sábado, 24 de dezembro de 2016

NATAL DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

NATAL DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

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Natal é nascimento. Nascimento de novas esperanças, de novos caminhos, de novas alegrias.
Natal é a época da realização dos grandes sonhos. Natal é o nascimento da verdade suprema: JESUS CRISTO!!! 
Natal é viver a esperança do encontro com JESUS CRISTO. 
A melhor maneira de nos prepararmos para esse encontro é vivermos plena e intensamente o amor autêntico. 
O amor é o melhor berço que podemos preparar para receber o MENINO DEUS  que vai nascer da Virgem. Um berço feito da essência do nosso ser. 
Esse berço deve ser feito, por cada um de nós, com amor, com muito amor, utilizando a madeira rígida do entusiasmo, os pregos galvanizados da união,  a cola firme da sinceridade,  protegendo-o com o verniz impermeável da humildade, usando as ferramentas eficazes da boa vontade e do desprendimento e com o carinho de quem ama de verdade e se dá por amor. 
Depois de pronta a armação do berço, nela devemos colocar as molas da perseverança e sobre elas o colchão da caridade fraterna, cobrindo-o com o lençol da pureza e estendendo a colcha da castidade, colocando, sobre tudo, o cobertor da santidade, o travesseiro da aceitação e o adorno da fé e do amor total. 
O berço deve ser aromatizado com o suave perfume das boas intenções, ações e das flores coloridas e perfumadas de nossa vida totalmente voltada para o amor a Deus e ao próximo; deve ser colocado no quarto de nossas orações, no cantinho de nossos sacrifícios, próximo da janela da entrega total nas mãos de Deus e ventilado pela brisa fresca e suave da nossa entrega à Providência Divina.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

PAPA FRANCISCO EXPLICA POR QUE É IMPORTANTE O PRESÉPIO EM CASA NO ADVENTO E NO NATAL

PAPA FRANCISCO EXPLICA POR QUE É IMPORTANTE O PRESÉPIO EM CASA NO ADVENTO E NO NATAL

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Durante a Audiência Geral desta quarta-feira, o Papa Francisco explicou a importância de ter o presépio em casa, além da necessidade de contemplar cada um de seus elementos no tempo do Advento e no Natal, porque também nele podemos encontrar uma fonte de esperança.
“Nas casas dos cristãos, durante o tempo do Advento, é preparado o presépio, segundo a tradição que remonta a São Francisco de Assis. Na sua simplicidade, o presépio transmite a esperança”, assinalou o Papa.
“Antes de tudo, notamos o lugar em que nasceu Jesus: Belém. Pequena aldeia da Judeia onde mil anos antes tinha nascido Davi, pequeno pastor eleito por Deus como rei de Israel”.
O Pontífice recordou que Belém não era uma capital “e, por isso, é preferida da providência divina que ama agir através dos pequenos e dos humildes”. “Naquele lugar nasce o ‘filho de Davi’ tão esperado, Jesus, no qual a esperança de Deus e a esperança do homem se encontram”.
Depois, “olhamos para Maria, Mãe da esperança”. Francisco sublinhou que Maria, com seu “sim”, abriu a “Deus a porta do nosso mundo: o seu coração de jovem estava cheio de esperança, animada pela fé. E assim, Deus a escolheu e ela acreditou na sua Palavra”. 

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

MARIA, A ESCOLHIDA POR DEUS.

MARIA, A ESCOLHIDA POR DEUS.

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“A origem de JESUS CRISTO foi assim: Maria, sua mãe, comprometida em casamento com José, antes de coabitarem, achou-se grávida pelo Espírito Santo.” (Mt 1,18). 
Assim o Evangelista Mateus começa a narrativa  sobre a origem de Jesus Cristo. 
No tempo de Maria, como hoje, deveriam existir mulheres que se destacavam na sociedade, na política, no poder, na riqueza. 
Mulheres que, sem sombra de dúvida, poderiam oferecer ao Filho de Deus um palácio, ao invés de uma gruta onde pernoitavam vacas, jumentos e ovelhas; poderiam oferecer  um berço digno de um recém-nascido ao invés de um cocho de animais; poderiam oferecer aquecedores de ar ao invés do respirar quente dos seres irracionais  que ali se encontravam. 
Mulheres que poderiam providenciar e determinar para que as primeiras visitas ao Filho de Deus recém-nascido fossem os mais ricos e poderosos monarcas que existiam na época sobre a terra, ao invés dos pobres, simples, humildes e sofridos pastores. 
A providência divina age diferentemente dos pensamentos humanos. O Senhor Nosso Deus não quis um palácio para o seu Filho, já que o universo todo é seu. 
O Senhor não quis para o seu Filho um berço de ouro, já que tem a abóbada celeste para lhe servir de suporte dos pés. O Senhor não quis para o seu Filho um aquecedor  de ambiente para aquecê-lo já que o vento que sopra dos quatro cantos da terra obedecem a sua voz.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

MARIA NOS QUER CRIANÇAS NESTE NATAL...

MARIA NOS QUER CRIANÇAS NESTE NATAL...

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Desde crianças aprendemos amar Maria, a Nossa Senhora. Desde pequenos aprendemos que Maria é a mãe de Deus e a nossa querida Mãe do céu. 
E, como crianças, aceitamos com honestidade e boa vontade amar Maria, a Nossa Senhora, aceitamos passivamente Maria como nossa boa Mãe do Céu.
E, com certeza, a primeira oração que aprendemos, ainda no colo de nossa mãe, foi a oração da Ave Maria. 
Podemos não conhecer nenhuma outra oração, mas, a oração da Ave Maria isso nós a sabemos de cor e salteado porque a aprendemos bem pequeninos e muitas vezes no colo de nossa mãe que segurava as nossas mãos juntas em atitude de oração simbolizando o respeito e amor que deveríamos ter por essa boa Mãe do Céu. Todos nós, cristãos católicos aprendemos amar Maria ainda bem pequeninos, ainda crianças. 
E hoje, quem continua amar Maria, a Nossa Senhora, ainda continua criança, porque só criança sabe amar de verdade, amar de verdade sem interesses que não seja somente amar, amar por amor mesmo.            
Hoje, quando amamos Maria ainda somos como crianças que gostam de se jogar no colo da mãe com grande confiança e com toda certeza de que essa mãe tem plenos poderes dados pelo Senhor Nosso Deus para nos tirar de qualquer dificuldade, de qualquer angústia, de qualquer problema que nós mesmos temos provocado; somos como crianças pequenas que, quando se sentem em apuros corre ao lado da mãe buscando refúgio no seu colo. 
Assim nos comportamos com Maria, não interessando a nossa idade, nos comportamos como crianças e arrependidos ou esperançosos suplicamos a essa poderosa mãe que não nos deixe sozinhos nos momentos difíceis de nossas vidas por quais passamos nesse vale de lágrimas.

