Miguel se tornou formador de novos padres. Preocupava-se com o clero, que se mostrava despreparado e desorientado. Para mudar tal quadro, teve a idéia de fundar um instituto de sacerdotes que atuariam como colaboradores nas paróquias, nos colégios e nos seminários, dando suporte intelectual.
O bispo não ficou muito animado com essa idéia, porém o autorizou a tentar.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DE FÁTIMA

13 DE MAIO
NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DE FÁTIMA

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Nossa Senhora de Fátima (ou Nossa Senhora do Rosário de Fátima) é uma das designações atribuídas à Virgem Maria. Apareceu repetidamente a três pastores, tendo a primeira aparição acontecido no dia 13 de maio de 1917. Estas aparições continuaram durante seis meses seguidos, sempre no mesmo dia (exceptuando em Agosto). A aparição é associada também a Nossa Senhora do Rosário, sendo portanto aceito a combinação dos dois nomes - dando origem a "Nossa Senhora do Rosário de Fátima" - pois, segundo os relatos, "Nossa Senhora do Rosário" teria sido o nome pelo qual a Virgem Maria se haveria identificado, dado que a mensagem que trazia consigo era um pedido de oração, nomeadamente, a oração do Santo Rosário.
Essas aparições fecham o ciclo de aparições iniciado em Paris, como Nossa Senhora das Graças, sucedida pela aparição em La Salete e Lourdes.

domingo, 12 de maio de 2013

DIA DAS MÃES – MARIA, A MÃE DAS MÃES

12 DE MAIO
DIA DAS MÃES – MARIA, A MÃE DAS MÃES

Sempre que penso em Maria procuro me transformar numa criança e procuro ver Maria como uma criança vê a sua mãe, e assim me chogo nos braços de Maria, sentindo nos braços de Maria os braços da mãe. A criança tem os pensamentos puros e as intenções mais santas.
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A mãe aceita tudo o que a criança faz e perdoa, com um sorriso nos lábios, todos os erros todas as travessuras e todo mal entendido de seu filho, por isso, quando sei que erro, e como erro, busco a presença de Maria como a criança busca a presença da mãe para se sentir segura.
Por isso, quando eu medito em Maria, quando eu converso com Maria em meu coração, eu procuro me transformar em criança, como um filho busca a sua mãe, e assim, Maria também conversa comigo, como a mãe conversa com o filho, sorri dos meus enganos e me estende a mão quando alguma dificuldade me derruba, assim como a proteção da mãe abriga a insegurança do filho. E como é gostoso para uma criança contemplar o rosto de sua mãe e vê-lo sempre sorrindo, sempre com um sorriso nos lábios, apoiando as coisas certas e chamando a atenção para o que estivermos fazendo de errando, mas sempre com um sorriso nos lábios.
E quando eu penso em Maria eu me transformo em criança e a vejo sempre sorrindo. Comop o sorriso da mãe conforta e dá segurança para o filho.
Maria é minha mãe; Maria é nossa mãe, Maria é a mãe das mães...

sábado, 11 de maio de 2013

ASCENSÃO DO SENHOR - “VOCÊS SERÃO TESTEMUNHAS DE TUDO ISSO”. (Lc 24,48).

Ano – C; Cor – branco; Leituras: At 1,1-11; Sl 47 (47); Ef 1,17-23; Lc 24,46-53.

VOCÊS SERÃO TESTEMUNHAS DE TUDO ISSO”.  (Lc 24,48).

http://aparmend.files.wordpress.com/2011/01/advir7.jpg

Diácono Milton Restivo

Se pegarmos o final do Evangelho segundo Lucas e o início do livro dos Atos dos Apóstolos, os dois livros creditados a Lucas, veremos que é uma continuação ininterrupta, ou seja, Lucas começa o livro de Atos dos Apóstolos com o mesmo fato com que havia terminado o seu Evangelho: a ascensão de Jesus Cristo aos céus.
Lucas é o único evangelho em que há indicações de um destinatário: Teófilo (Lc 1,3), o mesmo do livro dos Atos dos Apóstolos (At 1,3).
Lucas começa o seu Evangelho com uma dedicatória a Teófilo, como da mesma forma, no início dos Atos dos Apóstolos ele faz a dedicatória ao mesmo destinatário.
No seu Evangelho Lucas começa assim: “Muitos empreenderam compor uma história dos acontecimentos que se realizaram entre nós, como no-los transmitiram aqueles que foram desde o princípio testemunhas oculares e que se tornaram ministros da palavra. Também a mim me pareceu bem, depois de haver diligentemente investigado tudo desde o princípio, escrevê-los para ti segundo a ordem, excelentíssimo Teófilo, para que conheças a solidez daqueles ensinamentos que tens recebido’. (Lc 1,1-4).

quinta-feira, 9 de maio de 2013

BEM-AVENTURADA MARIA TERESA DE JESUS – 1797-1879

09 DE MAIO
BEM-AVENTURADA MARIA TERESA DE JESUS – 1797-1879

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Fundou a congregação das Irmãs Escolares de Nossa Senhora.
Carolina Francisca Gerhardinger nasceu em 20 de junho de 1797 no subúrbio da cidade de Regensburg-Stadtamhof, na Alemanha. Pertencia a uma família de classe média muito religiosa e com ela aprendeu desde cedo os valores humanos e cristãos. Carolina estudou na escola das Irmãs de Notre Dame, mas durante o governo napoleônico as instituições religiosas foram suspensas, inclusive essa na Alemanha. Por isso o bispo decidiu escolher as três melhores alunas e formá-las professoras, para dar continuidade ao ensino das crianças daquela comunidade.
Carolina foi escolhida por ser muito aplicada e responsável nos seus deveres de filha e aluna. Ainda muito jovem, recebeu o diploma de professora primária, começando o trabalho de educadora de crianças e jovens, função que exerceu até 1833. Nessa época, a restrição napoleônica foi suspensa e as instituições religiosas puderam retomar a tarefa do ensino. A jovem Carolina acolheu o chamado de Deus e se tornou uma religiosa.