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

PAPA FRANCISCO: O POVO DE DEUS NÃO PERDOA SACERDOTES APEGADOS AO DINHEIRO

PAPA FRANCISCO: O POVO DE DEUS NÃO PERDOA SACERDOTES APEGADOS AO DINHEIRO

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No dia 18 de novembro de 2016, o Papa Francisco advertiu, na homilia da Missa celebrada na Casa Santa Marta, contra a idolatria ao dinheiro e assinalou que não se pode servir ao mesmo tempo a Deus e ao “senhor-dinheiro”.
Trata-se de um pecado que, inclusive, é mais grave quando cometido por um sacerdote. “As pessoas não perdoam um sacerdote apegado ao dinheiro”, sublinhou.
“O Senhor Deus, a casa do Senhor Deus, que é casa de oração, de encontro com o Senhor, com o Deus do amor. E o senhor-dinheiro, que entra na casa de Deus, sempre tenta entrar”, disse o Papa.
O senhor-dinheiro “pode arruinar a nossa vida e pode nos conduzir a acabar com a nossa vida, sem felicidade, sem a alegria de servir o verdadeiro Senhor, que é o único capaz de nos dar a verdadeira alegria”, afirmou.
Trata-se de uma escolha pessoal, explicou o Santo Padre. “Como é a atitude de vocês em relação ao dinheiro? São apegados ao dinheiro?”.
Francisco destacou a capacidade do povo de Deus para perdoar muitas fraquezas e pecados dos sacerdotes. “Porém, não pode perdoar dois: o apego ao dinheiro, quando o vê interessado apegado ao dinheiro: isso ele não perdoa; e o maltrato aos fiéis: isto o Povo de Deus não suporta e não perdoa”.
O Papa assinalou que “coisas, outras fraquezas, outros pecados não lhe estão bem, mas pobre homem é solitário... enfim, busca justificá-lo. Mas, a condenação não é tão forte e definitiva: o Povo de Deus é capaz de entender tudo isso”.
O Santo Padre recordou o episódio da Bíblia dos ídolos que Raquel, esposa de Jacó, tinha escondido. “Procurem fazer um favor ao Senhor, como um verdadeiro exame de consciência: ‘Senhor, vós sois o meu Senhor!’ Como Raquel, eliminemos os nossos deuses ocultos no coração, o ídolo do dinheiro”. 

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

PAPA FRANCISCO A PADRES: NÃO CAIR NO RIDÍCULO

PAPA FRANCISCO A PADRES: NÃO CAIR NO RIDÍCULO

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O Papa chamou a atenção dos “rígidos” que fazem os fiéis carregar coisas que nem eles carregam.

Que os sacerdotes sejam mediadores do amor de Deus, não intermediários que pensam somente no próprio interesse. Esta foi a advertência do Papa Francisco na homilia da missa celebrada na manhã desta sexta-feira (09/12/2016), na Capela da Santa Marta, toda ela centrada nas tentações que podem colocar em risco o serviço dos sacerdotes.
O Papa chamou a atenção dos “rígidos” que fazem os fiéis carregar coisas que nem eles carregam. Mais ainda: denunciou a tentação da mundanidade que transforma o sacerdote em um funcionário e o leva a parecer “ridículo”.
São como crianças às quais se oferece uma coisa e não lhes agrada. Oferece a elas o contrário, também não está bem. O Papa inspirou-se nas palavras de Jesus que, no Evangelho do dia, sublinham a insatisfação do povo, sempre insatisfeito.
Também hoje – observou imediatamente o Pontífice – “existem cristãos insatisfeitos – tantos – que não conseguem entender o que o Senhor nos ensinou, não conseguem entender o cerne da revelação do Evangelho”.
Então, concentrou-se nos padres “insatisfeitos” que – advertiu – “fazem tanto mal”. Vivem insatisfeitos, buscam sempre novos projetos, “porque o coração deles está afastado da lógica de Jesus” e por isto “se lamentam ou vivem tristes”.

Não ao sacerdotes intermediários, sim aos sacerdotes mediadores
A lógica de Jesus – retomou o Papa – deveria, ao invés disto , dar “plena satisfação” a um sacerdote. “É a lógica do mediador”. “Jesus – sublinhou  Francisco – é o mediador entre Deus e nós. E nós devemos seguir por este caminho de mediadores”, “não como a outra figura que assemelha tanto, mas não é a mesma: intermediários”. 

domingo, 18 de dezembro de 2016

“JOSÉ FEZ COMO O ANJO DO SENHOR HAVIA MANDADO E ACEITOU MARIA COMO SUA ESPOSA”. (Mt 1,24).

IV DOMINGO DO TEMPO COMUM
Ano – A; Cor – roxo; Leituras: Is 7,10-14; Sl 23 (24); Rm 1,1-7; Mt 1,18-24.

“JOSÉ FEZ COMO O ANJO DO SENHOR HAVIA MANDADO E ACEITOU MARIA COMO SUA ESPOSA”. (Mt 1,24).

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Diácono Milton Restivo.

Mais uma vez o profeta Isaias se faz presente na primeira leitura da liturgia do Tempo do Advento, tempo de preparação para o nascimento do Emanuel, o “Deus conosco”.
Neste quarto e último domingo do Advento, Isaías profetiza o nascimento do Messias, tendo como mãe uma virgem: “A virgem conceberá, e dará à luz um filho. Ele será chamado pelo nome de Emanuel, que quer dizer: Deus está conosco”. (Is 7,14; Mt 1,23).
Maria é essa virgem. Emanuel, o Deus conosco, é Jesus, o “Filho de Deus que se fez homem para que todos os homens se tornassem filhos de Deus”, como disse Agostinho, bispo de Hipona.
O Salmo nos faz viver a expectativa do nascimento do Salvador e nos prepara para recebê-lo: “Portas, levantem seus frontões; elevem-se portais antigos, pois vai entrar o Rei da glória! Quem é esse Rei da glória? É Yahweh, o herói vitorioso! É Yahweh o herói das guerras! [...] Quem é esse Rei da glória? É Yahweh dos Exércitos! Ele é o Rei da glória!” (Sl 23 (24),7-8.10).
Este Salmo determina quem poderá fazer parte do Exército de Yahweh e do Messias que vai nascer de uma virgem, quem poderá subir a sua montanha santa, habitar na sua casa e viver a sua justiça e a sua vida: “Quem pode subir a montanha de Yahweh? Quem pode estar no seu lugar santo? Aquele que tem mãos inocentes e coração puro, que não confia nos ídolos, nem faz juramento para enganar. Esse receberá a benção de Yahweh, e do seu Deus Salvador receberá a justiça. Essa é a geração dos que procuram Yahweh, dos que buscam tua face, ó Deus de Jacó”. (Sl 23 (24),3-6).
Na segunda leitura, na Carta aos Romanos, Paulo identifica quem seja o Messias “... que pelos profetas havia prometido, nas Sagradas Escrituras, e que diz respeito a seu Filho, descendente de Davi segundo a carne, autenticado como Filho de Deus com poder, pelo Espírito de santidade que o ressuscitou dos mortos, Jesus Cristo, nosso Senhor”. (Rm 1,2-4). 

sábado, 17 de dezembro de 2016

O PAPA AFIRMA: O CLERICALISMO É UM MAL QUE AFASTA O POVO DA IGREJA

O PAPA AFIRMA: O CLERICALISMO É UM MAL QUE AFASTA O POVO DA IGREJA

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O espírito do clericalismo é um mal presente também hoje na Igreja e a vítima é o povo, que se sente descartado, abusado. Foi o que disse o Papa na missa celebrada na manhã de terça-feira (13/12) na capela da Casa Santa Marta. Concelebraram com o Papa os membros do Conselho dos Cardeais (C9).
O povo humilde e pobre que tem fé no Senhor é a vítima dos intelectuais da religião, os seduzidos pelo clericalismo, que no Reino dos céus serão precedidos pelos pecadores arrependidos. O Papa cita o Evangelho do dia, em que Jesus se dirige aos chefes dos sacerdotes e aos anciãos do povo, para falar justamente sobre o seu papel.  “Tinham a autoridade jurídica, moral e religiosa, decidiam tudo. Anás e Caifás, por exemplo, explicou Francisco, “julgaram Jesus”, eram os sacerdotes e os chefes que “decidiram matar Lázaro” ou ainda, “negociaram com Judas”, que vendeu Jesus. Francisco questionou: mas como chegaram a este “estado de prepotência e tirania”, instrumentalizando a lei?:
“Mas uma lei que eles refizeram inúmeras vezes: tantas vezes até chegar a 500 mandamentos. Tudo era regulado, tudo! Uma lei cientificamente construída, porque essas pessoas eram sábias, conheciam bem. Faziam todas essas nuances, não? Mas era uma lei sem memória: tinham esquecido o primeiro mandamento, que Deus deu ao nosso pai Abraão: “Caminha em minha presença e seja irrepreensível”. Eles não caminhavam: sempre estiveram parados nas próprias convicções. E não eram irrepreensíveis!  

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

DETALHES SOBRE A IMAGEM DA VIRGEM DE GUADALUPE QUE INTRIGAM CIENTISTAS

DETALHES SOBRE A IMAGEM DA VIRGEM DE GUADALUPE QUE INTRIGAM CIENTISTAS

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Todo ano, no dia 12 de dezembro comemoramos a Festa de Nossa Senhora de Guadalupe. Nesse dia em 1531, a Virgem Maria apareceu a um indígena de 57 anos chamado Juan Diego. A história da “tilma” em que a imagem da Virgem apareceu é conhecida, o que ainda é desconhecido para a ciência é como ela foi feita.
Em um de seus encontros, a Virgem Maria pediu a Juan Diego que recolhesse na “tilma” dele –um tecido muito singelo – rosas de Castilla que tinham florescido, apesar do inverno, para que as apresentasse ao Arcebispo do México, Dom Juan de Zumárraga, como prova das aparições.
Quando Juan Diego desdobrou a “tilma” com as rosas diante do Prelado, sobre ela estava impressa a imagem de Nossa Senhora de Guadalupe. Nos sete anos seguintes, mais de 9 milhões de astecas se converteram ao cristianismo. Juan Diego foi proclamado santo por São João Paulo II em 2002, na sua última visita ao México.
A seguir, quatro fatos realmente impressionantes sobre a imagem de Nossa Senhora de Guadalupe que ainda intrigam a ciência:

1. Ela possui qualidades que são impossíveis de replicar humanamente
Feita principalmente de fibras de cacto, a “tilma” era tipicamente de muito baixa qualidade e tinha uma superfície áspera, tornando-a muito difícil de usar, ainda mais para pintar sobre ela uma imagem que perdurasse. Entretanto, a imagem ainda se conserva intacta e os cientistas que a estudaram insistem que não se utilizou nenhuma técnica para adequar a superfície.
A superfície onde a imagem está “estampada”, no entanto, é muito suave, assemelhando-se à seda. A parte onde a imagem não está segue sendo áspera e tosca. 

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

CARDEAL D. PAULO EVARISTO ARNS MORRE EM SÃO PAULO AOS 95 ANOS

CARDEAL D.  PAULO EVARISTO ARNS MORRE EM SÃO PAULO AOS 95 ANOS

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Arcebispo emérito estava internado com broncopneumonia desde o dia 28 de novembro. Com 50 anos de bispado, teve atuação importante no combate à repressão na ditadura militar.

" Ex Spe in Spem " " De esperança em esperança "
Nesta quarta feira, 14 de dezembro de 2016, voltou para a Casa do Eterno Pai o Eminentissimo Dom Paulo Cardeal Ares, cardeal arcebispo emérito da Arquidiocese de São Paulo.
95 anos de vida, 76 anos de Vida Consagrada como Frei Franciscano, 71 anos de ministerio sacerdotal, 50 anos de Episcopado, 43 anos de Cardinalato.
O Cardeal Dom Paulo foi a grande voz e a grande presença da Igreja no período da ditadura militar, lutou em favor dos pobres e pelos pobres. Sem medo foi um grande Profeta de nossos dias que não exitou em anunciar Jesus Cristo e a denunciar as injustiças cometidas contra seu povo.
A Igreja no Brasil perde um grande homem, perde-se a última das histórias vivas da Igreja no Brasil. Homem de fé que nunca abandonou seu Povo mas sempre se fez presente junto deles nas horas de alegria e principalmente nas horas tristes.
Obrigado Dom Paulo por ter sido a Voz Profética da Igreja do Brasil, receba agora de Deus o prêmio que mereceram vossas obras. Descanse em paz.
Dom Paulo Evaristo Arns estava internado no hospital Santa Catarina em decorrência de uma broncopneumonia. Arns tinha 95 anos.
D. Paulo foi internado no dia 28 de novembro para tratar de problemas pulmonares. Com o passar do dia o estado de saúde piorou e ele teve de ir para a UTI por causa de dificuldades na função renal.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

SÃO JOÃO DA CRUZ - 1542-1591

SÃO JOÃO DA CRUZ - 1542-1591

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Seu nome de batismo era Juan de Yepes. Nasceu em Fontivaros, na província de Ávila, Espanha, em 1542, talvez em 24 de junho. 
Ainda na infância, ficou órfão de pai, Gonzalo de Yepes, descendente de uma família rica e tradicional de Toledo. 
Mas, devido ao casamento, foi deserdado da herança. A jovem, Catarina Alvarez, sua mãe, era de família humilde, considerada de classe "inferior". 
Assim, com a morte do marido, que a obrigou a trabalhar, mudou-se para Medina, com os filhos. Naquela cidade, João tentou várias profissões. 
Foi ajudante num hospital, enquanto estudava gramática à noite num colégio jesuíta. Então, sua espiritualidade aflorou, levando-o a entrar na Ordem Carmelita, aos vinte e um anos. 
Foi enviado para a Universidade de Salamanca a fim de completar seus estudos de filosofia e teologia. Mesmo dedicando-se totalmente aos estudos, encontrava tempo para visitar doentes em hospitais ou em suas casas, prestando serviço como enfermeiro. 
Ordenou-se sacerdote aos vinte e cinco anos, mudando o nome. Na época, pensou em procurar uma Ordem mais austera e rígida, por achar a Ordem Carmelita muito branda. Foi então que a futura santa Tereza de Ávila cruzou seu caminho. 
Com autorização para promover, na Espanha, a fundação de conventos reformados, ela também tinha carta branca dos superiores gerais para fazer o mesmo com conventos masculinos. Tamanho era seu entusiasmo que atraiu o sacerdote João da Cruz para esse trabalho.

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

SANTA LUZIA – Século IV

SANTA LUZIA OU LÚCIA – Século IV

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Somente em 1894 o martírio da jovem Luzia, também chamada Lúcia, foi devidamente confirmado, quando se descobriu uma inscrição escrita em grego antigo sobre o seu sepulcro, em Siracusa, Nápoles. 
A inscrição trazia o nome da mártir e confirmava a tradição oral cristã sobre sua morte no início do século IV. 
Mas a devoção à santa, cujo próprio nome está ligado à visão ("Luzia" deriva de "luz"), já era exaltada desde o século V. 
Além disso, o papa Gregório Magno, passado mais um século, a incluiu com todo respeito para ser citada no cânone da missa. Os milagres atribuídos à sua intercessão a transformaram numa das santas auxiliadoras da população, que a invocam, principalmente, nas orações para obter cura nas doenças dos olhos ou da cegueira. 
Diz a antiga tradição oral que essa proteção, pedida a santa Luzia, se deve ao fato de que ela teria arrancado os próprios olhos, entregando-os ao carrasco, preferindo isso a renegar a fé em Cristo. 
A arte perpetuou seu ato extremo de fidelidade cristã através da pintura e da literatura. Foi enaltecida pelo magnífico escritor Dante Alighieri, na obra "A Divina Comédia", que atribuiu a santa Luzia a função da graça iluminadora. Assim, essa tradição se espalhou através dos séculos, ganhando o mundo inteiro, permanecendo até hoje.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

NOSSA SENHORA DE GUADALUPE – PADROEIRA DA AMÉRICA LATINA

NOSSA SENHORA DE GUADALUPE – PADROEIRA DA AMÉRICA LATINA

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Como toda aparição de Nossa Senhora, a que é venerada hoje é emocionante também. Talvez esta seja uma das mais comoventes, pelo milagre operado no episódio e pela dúvida lançada por um bispo sobre sua aparição a um simples índio mexicano. 
Tudo se passou em 1531, no México, quando os missionários espanhóis já haviam aprendido a língua dos indígenas. A fé se espalhava lentamente por essas terras mexicanas, cujos rituais astecas eram muito enraizados. 
O índio João Diogo havia se convertido e era devoto fervoroso da Virgem Maria. Assim, foi o escolhido para ser o portador de sua mensagem às nações indígenas. 
Nossa Senhora apareceu a ele várias vezes. A primeira vez, quando o índio passava pela colina de Tepyac, próxima da Cidade do México, atual capital, a caminho da igreja. 
Maria lhe pediu que levasse uma mensagem ao bispo. Ela queria que naquele local fosse erguida uma capela em sua honra. Emocionado, o índio procurou o bispo, João de Zumárraga, e contou-lhe o ocorrido. Mas o sacerdote não deu muito crédito à sua narração, não dando resposta se iria, ou não, iniciar a construção. 
Passados uns dias, Maria apareceu novamente a João Diogo, que desta vez procurou o bispo com lágrimas nos olhos, renovando o pedido. Nem as lágrimas comoveram o bispo, que exigiu do piedoso homem uma prova de que a ordem partia mesmo de Nossa Senhora. Deu-se, então, o milagre. 
João Diogo caminhava em direção à capital por um caminho distante da colina onde, anteriormente, as duas visões aconteceram. O índio, aflito, ia à procura de um sacerdote que desse a unção dos enfermos a um tio seu, que agonizava.

domingo, 11 de dezembro de 2016

“É VOCÊ QUE DEVE VIR OU DEVEMOS ESPERAR POR OUTRO?” (Mt 11,3).

III DOMINGO DO ADVENTO
Ano – A; Cor – roxo; Leituras: Is 35,1-6.10; Sl 145 (146); Tg 5,7-10; Mt 11,2-11.

“É VOCÊ QUE DEVE VIR OU DEVEMOS ESPERAR POR OUTRO?” (Mt 11,3).

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Diácono Milton Restivo

A liturgia deste terceiro domingo do Advento nos traz, novamente, o profeta Isaias, que é uma figura constante neste tempo do Advento.
Isaías foi o profeta do Antigo Testamento que mais vaticínios fez a respeito do Messias, e todas confirmadas nos Evangelhos e Atos dos Apóstolos.
Assim como o tempo do Advento prepara os fiéis para a vinda de Jesus, Isaias, nesta leitura, conforta o povo israelita que estava exilado e escravizado em terras estrangeiras e vislumbra dias melhores para o povo, dizendo que Yahweh vem para salvá-los, antevendo a era messiânica que o profeta ansiava: “Fortaleçam a mão cansada, firmem os joelhos cambaleantes; digam aos corações desanimados: ‘Sejam fortes! Não tenham medo! Vejam o Deus de vocês: ele vem para vingar, ele traz um prêmio divino, ele vem para salvar vocês” (Is 35,3-4).
Isaías procura elevar a moral e a auto estima do povo escravizado dando-lhe injeções de ânimo, esperança e otimismo: “Alegrem-se o deserto e a terra seca, o campo floresça de alegria; como o narciso, cubra-se de flores transbordando de contentamento e alegria, pois lhe será dado o esplendor do Líbano, a beleza do Carmelo e do Sarão” (Is 35,1-2a).
Isaías convoca a todos para contemplar as maravilhas de Yahweh: “Todos verão a glória de Yahweh, a beleza do nosso Deus” (Is 35,2b), e descreve as maravilhas que Yahweh irá realizar no meio do povo e para a reabilitação do seu povo: “Então, os olhos dos cegos vão se abrir, e se abrirão também os ouvidos dos surdos; os aleijados saltarão com cervo, e a língua do mudo cantará...” (Is 35,5-6a). E não somente isso, porque Yahweh vai devolver ao povo a terra que perdera pela sua infidelidade: “... jorrarão águas no deserto e rios na terra seca. A terra seca se mudará em vargens e o chão seco se encherá de fontes. E onde viviam os lobos, a erva se transformará em taboa e junco” (Is 35,6b-7). 

sábado, 10 de dezembro de 2016

ORAÇÃO À VIRGEM IMACULADA

ORAÇÃO À VIRGEM IMACULADA

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São maravilhosas as orações que conhecemos e que  pedem a intercessão de Maria. São Maravilhosos os apelos  que os santos e os devotos filhos de Maria fazem, suplicando o seu olhar meigo, o seu sorriso maternal, e sua proteção de mãe terna e carinhosa. 
Os apelos feitos à Maria para que ela seja a nossa Medianeira de todas as graças e seja nosso elo de ligação com o seu amado filho, são centenas e milhares, e em todos os apelos existe a extrema confiança de que vai ser atendido por parte de quem faz a oração. 
Vamos nos unir também, neste momento , em oração, para pedirmos à Maria por nós e pelo mundo, para que ela interceda junto ao seu Divino Filho para que alcancemos  as graças que solicitamos: 
“Maria, tu que encontraste graça junto de Deus, roga por todos aqueles que vivem marginalizados pela sociedade, sem apoio e sem defesa, e que não tem onde reclinar a sua cabeça. Maria, tu que aceitaste com alegria o anúncio de que darias à luz um filho - roga por todas as mães que, por desespero ou por egoísmo, são levadas a interromper a maternidade, decepando a vida antes mesmo dela nascer. Maria, tu que refugiaste num estábulo para dar à luz o Filho de Deus - roga por todos aqueles que nascem, vivem e morrem às margens da sociedade, na periferia da vida, nas favelas das grandes cidades. Maria, tu que experimentaste a perseguição dos poderosos - roga por todos os perseguidos, pelos injustiçados detidos nas prisões e por todos aqueles que sofrem e morrem pela liberdade e pela justiça.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

SÃO JOÃO FISHER, O SANTO QUE PERDEU A CABEÇA PELA INDISSOLUBILIDADE DO MATRIMÔNIO

SÃO JOÃO FISHER, O SANTO QUE PERDEU A CABEÇA PELA INDISSOLUBILIDADE DO MATRIMÔNIO

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Nascido em Beverley, condado de Yorkshire (Inglaterra), em 1469, após fazer os primeiros estudos na sua cidade natal, cursou a Universidade de Cambridge. Em 1491 recebeu dispensa papal para ser ordenado aos 22 anos, antes da idade canônica.
Em 1497 foi nomeado vigário de Northallerton. Em 1501, João Fisher foi nomeado vice-chanceler e depois chanceler vitalício da Universidade de Cambridge.
Fisher era capelão e confessor de Lady Margarida Beaufort, mãe do rei da Inglaterra Henrique VII, com quem João tinha um bom relacionamento. Entretanto, quando Henrique VII faleceu em 1509, o bispo Fisher teve um primeiro atrito com o novo monarca, Henrique VIII, que queria apropriar-se dos fundos que sua avó havia deixado para financiar fundações em Cambridge.
Henrique VIII, casado há 20 anos com Catarina de Aragão, apaixonou-se por Ana Bolena, com a qual quis casar-se. O monarca tentou todos os meios para anular seu casamento com a rainha.
No entanto, o bispo João Fisher opôs-se veementemente compareceu diante dos legados da corte, declarando que, como São João Batista, estava disposto a morrer para defender a indissolubilidade do matrimônio.
O rei insuflou o Parlamento contra Dom Fisher, o que gerou um estremecimento na sua relação com a Igreja.  Tal fato gerou ataques velados contra a Igreja, e depois de aproximadamente um ano, como prosseguiam as investidas contra a Igreja Católica, Dom Fisher e os bispos de Bath e de Ely apelaram para a Santa Sé. A reação do rei não se fez esperar: emitiu um edito proibindo tais apelos e mandou encarcerar os prelados, libertando-os alguns meses depois. 

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

COMEMORAÇÃO FESTIVA DA IMACULADA CONCEIÇÃO DE MARIA

COMEMORAÇÃO FESTIVA DA IMACULADA CONCEIÇÃO DE MARIA

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Hoje, não comemoramos a memória de um santo, mas a solenidade mais elevada, maior e mais preciosa da Igreja: a Imaculada Conceição da Santíssima Virgem Maria, a rainha de todos os santos, a Mãe de Deus. 
O dogma da Imaculada Conceição de Maria é um dos dogmas mais queridos ao coração do povo cristão. 
Os dogmas da Igreja são as verdades que não mudam nunca, que fortalecem a fé que carregamos dentro de nós e que não renunciamos nunca. 
A convicção da pureza completa da Mãe de Deus, Maria, ou seja, esse dogma, foi definida em 1854, pelo papa Pio IX, através da bula "Ineffabilis Deus", mas antes disso a devoção popular à Imaculada Conceição de Maria já era extensa.
A festa já existia no Oriente e na Itália meridional, então dominada pelos bizantinos, desde o século VII. 
A festa não existia, oficialmente, no calendário da Igreja. Os estudos e discussões teológicas avançaram através dos tempos sem um consenso positivo. 
Quem resolveu a questão foi um frade franciscano escocês e grande doutor em teologia chamado bem-aventurado João Duns Scoto, que morreu em 1308. Na linha de pensamento de são Francisco de Assis, ele defendeu a Conceição Imaculada de Maria como início do projeto central de Deus: o nascimento do seu Filho feito homem para a redenção da humanidade. 
Transcorrido mais um longo tempo, a festa acabou sendo incluída no calendário romano em 1476.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

SANTO AMBRÓSIO DE MILÃO

SANTO AMBRÓSIO DE MILÃO

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Santo Ambrósio nasceu em Tréveros pelo ano 340, sua mãe era profundamente cristã, alma da educação do lar, Ambrósio é o escolhido do Espírito. 
Era ainda catecúmeno, quando por aclamação popular subiu à sede episcopal de Milão. respeito da religião cristã estava ainda por aprender quase tudo, e se dedicou sobretudo ao estudo da Sagrada Escritura com tanto empenho que logo a dominou. 
Sua honestidade e integridade o conduzem a aprender o oficio de bispo. 
A alma de seu apostolado a Escritura Sagrada, lida à luz dos Padres Gregos, principalmente de Orígenes, seu grandíssimo mentor. "Mitiga a tua sede no Antigo e no Novo Testamento; num e noutro estarás bebendo o Cristo". 
A atividade diária de Ambrósio era dirigida antes de tudo à orientação da própria comunidade, e cumpria as suas tarefas pastorais dirigindo ao seu povo mais de uma homilia por semana. Santo Agostinho, que foi seu assíduo ouvinte, refere-nos em suas Confissões quão grande foi o prestígio da eloquência do bispo e Milão e quão eficaz o tom de voz deste apóstolo da amizade, se caracteriza pelo seu pastoreio, máxime no seu zelo pelos pobres.
 A maioria de seus escritos nasce de sua alma de catequista. A catequese da iniciação cristã, da liturgia e dos sacramentos ocupa um papel preponderante em sua vida.

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

SÃO NICOLAU - (DE MIRA E DE BARI) - 250-326

SÃO NICOLAU - (DE MIRA E DE BARI) - 250-326

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Nicolau é também conhecido por São Nicolau de Mira e de Bari. Venerado, amado e muito querido por todos os cristãos do Ocidente e do Oriente. 
Sem dúvida alguma, é o santo mais popular da Igreja. Ele é padroeiro da Rússia, de Moscou, da Grécia, de Lorena, na França, de Mira, na Turquia, e de Bari, na Itália, das crianças, das moças solteiras, dos marinheiros, dos cativos e dos lojistas. 
Por tudo isso os dados de sua vida se misturam às tradições seculares do cristianismo. Filho de nobres, Nicolau nasceu na cidade de Patara, na Ásia Menor, na metade do século III, provavelmente no ano 250. 
Foi consagrado bispo de Mira, atual Turquia, quando ainda era muito jovem e desenvolveu seu apostolado também na Palestina e no Egito. 
Mais tarde, durante as perseguições do imperador Diocleciano, foi aprisionado até a época em que foi decretado o Edito de Constantino, sendo finalmente libertado. Segundo alguns historiadores, o bispo Nicolau esteve presente no primeiro Concílio, em Nicéia, no ano 325. 
Foi venerado como santo ainda em vida, tal era a fama de taumaturgo que gozava entre o povo cristão da Ásia. Morreu no dia 6 de dezembro de 326, em Mira. Imediatamente, o local da sepultura se tornou meta de intensa peregrinação. 
O seu culto se difundiu antes na Ásia, e o local do seu túmulo, fora da área central de Mira, se tornou meta de peregrinação. 
O documento mais antigo sobre ele foi escrito por Metódio, bispo de Constantinopla, que em 842 relatou todos os milagres atribuídos a são Nicolau de Mira. Depois, mais de sete séculos passados da sua morte, "Nicolau de Mira" se tornou "Nicolau de Bari". 
Em 1087, a cidade de Bari, em Puglia, na Itália, sofria a subjugação dos normandos. E Mira já estava sob domínio dos turcos muçulmanos. Setenta marinheiros italianos desembarcaram nessa cidade e se apoderaram das suas relíquias mortais, transferindo-as para Bari. 
O corpo de são Nicolau foi acolhido, triunfalmente, pela população de Bari, que o elegeu seu padroeiro celestial.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

SÃO BONIFÁCIO E A ORIGEM DA ÁRVORE DE NATAL



SÃO BONIFÁCIO E A ORIGEM DA ÁRVORE DE NATAL
Resultado de imagem para SÃO BONIFÁCIO E A ORIGEM DA ÁRVORE DE NATALQuando pensamos em um santo, talvez em um primeiro momento não consideramos que essa pessoa seja ousada, empunhe um machado, um martelo ou que derrube árvores como os carvalhos. Entretanto, existe um santo assim, conhecido como São Bonifácio.
Este santo nasceu na Inglaterra por volta do ano 680. Bonifácio ingressou em um monastério beneditino antes de ser enviado pelo Papa para evangelizar os territórios que pertencem a atual a Alemanha. Primeiro foi como um sacerdote e depois eventualmente como bispo.
Sob a proteção do grande Charles Martel Bonifácio viajou por toda a Alemanha fortalecendo as regiões que já tinham abraçado o cristianismo e levou a luz de Cristo àqueles que ainda não o conheciam.
A respeito deste santo, o Papa Bento XVI disse no ano 2009 que “seu incansável trabalho, seu dom para a organização e seu caráter flexível, amigável e forte” foram fundamentais para o sucesso das suas viagens.
O escritor Henry Van Dyke o descreveu assim, em 1897, em seu livro The First Christmas Tree, (A primeira árvore de natal): “Que pessoa tão boa! Que boa pessoa! Era branco e magro, mas reto como uma lança e forte como um cajado de carvalho. Seu rosto ainda era jovem; sua pele suave estava bronzeada pelo sol e pelo o vento. Seus olhos cinzas, limpos e amáveis, brilhavam como o fogo quando falava das suas aventuras e das más ações dos falsos sacerdotes aos quais enfrentou”. 

domingo, 4 de dezembro de 2016

“ESTA É A VOZ DAQUELE QUE GRITA NO DESERTO...” (Mt 3,3).

II DOMINGO DO ADVENTO
Ano: A; – Cor: roxo; Leituras Is 11,1-10; Sl 71 (72); Rm 15,4-9; Mt 3,1-12.
“ESTA É A VOZ DAQUELE QUE GRITA NO DESERTO...” (Mt 3,3).

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Diácono Milton Restivo
           
A primeira leitura desta liturgia nos traz o profeta Isaias, que é conhecido como o mais messiânico profeta do Antigo Testamento, isto é, o que mais profetizou sobre a vinda do Messias, como vimos na meditação da semana passada. Isaias é o profeta de grande reverência a Yahweh e que transmite temor constante, chamando Yahweh de “O Santo de Israel”, termo repetido isso por vinte e cinco vezes no decorrer de seus escritos. Isaias foi um adorador de Yahweh por excelência.
Nesta leitura Isaias profetiza que o Messias seria descendente de Davi sobre o qual repousaria o Espírito do Senhor e delineia quais seriam os dons que receberia: “Do tronco de Jessé (pai do rei Davi) sairá um ramo, um broto nascerá de suas raízes. Sobre ele pousará o espírito de Yahweh: espírito de sabedoria e inteligência, espírito de conselho e fortaleza, espírito de conhecimento e temor de Yahweh. A sua inspiração estará no temor de Yahweh”. (Is 11,1-3).
Existe apenas um personagem chamado Jessé nas Sagradas Escrituras, e esse é o pai do pastor Davi que, mais tarde, seria ungido rei de Israel pelo profeta Samuel (1Sm 16,11-13).
O profeta Isaias, nesta profecia, não cita o rei Davi como ancestral do Messias, mas vai além, além até do tronco, vai às raízes: “um broto nascerá de suas raízes”, isso para dizer que o Messias já existia antes de Jessé e de Davi, embora fosse o Messias da linhagem de Davi. 

sábado, 3 de dezembro de 2016

SÃO FRANCISCO XAVIER - 1506-1552

SÃO FRANCISCO XAVIER - 1506-1552
                                                                                                                                                    
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          A Igreja sempre se apoiou nos missionários para sua expansão no decorrer dos séculos. Primeiro foram os apóstolos que se espalharam pelo mundo após a ressurreição de Jesus. 
Durante o período do descobrimento, entre os séculos XV e XVI, o cristianismo encontrou nos missionários da Companhia de Jesus, os jesuítas, a forma de iniciar a evangelização nas Américas e no Oriente: Índia, Japão e China. 
Francisco Xavier, considerado o maior dos missionários jesuítas, foi o fundador dessas missões no Oriente. Nasceu no reino de Navarra, Espanha, em 7 de abril de 1506. Era filho de uma família nobre, que havia projetado para ele um futuro de glória e riqueza no mundo, matriculando-o, com dezoito anos, na Universidade de Paris. 
Mas não foi no campo terreno que ele se sobressaiu e sim no espiritual. Francisco formou-se em filosofia e lecionava na mesma universidade, onde conheceu um aluno bem mais velho e de idéias objetivas e tudo mudou. 
Tratava-se do futuro santo Inácio de Loyola, fundador dos jesuítas.
Loyola sonhava formar uma companhia de apóstolos para a defesa e propagação do cristianismo no mundo. Viu em Francisco alguém capaz de ajudá-lo na empreitada e tentou conquistá-lo para a causa. Tarefa que se revelou nada fácil, por causa do orgulho e da ambição que Xavier tinha, projetadas em si por sua família. Loyola, enfim, convenceu-o com uma frase que lhe tocou a alma: "De que vale a um homem ganhar o mundo inteiro se perder sua alma?" (Mc 8, 36). 
Francisco tomou-a como lema e nunca mais a abandonou, nem ao seu autor, Jesus Cristo.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

SANTA BIBIANA OU VIVIANA - SÉCULO IV

SANTA BIBIANA OU VIVIANA - SÉCULO IV

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Na época em que Roma estava sob o poder o imperador Juliano, "o Apóstata", aconteceu um dos últimos surtos de perseguição fatal aos cristãos, entre 361 e 363. 
O tirano, que já tinha renegado seu batismo e abandonado a religião, passou a lutar pela extinção completa do cristianismo. Começou substituindo todos os cristãos que ocupavam empregos civis por pagãos, tentando colocar os primeiros no esquecimento. 
Mas não parou por aí. Os mais populares e os mais perseverantes eram humilhados, torturados e, por fim, mortos. No ano 363, a família de Bibiana foi executada na sua presença, porque não renunciou à fé cristã. 
Flaviano, seu pai, morreu com uma marca na testa que o identificava como escravo. Defrosa, sua mãe foi decapitada. Ela e a irmã Demétria, antes, foram levadas para a prisão. 
A primeira a morrer foi Demétria, que perseverou na fé após severos suplícios na presença da irmã. Por último, foi o martírio de Bibiana, para a qual, conforme a antiga tradição, o governador local usou outra tática. 
Foi levada a um bordel de luxo para abandonar a religião ou ser prostituída. Mas os homens não conseguiam aproveitar-se de sua beleza, pois a um simples toque eram tomados por um surto de loucura.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

ABORTO: CRIME QUE CLAMA A JUSTIÇA DE DEUS

ABORTO: CRIME QUE CLAMA A JUSTIÇA DE DEUS


E todos queremos viver. Foi para isso que o Senhor Jesus veio até nós: para nos trazer a vida, a vida em abundância, a vida que não se acaba mais: “Eu vim para que tenham vida, e a tenham e abundância.”(Jo 10,10). Jesus próprio se proclamou: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida.” (Jo 4,6). Se a humanidade não seguir esse caminho que a levará à vida em abundância, e que passa através da verdade suprema, os homens não entenderão, jamais, o que é respeito  pela vida e, longe de Jesus Cristo, continuarão desrespeitando a vida, matando e se matando, alheios ao grande mandamento do Divino Mestre: “Dou-vos um mandamento novo: que vos ameis uns aos outros, e que, assim como eu vos amei, vos ameis também uns aos outros. Nisso conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns pelos outros.” (Jo 13,34-35).
        No Antigo Testamento temos um exemplo deprimente sobre o respeito à vida: o faraó do Egito, o mandatário máximo, que tinha poder sobre a vida e a morte de seus súditos, vendo o povo judeu, que era escravo no Egito, se multiplicando cada vez mais a cada dia que passava, ficou preocupado por considerar isso um grande perigo para o povo egípcio, porque os judeus, como escravo que eram, se multiplicando a olhos vistos como estavam, fatalmente chegaria um dia em que seriam mais numerosos que seus senhores e poderiam provocar uma revolta para se libertarem da escravidão e até inverter a ordem das coisas: de escravos passariam a senhores.

SANTO ELÓI, O PADROEIRO DOS OURIVES

SANTO ELÓI, O PADROEIRO DOS OURIVES

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Bispo, escultor, modelista, marceneiro e ourives, Elói ou Elígio foi um artista e religioso completo. Nasceu na cidade de Chaptelat, perto de Limoges, em 588, na França. 
Seus pais, de origem franco-italiana, eram modestos camponeses cristãos com princípios rígidos de honestidade e lealdade, transmitidos com eficiência ao filho. 
Com sabedoria e muito sacrifício, fizeram questão que ele estudasse, pois sua única herança seria uma profissão. 
Assim foi que na juventude Elói ingressou na escola de ourives de Limoges, a mais conceituada da Europa da época e respeitada ainda hoje. Ao se formar mestre da profissão já era afamado pela competência, integridade e honestidade. 
Tinha alma de monge e de artista, fugia dos gastos com jogos e diversões e tudo gastava com os pobres. Levava uma vida austera e de oração meditativa, ganhando o apelidado de "o monge". Conta-se que sua fama chegou à corte e aos ouvidos do rei Clotário II, em Paris. 
Ele decidiu contratar Elói para fazer um trono de ouro e lhe deu a quantidade do metal que julgava ser suficiente. Mas, com aquela quantidade, Elói fez dois tronos e entregou ambos ao rei.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

SANTO ANDRÉ APÓSTOLO, O "PESCADOR DE HOMENS”.

SANTO ANDRÉ APÓSTOLO, O "PESCADOR DE HOMENS”.

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Apóstolo de Jesus Cristo nascido em Betsaida da Galiléia, também conhecido como o Afável foi escolhido para ser um dos Doze, e nas várias listas dos Apóstolos dadas no Novo Testamento é sempre citado entre os quatro primeiros junto com Pedro, João e Tiago, sendo seu nome mencionado explicitamente três vezes: por ocasião do discurso escatológico de Jesus (Mc 13,3), na primeira multiplicação dos pães e dos peixes (Jo 6,8) e quando, juntamente com Filipe, apresenta a Jesus alguns gentios (Jo 12,22). 
Também pescador em Cafarnaum, foi o primeiro a receber de Cristo o título de Pescador de Homens e tornou-se o primeiro a recrutar novos discípulos para o Mestre. Filho de Jonas tornou-se discípulo do João Batista, cujo testemunho o levou juntamente com João Evangelista a seguirem Jesus e convencer seu irmão mais velho, Simão Pedro a seguí-los.
Desde aquele momento os dois irmãos tornaram-se discípulos de Cristo e deixaram tudo para seguir a Jesus. No começo da vida pública de nosso Senhor ocuparam a mesma casa em Cafarnaum.
Segundo as Escrituras esteve sempre próximo ao Cristo durante sua vida pública. Estava presente na Última Ceia, viu o Senhor Ressuscitado, testemunhou a Ascensão, recebeu graças e dons no primeiro Pentecostes e ajudou, entre grandes ameaças e perseguições, a estabelecer a Fé na Palestina, passando provavelmente por Cítia, Épiro, Acaia e Hélade.

terça-feira, 29 de novembro de 2016

O QUE SEI SOBRE DEUS?

O QUE SEI SOBRE DEUS?

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Introdução
O que sabemos de Deus? Que imagem temos d’Ele? Será correcta a nossa ideia de Deus? O que Deus significa para cada um de nós? Eis-nos diante de algumas questões importantes para as quais temos de encontrar resposta.
Como, habitualmente, conhecemos mal o nosso Deus, cada um imagina-O à sua maneira. Até O imaginamos com os defeitos dos homens. Então falamos assim: “Deus esqueceu-se de mim”, “Deus abandonou-me”, “Deus castigou-me”...
Sem dúvida que falar de Deus é sempre muito difícil porque a nossa linguagem é sempre demasiado humana e limitada e, por isso, nunca poderá abarcar o que é divino e transcendente. Daí que ao falar de Deus o façamos sempre de um modo imperfeito.
Afinal como é o nosso Deus?
Toda a nossa caminhada cristã é uma caminhada em Deus. Por isso, importa procurar clarificar a imagem de Deus que temos em nós. Para sabermos quem Deus é comecemos por aquilo que não é porque há ídolos que nos povoam o interior e desfocam a imagem do verdadeiro Deus.
Bossuet, grande autor e pregador francês, refere-se várias vezes ao «dilúvio da idolatria», ou seja, aos falsos deuses que povoam a nossa imaginação, a nossa oração, a nossa oratória, a nossa catequese. Precisamos de «re-descobrir Deus», o que Ele diz de Si próprio, de clarificar a imagem de Deus. 

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

SÃO TIAGO DAS MARCAS - 1394-1476

SÃO TIAGO DAS MARCAS
  - 1394-1476

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Nasceu em Monteprandone, na província de Ascoli Piceni, região de Le Marche ou das Marcas, Itália, no ano de 1394. Seu nome de batismo era Domingos Gangali. 
Órfão ainda criança, foi educado pelo tio, que o conduziu sabiamente no seguimento de Cristo. Estudou em Perugia, onde se diplomou em direito civil junto com o grande João de Capistrano, agora santo. Decidiu deixar a profissão para ingressar na Ordem dos Franciscanos, onde estudou teologia e ordenou-se sacerdote. 
Quando vestiu o hábito, tomou o nome de Tiago, que logo foi completado com o "das Marcas", em razão de sua origem. Foi discípulo de outro santo e seu contemporâneo da Ordem, Bernardino de Sena, que se destacava como o maior pregador daquela época, tal qual conhecemos. 
Também Tiago das Marcas consagrou toda a sua vida à pregação. Percorreu toda a Itália, a Polônia, a Boêmia, a Bósnia e depois foi para a Hungria, obedecendo a uma ordem direta de Roma. Permanecia num lugar apenas o tempo suficiente para construir um mosteiro novo ou, num já existente, restabelecer a observância genuína da Regra da Ordem Franciscana. 
Depois, partia em busca de novo desafio ou para cumprir uma das delicadas missões em favor da Igreja, para as quais era enviado especialmente, como fizeram os papas Eugênio IV, Nicolau V e Calisto III. 
Participou na incursão da cruzada de 1437 para expulsar os invasores turcos muçulmanos. Humilde e reto nos princípios de Cristo, nunca almejou galgar postos na Igreja, chegando a recusar o cargo de bispo de Milão.